conecte-se conosco


Política Nacional

Nova aliança da direita com o centro pode decidir todas as votações da Câmara

Publicado

source
congresso arrow-options
Agência Brasil

Congresso Nacional

Um novo bloco partidário reunindo siglas da direita e do certo foi formado na Câmara dos Deputados . Participam formalmente da aliança 14 partidos, entre eles o PSL, MDB e PSDB, e 351 parlamentares. Totalizando 68% dos congressistas, o  número de participantes do bloco é suficiente para decidir sozinho o resultado de qualquer votação na Câmara, como aprovações de PEC e impeachment.

Leia também: Tabata Amaral diz que partidos são barreira da renovação da democracia

Participam do novo bloco da Câmara as siglas PSL, PL, PP, PSD, MDB, PSDB, Republicanos, DEM, Solidariedade, PTB, PROS, PSC, Avante e Patriota. Apesar dos partidos serem de direita e de centro, algumas das legendas negam se identificarem no antigo Centrão – primeira grande coligação partidária desde a redemocratização. 

O novo bloco, ainda não apelidado, não tem uma coesão de posicionamentos. Segundo os líderes partidários que compõem a aliança, o objetivo de sua criação é conseguir a participação desses partidos em comissões da Câmara, principalmente na de Orçamento. A formação do bloco foi protocolada antes do carnaval.

Veja Também:  Mandetta quer sair do governo, mas não vai pedir demissão, diz jornal

Leia também: Disputa pela CCJ na Câmara dos Deputados causa racha nos partidos do Centrão

O deputado Arthur Lira (PP-AL) é o líder da nova aliança na Câmara . Ele afirmou, a Congresso em Foco, que “O bloco é harmônico, não tem cunho ideológico nem partidário. Nada impede que outros partidos venham se juntar a nós. Defendemos o orçamento impositivo e ele deve ser partilhado por todos os congressistas”.

Fonte: IG Política
publicidade

Política Nacional

Após conflito com Mandetta, Bolsonaro desmarca compromissos e ignora imprensa

Publicado

source
Presidente Jair Bolsonaro arrow-options
Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) desmarcou dois compromissos, um seguido do outro, no Palácio do Planalto, na manhã desta terça-feira (7). Após não aparecer nos eventos, os afazeres foram retirados de sua agenda pública. 

Leia também: Coronavírus no Brasil: acompanhe a situação no País em tempo real

Bolsonaro também não falou com a imprensa, como geralmente costuma fazer, ao sair do Palácio da Alvorada, onde vive, pela manhã. O silêncio do  presidente pode estar associado às tensões e desgastes recentes de seu governo. Nesta segunda-feira, o presidente estava analisando em retirar o ministro da Saúde , Luiz Henrique Mandetta (DEM), do cargo, mas acabou desistindo devido à popularidade do democrata. 

A Presidência não informou o motivo da ausência do presidente. Na agenda de Bolsonaro para está terça apenas permaneceu uma reunião, às 15h, com o ministro-chefe da Casa Civil, Walter de Souza Braga Netto.

Fonte: IG Política
Veja Também:  Bolsonaro posta novo vídeo contra isolamento social: “Tem que ouvir o povo”
Continue lendo

Política Nacional

Braga Netto nega que reunião foi para falar da demissão de Mandetta

Publicado

source
Ministro Braga Netto, chefe da Casa Civil arrow-options
Isac Nóbrega/PR

Ministro Braga Netto, chefe da Casa Civil

O ministro Braga Netto , chefe da Casa Civil, garantiu que a reunião desta segunda-feira (6) do presidente Jair Bolsonaro com sua equipe ministerial não foi para tratar da demissão do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta . Segundo o titular da Casa Civil, o encontro foi “rotineiro” e o assunto tratado não será revelado.

Mandetta, por sua vez, acrescentou que é normal pessoas terem opiniões divergentes, que ninguém tem apenas um ângulo para olhar. “A gente tem de olhar para frente, andar para frente, usar pouco retrovisor e tocar esse barco nosso chamado Brasil”, completou.

Leia também: Brasil tem 667 mortes e 13.717 casos confirmados de Covid-19

Apesar de não confirmar que a reunião teve como assunto a saída de Mandetta, foi só depois que ela terminou que houve a confirmação que não haveria mudanças no governo federal.

Devido a essa reunião, a tradicional entrevista coletiva no Planalto sobre a atualização das medidas de combate ao novo coronavírus (Sars-CoV-2) não teve a presença de nenhum ministro.

Veja Também:  Lula critica falta de postura do Brasil em combate a pandemia

Leia também: São Paulo tem 17 mil exames suspeitos para Covid-19 na fila

Durante todo o dia de ontem houve incerteza acerca da permanência ou não de Mandetta no comando do ministério da saúde. Na parte da tarde, secretários de áreas técnicas e assessores chegaram a esvaziar suas gavetas e a do próprio ministro.

Fonte: IG Política
Continue lendo

Política Nacional

Ministério da Saúde não sabe quantos testes de Covid-19 foram feitos

Publicado

Ministério da Saúde distribuiu mais de 500 mil testes, mas não sabe quantos foram realizados arrow-options
Pedro Rafael Vilela/ Agência Brasil

Ministério da Saúde distribuiu mais de 500 mil testes, mas não sabe quantos foram realizados

O Ministério da Saúde afirmou não saber quantos testes do novo coronavírus (Sars-Cov-2) foram feitos no Brasil, segundo informações divulgadas nesta terça-feira (7) pela Folha de S. Paulo . A pasta não está realizando um acompanhamento das testagens, apenas soube informar quantos testes foram disponibilizados pelo Ministério.

Leia também: Coronavírus no Brasil: acompanhe a situação no País em tempo real

O Ministério da Saúde distribuiu 500 mil testes rápidos, que mostram o resultado em 20 minutos, mas o diagnóstico não é tão preciso, e  58 mil testes de biologia molecular (o PCR), que é mais demorado, mas dá um resultado mais confiável.

No Brasil, onde há 13.717 diagnósticos e 667 mortes, apenas os casos com sintomas de Covid-19 graves estão sendo testados. Isso significa que o número atual de casos está subnotificado, ou seja, como não são todas as pessoas que estão sendo testadas, pode haver mais casos do que o informado.

Veja Também:  Bolsonaro posta novo vídeo contra isolamento social: “Tem que ouvir o povo”

Leia também: De gripezinha a “não é tudo isso”: vezes em que Bolsonaro minimizou coronavírus

Para chegar próximo ao verdadeiro número de casos no país, o Ministério da Saúde irá realizar um teste em massa, onde 100 mil brasileiros serão testados aleatoriamente, em todas as regiões do país. Os testes em massa será realizado a cada duas semanas, em cerca de 33 mil pessoas.

Fonte: IG Política
Continue lendo

Links Úteis

Rondonópolis

Policial

Política MT

Entretenimento

Mais Lidas da Semana