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Economia

Perícia encontra substância tóxica na água utilizada pela cervejaria Backer

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Análises feitas mostraram que a contaminação não estava restrita a apenas um tanque arrow-options
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Análises feitas mostraram que a contaminação não estava restrita a apenas um tanque

A água usada diretamente na fabricação das cervejas da Backer está contaminada por dietilenoglicol. É o que constatou a auditoria feita pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) na fábrica da cervejaria. A informação foi dada em coletiva de imprensa na tarde desta quarta-feira (15), pelo coordenador-geral de Vinhos e Bebidas do Mapa, Carlos Vitor Müller.

O resultado aumenta a suspeita de que outros rótulos da empresa, e não somente a Belorizontina, possam estar contaminados. Ainda não há resultado dos exames de outras cervejas.

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Segundo Muller, análises feitas mostraram que a contaminação não estava restrita a apenas um tanque, e sim diversos. Com isso os técnicos do Mapa passaram a trabalhar com a possibilidade de uma intoxicação anterior ao processo de fermentação.

“A gente conseguiu evidenciar que a água que tem contaminação com glicol está sendo utilizada no processo cervejeiro. A gente não consegue ainda afirmar efetivamente de que forma ocorre essa contaminação desse tanque de água gelada, se é no tanque de água gelada ou se é em uma etapa anterior a esse tanque, nenhuma hipótese pode ser descartada nesse momento”, afirmou Müller em entrevista à imprensa na sede do ministério.

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Ele que explicou que essa água contaminada é utilizada para misturar os ingredientes e só depois o líquido vai para o tanque de fermentação. No entanto, a pasta não sabe ainda como se deu essa contaminação.

“A gente encontrou essa água contaminada no processo produtivo e existem diversas hipóteses, já que o produto era usado no resfriamento e não deveria ter contato com a água. Não podemos falar em suspeitas maiores, mas há hipótese de sabotagem, de uso incorreto do insumo, de vazamento”, afirmou. Especialistas do Mapa periciam a fábrica da Backer desde a última quinta-feira (9).

Polícia Civil confirma segunda morte associada ao consumo de cerveja

A Polícia Civil de Minas Gerais confirmou nesta quarta-feira (15) a morte de um paciente que estava internado com sintomas da síndrome neufronal, que teria sido causada pelo consumo da cerveja Belorizontina.

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 O corpo da vítima da Belorizontina , que estava hospitalizada em Belo Horizonte, no CTI do Mater Dei, será encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) nas próximas horas, onde passará por exames e procedimentos de perícia.

Segundo a última nota divulgada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), 17 pacientes internados com a doença em todo o estado de Minas Gerais. Com a confirmação do segundo óbito, o número deverá cair, caso novos casos não sejam notificados.

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Polícia e Ministério da Agricultura voltam à Backer nesta terça-feira (14)

Além das duas mortes já confirmadas com sintomas da síndrome neufrenal, há um terceiro possível óbito que pode estar ligado à doença em Minas. Nesta terça, a prefeitura de Pompéu, na região central do Estado, emitiu nota a respeito da suspeita de que uma moradora do município, de 60 anos, teria morrido em 28 de dezembro com os sintomas. A Polícia Civil diz que o caso ainda não chegou para investigação

Procon – São Paulo

Considerando as notícias de contaminação de lotes de c ervejas Belorizontina comercializadas pela Cervejaria Backer, o Procon de SP notificou a empresa para que esclareça sobre a comercialização de seus produtos a consumidores do estado.

De acordo com o órgão fiscalizador, a cervejaria deverá informar se efetuou a venda de produtos dos lotes identificados com defeito (bebidas contaminadas) , assim como outros produtos da marca, para distribuidores, supermercados, atacadistas ou outros estabelecimentos comerciais localizados em São Paulo. 

Também deverá informar em qual quantidade; e se vendeu diretamente — por meio de loja física ou virtual — produtos da marca, inclusive dos lotes identificados com defeito.

Foi solicitado também que a empresa esclareça como fará o contato e como será a política de recolhimento dos produtos e a restituição de valores para consumidores residentes no estado.

Fonte: IG Economia
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Páscoa contaminada: venda de chocolates deve cair até 20% devido à Covid-19

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Agência Brasil/Marcelo Camargo

Venda de chocolates cai nesta Páscoa


Diante da pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2), as vendas de chocolates para a Páscoa tendem a cair. De acordo com a projeção da Associação Paulista de Supermercados (APAS), a expectativa é de que as vendas no estado de São Paulo tenham queda de 8,5%. Antes da pandemia afetar o cenário nacional, a projeção era de um aumento de 2,2% em comparação com o mesmo período de 2019. 

Na capital paulista, a projeção de queda nas vendas de chocolates e ovos de Páscoa é de 10,5%. Em algumas localidades do interior do estado, a expectativa é ainda pior: na região de Campinas, por exemplo, a previsão é de queda de 19,5%. “Até o momento, os empresários relatam pouco ritmo de vendas”, informa a APAS.

E a situação não se restringe ao estado de São Paulo, considerado o epicentro do novo coronavírus no Brasil. No Rio de Janeiro, a rede de supermercados Mundial afirmou que comprou 20% menos ovos de Páscoa em 2020, em comparação com o ano passado. 

Isolamento social e situação econômica

De acordo com a APAS, o isolamento social não é o único motivo que faz as vendas de chocolates caírem nessa Páscoa , mas o contexto econômico também tem pesado bastante nessa conta. “Famílias voltaram seus gastos para produtos básicos, higiene e limpeza. Os supermercados, diante da situação, diminuíram suas ilhas e parreiras de chocolate focando seus esforços e abastecimento em itens mais procurados na crise do coronavírus”, informa a associação. 

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De olho na questão econômica, os supermercados Mundial apostaram na venda de tabletes e bombons de chocolate . Apesar do corte na encomenda dos ovos de Páscoa, a rede comprou 15% a mais dos demais chocolates. Pedro Paulo Leite, gerente comercial responsável pelo setor de chocolates do Mundial acredita, inclusive, que o isolamento social deve incentivar o consumo do doce.

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“A venda de ovos de páscoa cai, muito por conta do preço, já que o cliente faz um comparativo de gramatura. Em relação às vendas, principalmente de tabletes e bombons, elas estão nos surpreendendo positivamente. Por o consumidor ficar em casa, ele acaba consumindo mais. Aliás, quem não gosta de comer um chocolate à tarde?”, comenta o gerente. 

Menos demanda, mais descontos

Do lado da indústria , a produção continua. Embora a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab) não tenha projetado expectativas para a produção de chocolates nesta Páscoa, o órgão afirma que as fábricas associadas “seguem em operação e trabalhando para que seus produtos cheguem às casas dos brasileiros”. 

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Com a produção acontecendo e muitas lojas fechadas , a solução encontrada pela indústria tem sido vender mais aos supermercados. “Com o fechamento de lojas especializadas e varejistas de chocolate, as marcas têm oferecido seus produtos para os supermercados. Alguns fornecedores oferecem descontos de até 15% para poderem vender mais seus estoques, e os supermercadistas têm repassado esse desconto para os consumidores”, informa a APAS.

Chocolate é essencial? 

Muitas lojas especializadas em chocolate deixaram de funcionar em todo o país devido às recomendações de fechamento do comércio. Em Belo Horizonte, porém, a situação deu o que falar. 

No início da semana, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) autorizou o funcionamento das lojas de chocolate localizadas no comércio de rua. De acordo com a entidade, a entrega de alimentos é considerada essencial. 

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“No entendimento da CDL, as lojas que vendem bombons, doces, ovos de Páscoa podem abrir, sim. Elas são lojas de alimentos, então podem estar abertas e podem colocar seus colaboradores para ajudar nas vendas”, declarou Marcelo de Souza e Silva, presidente da CDL/BH. 

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Na manhã desta terça-feira (7), porém, o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, publicou um decreto que proíbe a venda de mercadorias dentro das lojas da cidade. “Já assinei o decreto. As lojas de Belo Horizonte, inclusive as de chocolates, só poderão atender da porta pra fora, sem clientes do lado de dentro”, disse o prefeito em sua conta no Twitter. 

Marcas apostam nas vendas online

Para driblar a impossibilidade de vender em lojas físicas e a queda nas compras de ovos de Páscoa nos supermercados , algumas marcas têm apostado em outras possibilidades. “As indústrias estão trabalhando em conjunto com os pontos de venda para garantir a organização e disponibilidade dos produtos, além de também estarem fortalecendo seus serviços de atendimento via internet e por delivery como alternativas aos consumidores para o acesso aos produtos”, afirma a Abicab. 

É o caso da Cacau Show e da Lacta , por exemplo. A Cacau Show, que disse que não tem como prever uma estimativa de vendas e que está “vivendo um dia após o outro”, apostou no e-commerce, no delivery e nos descontos. 

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A empresa fechou todas as lojas devido à pandemia de Covid-19 e, no dia 23 de março, paralisou a indústria e passou a se dedicar apenas à Páscoa. A Cacau Show criou um site para vender os produtos, oferecendo descontos progressivos nos ovos de Páscoa, que podem chegar a 50%, e condições especiais de parcelamento. 

Além disso, a companhia fez uma parceria com o iFood, que já entrega os produtos da marca em todas as capitais brasileiras. A Lacta também apostou nos aplicativos de entrega, fazendo parcerias com Rappi e Uber Eats. 

Além disso, a marca também criou um e-commerce próprio com a ajuda da startup de tecnologia Lett. O site encontra a loja mais próxima do consumidor e direciona a entrega dos ovos de Páscoa da Lacta em um curto período de tempo.

Fonte: IG Economia
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Economia

Walmart enfrenta processo após morte de funcionário por Covid-19

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Divulgação

Em Chicago, ao menos cinco funcionários da mesma loja da Walmart foram vítimas fatais da Covid-19



Um funcionário do  Walmart  em Illionois, nos Estados Unidos, foi uma das vítimas fatais da Covid-19 no país. Agora, a família de Wando Evans está processando a rede e afirma que a empresa não fornecia materiais sanitários e de proteção ao  novo coronavírus  aos funcionários.

Quatro dias após a morte de Evans, que faleceu no dia 25 de março, quatro outros empregados da mesma loja tiveram complicações devido à doença e vieram a óbito. Os familiares do funcionário do primeiro caso acusam a Walmart de negligência.

Segundo os documentos judiciais, a loja no sul de Chicago não era propriamente limpa, o que oferecia riscos tanto aos trabalhadores quanto aos compradores. Equipamentos de proteção, como máscaras e luvas, não foram em nenhum momento fornecidos aos funcionários.

“Nós tomamos muitas medidas pelo país para proteger nossos associados e consumidores, incluindo medidas adicionais de limpeza, marcações de distanciamento social no chão e limitação de número de clientes na loja ao mesmo tempo”, é o que afirma o Walmart até o momento.

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Fonte: IG Economia
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“Uma liberação de capital desse tamanho na economia é inédita”, diz Campos Neto

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Roberto Campos Neto, presidente do BC arrow-options
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Roberto Campos Neto, presidente do BC

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse nesta terça-feira (7), durante uma coletiva de imprensa que as medidas do BC Central para conter a crise econômica provocada pela pandemia do novo cornavírus  (Sars-Cov-2) somam uma liberação de capital de R$ 1,218 trilhão, o que corresponde a 16,7% do PIB. 

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Campos Neto comparou as medidas com as realizadas durante a crise econômica de 2008, que corresponderam a 3,5% do PIB. “Uma liberação de capital desse tamanho na economia é inedita no Brasil. Nunca havia sido feita”, afirmou Neto.

Segundo ele, o País foi o que mais agiu em termos de suporte ao crédito e à liquidez diante da pandemia. “Se a gente comparar o Brasil com o resto do mundo, a gente foi ágil, eficiente e grande”, completou.

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O presidente do Banco Central falou que a missão da entidade é manter sistema com bastante liquidez e ter condições estimulativas de olho no canal de crédito. 

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Entre as medidas, Campos Neto apontou a realização de swap cambial com com Fed (Federal Reserve, o banco central dos EUA), e a criação de linha de crédito para pequenas e médias empresas.

Fonte: IG Economia
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