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PF e Exército seguem para Terra Indígena Yanomami após ataque de garimpeiros

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Yanomamis que vivem na comunidade Palimiú, em Roraima
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Yanomamis que vivem na comunidade Palimiú, em Roraima

Agentes da Polícia Federal e militares do Exército seguem nesta terça-feira (11), para a comunidade de Palimiú, no interior da Terra Indígena Yanomami, após conflito armado entre garimpeiros e indígenas . O confronto deixou três invasores mortos e seis feridos, entre eles um indígena atingido na cabeça de raspão, de acordo com o presidente do Conselho de Saúde Indígena Yanomami e Ye´kuanna, Júnior Hekurari Yanomami. A PF abriu investigação para apurar o caso.

Hekurari afirmou que esteve ontem no local do conflito por volta das 15h15 e confirmou junto com outros indígenas que três garimpeiros foram mortos e outros cinco foram feridos a tiros e flechadas .

“Eles chegaram a entrar na comunidade, eles foram para lá para fazer um massacre. Em 15 dias, é a terceira vez que acontece o conflito na comunidade Paliniú. Precisamos de segurança urgente para as crianças e mulheres. Ele estão armados com armamento de militar, com fuzil, metralhadora”.

Segundo ele, foram apreendidos pelos yanomamis que fazem a barreira de controle na comunidade dois quadriciclos, 5 mil litros de combustível e avoadeiras dos criminosos.

“Não descartamos um ataque a qualquer momento por vingança. E todos os materiais deles estão apreendidos na barreira Yanomami – Hekurari”.

O confronto se deu quando, por volta das 11h30 desta segunda-feira, sete embarcações de garimpeiros atracaram na comunidade e deram início ao ataque contra os índios. Foi solicitada a retirada da equipe de saúde da Terra Indígena “para resguardar a integridade física dos servidores”.

“Dada a gravidade dos fatos e o perigo iminente de novos conflitos, não será possível que a Funai diligencie até a comunidade para colher maiores informações sem que haja escolta das forças de segurança pública”, diz comunicado assinado pela coordenadora da Frente de Proteção Etnoambietal Yanomami da Funai, Elayne Rodrigues Maciel.

Procurada, a Funai afirmou em nota que acompanha o caso junto às forças policiais e aguarda mais informações. A comunidade de Palimiú fica à Noroeste de Roraima, cerca de 260 quilômetros da capital Boa Vista.

A Hutukara Associação Yanomami já havia enviado um ofício no último dia 30 de abril para os órgãos federais sobre a ocorrência de tiroteios entre indígenas e garimpeiros no Palimiú, na subida do rio em direção à base de Korekorema, no rio Uraricoera. Cinco garimpeiros foram expulsos pelos índios após o tiroteio. Mas, conforme a apuração, a entidade não obteve retorno.

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Lázaro teria atravessado rio para voltar a mata fechada, acredita a polícia

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Pastor alemão Sauke é carregado no ombro por PM após se ferir em rio de Cocalzinho de Goiás durante as buscas por Lázaro
Foto: Reprodução/Polícia Militar de Goiás

Pastor alemão Sauke é carregado no ombro por PM após se ferir em rio de Cocalzinho de Goiás durante as buscas por Lázaro

Com duas semanas completas de buscas pelo serial killer do DF, Lázaro Barbosa,  a polícia de Goiás acredita que o criminoso tenha fugido fugido pelo rio dos Macacos e depois pelo rio da Areia para chegar em uma área a cerca de 20 km do perímetros de buscas da polícia — que trabalha região entre Águas Lindas e Santo Antônio. As informações são da Record TV.

Segundo a emissora, Lázaro está com um celular, entrou em contato com a família e diz que conta com a ajuda de comparsas. Os agentes não sabem se o criminoso fez o percurso de fuga a pé ou se tem alguém ajudando a dar cobertura.

Diferentemente da semana passada, as buscas agora estão sendo realizadas em uma região de mata aberta — que não é de domínio de Lázaro. Por isso ele teria optado por atravessar o rio para dificultar o trabalho da polícia.

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Governo diz a Barroso que 72% dos indígenas já estão imunizados contra Covid-19

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Vacinação na aldeia indígena Umariaçu
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Vacinação na aldeia indígena Umariaçu

 O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, informou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso que 72% dos indígenas de terras homologadas e não homologadas já estão vacinados contra a Covid-19, com primeira e segunda dose — e que o governo adotou toda a proteção possível às comunidades.

Barroso é o relator da ação que pede maior proteção aos povos indígenas durante a pandemia da Covid-19 e recebeu presencialmente no gabinete no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), além de Queiroga; o ministro da Defesa, general Braga Netto, e o advogado-geral da União, André Mendonça, para tratar do cumprimento das decisões proferidas na ADPF 709.

No julgamento desta ação, concluído na última sexta-feira, o Supremo determinou que o governo federal adote imediatamente todas as medidas necessárias para garantir proteção da vida, da saúde e da segurança das populações indígenas nas terras Yanomami e Munduruku.

O ministro da Defesa esclareceu que questões orçamentárias estavam superadas e que as Forças Armadas darão apoio à Polícia Federal para a execução do plano de isolamento de invasores em terras indígenas (Plano Sete Terras Indígenas).

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De acordo com a assessoria de imprensa do Supremo, após o encontro com os integrantes do governo federal Barroso agradeceu a colaboração dos Ministérios da Saúde e da Defesa, que classificou como indispensáveis para a preservação da vida e da saúde das comunidades.

No início da tarde, o ministro se reuniu por videoconferência com lideranças das comunidades indígenas Munduruku e Yanomami. As comunidades narraram grandes dificuldades e riscos para a segurança em razão da presença de invasores em suas áreas e reforçaram a importância do Supremo para a sua proteção.

A ação que pede maior proteção aos povos indígenas na pandemia foi apresentada em 2020 pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) e seis partidos políticos — PSB, PSOL, PCdoB, Rede, PT, PDT — que apontavam omissão do governo federal.

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VÍDEO: Cão se fere em buscas por Lázaro e é carregado nas costas de policial

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Pastor alemão Sauke é carregado no ombro por PM após se ferir em rio de Cocalzinho de Goiás
Foto: Reprodução/Polícia Militar de Goiás

Pastor alemão Sauke é carregado no ombro por PM após se ferir em rio de Cocalzinho de Goiás

Nesta terça-feira (22), as buscas por Lázaro Barbosa chegaram ao 14º dia, ele é acusado de matar uma família inteira em Ceilândia (DF) . Também hoje, um vídeo da caçada viralizou nas redes sociais. Um dos cachorros que participa da ação policial se machucou e foi carregado nas costas por um militar. 

O pastor alemão do Comando de Policiamento de Cães (CP Cães), Sauke, se machucou em uma pedra dentro de um rio no último dia 17. Ele teve um corte na pata traseira e, segundo a Polícia Militar, está bem. 

A corporação disse que Sauke foi retirado das operações de busca por Lázaro e levado a Goiânia, onde recebeu atendimento de um médico veterinário.

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No total, cinco cães farejadores trabalham nas buscas pelo suspeito, entre eles, a cadela Cristal, que ajudou nas buscas em Brumadinho (MG) . Todos são cachorros de rastreio, que farejam por odores específicos, como vestígios ou roupas em diversos terrenos, inclusive na água.

Também na última quinta-feira (17), durante um tiroteio com a polícia, Lázaro tentou acertar um cão farejador. “Ele tentou acertar um dos cachorros, segundo os policiais que estavam lá na ação. Eles visualizaram ele e revidaram”, afirmou Rodney Miranda secretário de Segurança Pública de Goiás. 

*Com informações do G1

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