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Política Nacional

PF intima Lula a depor no inquérito de suposta compra de apoio político

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O ex-presidente petista Luiz Inácio Lula da Silva arrow-options
Marcelo Camargo

Lula recebeu intimação na carceragem

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva também foi intimado a depor no inquérito sobre suposta compra do apoio político de senadores e ex-senadores do PMDB à campanha da ex-presidente  Dilma Rousseff  nas eleições de 2014. Lula foi intimado na carceragem da Polícia Federal no Paraná , onde está preso desde o ano passado, segundo disse ao jornal O Globo uma autoridade policial. Para os investigadores do caso, o ex-presidente teria avalizado as negociações que resultaram no repasse de aproximadamente R$ 41 milhões a políticos do PMDB.

O dinheiro teria como origem uma parcela de financiamentos obtidas pela JBS junto ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) entre 2008 e 2014. Mais de 40 políticos, empresários, advogados e lobistas são investigados no inquérito aberto a partir de um dos depoimentos da delação premiada dos irmãos Joesley e Wesley Batista , ex-executivos da J & F, controladora da JBS . Na segunda-feira, o procurador-geral Augusto Aras endossou o pedido de rescisão da delação dos dois irmãos, mas pediu que o Supremo Tribunal Federal mantenha provas e depoimentos obtidos a partir do acordo de colaboração com os empresários.

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A Polícia Federal chegou a pedir a prisão da ex-presidente Dilma Rousseff, do ex-ministro Guido Mantega, do ex-presidente do Senado Eunício Oliveira e mais outras sete pessoas suspeitas de envolvimento na suposta compra de apoio político à aliança entre o PT e o PMDB nas eleições presidenciais de 2014. O pedido teve parecer contrário da Procuradoria-Geral da República e foi rejeitado pelo ministro Edson Fachin, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF).

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Fachin autorizou, no entanto, a intimação da ex-presidente Dilma e de outros investigados. A Polícia Federal também planejava pedir a prisão dos senadores do PMDB Renan Calheiros (AL), Eduardo Braga (AM) e Jader Barbalho (PA). O delegado Bernardo Vidalli Amaral, que está à frente do inquérito, escreveu que só não pediu a prisão dos senadores porque a Constituição “veda, em regra, prisão cautelar de parlamentares no exercício do mandato”.

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Política Nacional

Flávio Bolsonaro declara apoio a quem teve perfil derrubado pelo Facebook

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bolsonaro
Divulgação

Senador se ofereceu para divulgar na criação de novos perfis


O senador Flávio Bolsonaro usou o Twitter, na noite desta quarta-feira (08), para escrever uma mensagem de apoio aos usuários que tiveram seus perfis derrubados pelo Facebook , por suspeita de disseminação de conteúdo criminoso.


Ele afirma que “todos os perfis que foram injustamente censurados por Facebook e Instagram – aparentemente por apoiarem o presidente Bolsonaro”.

Na mesma mensagem, Flávio ainda se dispõe a ajudar esse usuários na divulgação de possíveis novos perfis. “Assim que criarem seus novos perfis para exercerem a sagrada liberdade de expressão, avisem no privado ajudarei a divulgá-los”, escreveu.

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Política Nacional

Moro comemora suspensão de contas ligadas à família Bolsonaro

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Sergio Moro
Agência Brasil

Moro parabenizou o Facebook pela remoção das páginas.

O ex-juiz e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro , utilizou suas redes sociais para comemorar a  remoção de perfis e páginas ligadas ao PSL e a funcionários dos gabinetes da família Bolsonaro. As postagens foram feitas pelo magistrado no fim da tarde desta quarta-feira (8).

Na postagem, Moro diz ter sido vítima do que ele chamou de “rede de mentiras” e afirmou que as pessoas “perderam qualquer senso de decência”. Confira a postagem:

A rede citada pelo ex-ministro era composta por 73 perfis, 14 páginas e um grupo no Facebook. Ela postava conteúdos políticos, memes e críticas a figuras da oposição. A remoção aconteceu por práticas proibidas pela plataforma.

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Política Nacional

Facebook remove contas falsas ligadas ao PSL e gabinetes da família Bolsonaro

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Jair Bolsonaro
Reprodução/Facebook

Contas tinham ligação com funcionários dos gabinetes da família Bolsonaro.

O Facebook removeu contas falsas que estavam ligadas ao PSL e a funcionários dos gabinetes da família Bolsonaro . Ao todo, a rede social excluiu 73 contas, 14 páginas e um grupo. A ação também foi feita no Instagram, que pertence ao Facebook e aconteceu nesta quarta-feira (8).

Segundo a rede social, a remoção aconteceu porque as páginas e perfis realizavam ações proibidas, como o uso de contas falsas, envio de spam e adoção de ferramentas para ampliar a presença nas redes. O Facebook derrubou outros grupos semelhantes nos Estados Unidos, na Ucrânia e em outros países.

Mesmo com os envolvidos tentando disfarçar suas identidas, o Facebook conseguiu comprovar a ligação dos perfis com pessoas relacionadas ao PSL e funcionários de dois deputados federais: Anderson Moraes e Alana Passos, ambos do PSL-RJ. A rede social diz ainda que existem indícios de que, assim como os parlamentares, o deputado federal Eduardo Bolsonaro e o presidente Jair Bolsonaro estariam diretamente envolvidos.

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As contas e páginas removidas faziam postagens e memes sobre políticas, críticas a nomes contrários ao governo, grupos de mídia e profissionais da imprensa. Recentemente, o grupo começou a distribuir textos, vídeos e fotos sobre a pandemia. O Facebook não informou se o conteúdo continha fake news, mas garantiu que esse não foi o motivo da remoção.

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