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Picape de 800 cv bate recorde de potência e desempenho

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Picape Ford
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Picape Hennessey Venon 800 passa a ser a picape mais potente do mundo, superando a rival Ram TRX 1500

A briga de picapes nos Estados Unidos pega fogo. Depois da Ram 1500 TRX ter se tornado a mais potente do mundo, eis que a Hennessey resolve desbancar a rival ao apresentar a versão preparada da F-150 2021 com 800 cv, potência para acelerar de 0 a 100 km/h em meros 3, 5 segundos, ante 4,5 s da concorrente.

O motor V8 5.0 original da Ford, que vem na F-150 Platinum Edition Super Crew , deu lugar a outro, com 3.0 litros de cilindrada, sobrealimentado, com intercooler de alto fluxo de ar frio, novos injetores, bomba de combustível modificada, coletores de escapamento de aço inoxidável, entre outros itens. Funciona com E85, mistura de 85% de etanol e 15% de gasolina.

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O resultado final é a picape mais potente e veloz do mundo atualmente. Além dos 800 cv, o novo motor da Hennesey Venom 800 é capaz de gerar brutais 100,5 kgfm de torque a 4.100 rpm, o que é suficiente para percorrer os primeiros 400 metros, partindo do imobilidade, em 11,9 segundos, cruzando a marca com o velocímetro marcado 186 km/h.

A lista de modificações na picape da Ford é extensa e também inclui novos freios Brembo, com pinças de 6 pistões, que ficam à mostra pelos vãos das rodas de aro 20 montados em pneus de 35 polegadas de diâmetro, feitos para rodar na terra. Também incluíram amortecedores customizados e que ajudam a aumentar a distância do solo.

Quanto às mudanças visuais, há novos para-choques, faróis e lanternas de LED no lugar das lâmpadas convencionais e nova grade frontal. No mercado americano, a Hennessey Venom 800 sai por US$ 149.500, ou em torno de R$ 773 mil numa conversão simples. Apenas 100 unidades estão previstas para serem produzidas para todo mundo.

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Fonte: IG CARROS

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Veja 5 versões da Ford Ranger que não tivemos no Brasil

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A Ford Ranger foi lançada nos Estados Unidos em 1982, como a primeira picape compacta (para os padrões americanos) da marca projetada e produzida no país. Apesar do visual próximo ao das Série-F da mesma época, se diferenciava pelas dimensões menores e pelo uso de motores de quatro cilindros a gasolina.

No Brasil, a Ford Ranger foi mostrada no final de 1994. Já em sua segunda geração, lançada dois anos antes nos EUA, foi a primeira picape média do mercado brasileiro. Era oferecida apenas nas versões XL (cabine simples) e STX (cabine estendida), sempre com o motor 4.0 V6 a gasolina de 162 cv. Importada inicialmente dos Estados Unidos, passou a vir da Argentina em 1997, quando ganhou a opção do motor 2.3 de quatro cilindros e 114 cv.

Desde então, as gerações seguintes da picape vieram importadas do país vizinho, onde o modelo é produzido na fábrica de General Pacheco. Recentemente, a marca do oval anunciou o investimento de US$ 580 milhões para a produção de uma nova geração da Ranger na Argentina, a partir de 2023. Confira abaixo as versões do modelo que nunca tivemos no Brasil.

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1 – Ranger EV

Ford Ranger EV
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Ford Ranger EV elétrica da picape tem autonomia de apenas 105 km, com baterias de níquel-hidreto

A Ford desenvolveu nos Estados Unidos a Ranger EV , uma variação da picape média equipada com um conjunto motriz elétrico, que foram oferecidas em contratos de leasing principalmente para clientes corporativos.

O motor, posicionado na dianteira, desenvolvia 60 cv e era alimentado por baterias de chumbo-ácido ou níquel-hidreto metálico posicionadas sob o chassi, que garantiam uma autonomia de até 105 km. Foram produzidas cerca de 1.500 unidades da Ranger elétrica entre 1998 e 2002.

2 – Ranger tailandesa

Ford Ranger
Divulgação

Ford Ranger feita na Tailândia era uma Mazda Serie B, já que a marca americana chegou a ter 33% da japonesa

Em 1998, além da Ford Ranger “original” dos Estados Unidos, a marca do oval azul tinha na Tailândia uma outra Ranger, também uma picape média e vendida para os países do Sudeste Asiático, Oceania, Europa e África do Sul.

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Basicamente era uma Mazda Série B com nova grade frontal, com uma linha de motores composta praticamente apenas por motores diesel, com ou sem turbo. A Ranger atual vendida no Brasil surgiu inicialmente com a proposta de substituir esse modelo asiático.

3 – Thunderbolt

Ford Ranger Thunderbolt
Reprodução

Ford Ranger Thunderbolt: versão esportiva contava com motor V6, capaz de gerar 225 cv de potência máxima

Em 2002, a Ford americana ofereceu aos clientes a opção de encomendar a Ranger Thunderbolt , uma edição limitada que se destacava pelo upgrade visual e mecânico em relação ao modelo normal. As picapes saíam da fábrica e eram personalizadas por uma empresa chamada SLP Engineering.

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Além de itens estéticos como novas rodas, tampa da caçamba rígida com aerofólio e um capô com uma falsa tomada de ar, era possível pedir ainda melhorias nos sistemas de admissão e escape do motor, elevando a potência do motor 4.0 V6 para 225 cv.

4 – Ranger Wildtrak X

Ford Ranger Wildtrak X
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Ford Ranger Wildtrak X: versão australiana com visual aventureiro tinha até snorkel entre as diferenças entre as demais

O nome Wildtrak X foi usado no mercado australiano para definir uma edição especial de visual mais aventureiro da Ranger. Disponível apenas com cabine dupla, se diferenciava por detalhes como as rodas especiais de 18″, snorkel e um para-choque de impulsão com uma barra de LEDs.

Mecanicamente, o modelo podia ser equipado com o motor 3.2 turbodiesel de cinco cilindros, combinado ao câmbio automático de 6 marchas (o mesmo conjunto usado na Ranger argentina) ou um 2.0 biturbo de quatro cilindros, que funciona com câmbio de 10 marchas.

5 – Ranger Raptor

Ford Ranger Raptor
Divulgação

Ford Ranger Raptor: versão mais poderosa da picape, que é vendida em vários países. Tem motor de 213 cv e câmbio de 10 marchas

A Ranger Raptor foi revelada na Tailândia em 2018. Como deixa claro em seu nome, trata-se de uma versão mais extrema da picape média, na mesma linha da F-150 Raptor.

Além dos elementos visuais exclusivos, como as rodas, para-choque e a grade frontal, a Ford Ranger Raptor se destaca pela suspensão preparada com amortecedores Fox e pelo motor 2.0 biturbo diesel de 213 cv, combinado a um câmbio automático de dez marchas.

Fonte: IG CARROS

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Projeção antecipa visual da Ford Maverick, futura rival da Fiat Toro

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Ford Maverick
Kleber da Silva

Ford Maverick: nova integrante da família de picapes da Ford, que já conta com Ranger e F-150, todas previstas para virem ao Brasil

A decisão global de fechar suas fábricas em Taubaté (SP) e Camaçari (BA) não afeta o cronograma da Ford , que pretende lançar um novo SUV médio para concorrer com o Compass , o Bronco Sport , e uma picape intermediária para desbancar a Fiat Toro . Esta última vai ser chamar Maverick , e o designer  Kleber da Silva preparou uma projeção mostrando como ela deverá ser.

A projeção foi feita com base em um flagra recente do modelo camuflado, vazado pelo site Maverick Truck Club, na linha de montagem do México. Assim que chegar ao Brasil, o que deverá acontecer no fim do ano, a Ford Maverick terá como alvo a Fiat Toro , líder do segmento de picapes intermediárias.

Ford Maverick aparece na linha de montagem no México antes da estreia
Reprodução/ Maverick Truck Club

Ford Maverick aparece na linha de montagem no México antes da estreia, que deverá acontecer apenas em 2022

A frente da Maverick terá ampla grade e faróis repartidos em três segmentos, em formato de C, seguindo a tendência da Ford nos modelos Ranger e F-150. No Brasil, é provável que a Maverick seja equipada com o mesmo motor 2.0 do EcoSport, acoplado ao câmbio automático de seis marchas e tração dianteira.

A Ford também terá outros lançamentos no Brasil em 2021, como Bronco Sport , Ranger Black e o Mustang Mach 1 , versão mais potente do esportivo, equipado com motor V8 de 480 cv que pode funcionar com câmbio automático de 10 marchas, ou manual de seis.

A Ford Maverick não terá apenas a Fiat Toro e a Renaut Oroch entre os rivais no Brasil, já que a GM acaba de confirmar aporte de R$ 10 bilhões no País para a fabricação de novos modelos . Embora a marca não confirme, um deles será uma picape maior que a Montana.

Além disso, também existe a VW Tarok , que chegou a ser mostrada como protótipo no Salão do Automóvel, no São Paulo Expo, em 2018 (talvez o último no Brasil) e que pode ter uma versão de produção assim que a fabricante decidir tocar o projeto adiante.

Fonte: IG CARROS

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Alta do ICMS em SP provocará fechamento de lojas, aponta entidade

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Segundo a Fenauto, alíquota de ICMS dos usados passou de 0,9% em 207 para 5,52% agora, aumentando bastante os custos dos lojistas

Os revendedores de carros e motos bem que tentaram. Mas apesar de o governo de São Paulo ter suspendido o aumento de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) para alimentos, medicamento e energia elétrica insumos agrícolas para produtores rurais, os veículos usados não escaparam do reajuste de 207% do tributo, que passou a valer nesta sexta-feira (15).

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A Fenauto (Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores) destacou que a decisão de manter o reajuste do ICMS “vai gerar o fechamento de lojas e a demissão de milhares de profissionais”, podendo afetar cerca de 40 mil empregos apenas nos dois primeiros meses. A entidade que representa os lojistas de carros e motos do país destacou ainda que vai continuar trabalhando para reverter a decisão do governo estadual, inclusive pela via judicial.

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Em comunicado conjunto divulgado nesta semana por cinco entidades empresariais, a Fenauto destacou que, até 2017, um carro de R$ 50 mil pagava R$ 450 de ICMS, com alíquota de 0,9% sobre o valor da nota fiscal de venda. De lá para cá, esse percentual dobrou para 1,8% e agora é de 5,52%.

A medida faz parte do pacote de reajuste fiscal das contas do governo de São Paulo. Segundo dados da Secretaria da Fazenda e Planejamento, o déficit estimado para 2021 é de R$ 10,4 bilhões, resultado da queda da atividade econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus.

Além da elevação do ICMS na venda de usados, outra medida polêmica foi a mudança nas alíquotas do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores), com o aumento das alíquotas para veículos elétricos ou movidos somente a etanol e GNV ou aqueles de propriedade de locadoras, além da cobrança do imposto de donos de veículos PCD sem deficiências graves, que teria impactado 80% dos antigos beneficiados com a isenção.

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Fonte: IG CARROS

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