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Polícia investiga youtuber que “devolveu” filho com autismo para adoção

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Uma semana após a youtuber Myka Satauffer e o marido, James, revelarem que enviaram o filho adotado, Huxley, de quatro anos, para uma nova família , a polícia entrou na história. Ao E! News , as autoridades do estado de Delaware, Estados Unidos, confirmaram que iniciaram uma investigação para ser como a criança está fisicamente e emocionalmente.

família
Reprodução/Instagram

Na foto, os pais aparecem com Huxley e os quatro filhos biológicos

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Eles ainda disseram que várias pessoas entraram em contato para denunciar o caso e saber sobre o paradeiro da criança. As autoridades explicam que Huxley não está desaparecido, porém, a situação é, sim, preocupante. “Nossa principal preocupação é com o bem-estar dessa criança, assim como das outras crianças da casa”, diz Tracy Whited, representante policial da região.

“Nossa investigação está em andamento e vamos incluir contato com todos os filhos para garantir a segurança”, completa. Além de Huxley, a família tem mais quatro filhos biológicos.

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Tracy afirmou que o novo processo de adoção está sendo acompanhado de perto. “Todos os casos de adoção são confidenciais e devem passar por um processo completo com requisitos e salvaguardas específicas. Nas adoções particulares, existem os mesmos requisitos legais. Estamos confiantes de que o processo apropriado está ocorrendo”. Segundo as autoridades, pelo caso envolver uma criança, outros detalhes são confidenciais.

mulher e criança
Reprodução/Instagram

Huxley é uma criança no espectro autista

De acordo com o BuzzFeed News , outras agências foram incluídas na investigação para entender quem exatamente facilitou a transferência de Huxley para uma nova família e se as agências estaduais ou de adoção foram consultadas durante o processo.

Susan SoonKeum Cox, vice-presidente da Holt International, organização sem fins lucrativos de adoção dos EUA, também comentou o caso: “Colocar nas redes sociais e falar que ‘nós achamos uma outra família’. O que isso significa? Isso passou por uma agência? A família que ele foi mandado foi analisada por alguém antes? Isso é muito incomum”.

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Detalhes do caso

Após quatro anos do início do processo de adoção, Myka Stauffer publicou um vídeo em seu canal no YouTube revelando que ela e o marido optaram por encontrar outra família para Huxley. Como o garoto faz parte do espectro autista , necessita de cuidados especiais que a família não conseguiu atender.

“Não há nenhum pedação do Huxley que não amamos. Não houve um minuto com ele que não tentamos o nosso melhor e, após múltiplos esforços e avaliações, vários profissionais da saúde sentiram que ele precisava de um lugar diferente para suprir suas necessidades médicas”, falou no vídeo.

A atitude da família foi amplamente criticada nas redes sociais.

Fonte: IG Mulher

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Cidade nos EUA regulariza relacionamentos poliamorosos por conta de covid-19

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A cidade de Somerville, em Massachussets decidiu reconhecer relacionamentos poliamorosos como oficiais. A mudança foi determinada para que pessoas possam visitar seus parceiros que estão internados por covid-19 nos hospitais mesmo sem serem casadas.

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Pixabay

Membros de relacionamentos poliamorosos poderão visitar seus companheiros nos hospitais de Somerville

O conselho da cidade aprovou a medida na semana passada. “As pessoas vivem em relacionamentos poliamorosos e provavelmente têm uma eternidade. No momento, nossas leis negam sua existência e isso não me parece o caminho certo para escrever leis em qualquer nível”, disse Davis. 

A lei também já passou pelo prefeito Joseph Curtatone e deve entrar em vigor em breve. Em muitos países do mundo, relacionamentos poligâmicos não podem ser oficializados. No Brasil, egundo o artigo 235 do Código Penal, se pessoas já casadas consagrarem o matrimônio novamente, podem pegar entre dois e seis anos de reclusão.

Fonte: IG Mulher

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Fui traída. Isso significa que é uma relação abusiva?

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Em tempos de  “exposed” e denúncias de infidelidade nas redes sociais, a discussão sobre traição ser ou não um abuso voltam à tona. Afinal, ser traída significa estar em uma relação abusiva ? Com isso em mente, buscamos algumas profissionais para discutir o assunto. 

ilustração de mulher com coração partido
FreePik

Toda traição é abuso? Psicólogas comentam o que pode ser considerado uma relação abusiva

Para a psicóloga Livia Marques, especialista em terapia cognitiva comportamental, a traição pode, sim, ser considerada um abuso. “Em muitos casos, pode se configurar como um abuso por expor e desrespeitar o limite e o corpo do outro. A partir do momento em que você trai, você coloca o outro em lugar vulnerável e de exposição. É abusar da boa vontade, do afeto e da confiança”, diz. 

Para entender a traição como abuso, Livia explica que é preciso romper com a ideia de que o abuso é apenas físico. “O abuso pode ser quebrar combinados dentro de um relacionamento”, pontua. 

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Ela ainda comenta que “quando falamos de traição, não estamos falando de padrão”, por isso, não é possível “medir” o que o outro sente com base nas nossas experiências, ou seja, não dá para dizer que não é abusivo, se a mulher afirma que é. “A traição pode acontecer comigo de uma forma e eu interpretar de um jeito, mas o outro não. Não podemos medir o que o outro está sofrendo com a nossa régua”, comenta. 

Livia ainda lembra: “Relacionamentos abusivos são tóxicos e a traição é tóxica, porque ela fere você”.

Por outro lado, Marina Prado Franco, psicóloga mestre em psicologia clínica pela PUC-SP, diz que é preciso analisar alguns pontos antes de afirmar que traição é abuso. “Traição por si só não pode ser considerada um abuso, mesmo em caso de um relacionamento monogâmico. Quando a traição acontece, se for isolada, é muito mais uma irresponsabilidade afetiva, uma não transparência no relacionamento com o outro do que um abuso propriamente”, pontua.

Rosângela Matos, especialista em relacionamentos, concorda. “Quando a traição vem acompanhada de manipulação, abuso psicológico, humilhações e jogos emocionais pode ser considerado um abuso”, explica.

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Nesse sentido, Marina diz que é preciso de um histórico associado a outros comportamentos, como esses citados por Rosângela. “O abuso preciso de uma junção de comportamentos que, em alguns casos, inclui a traição”, completa.

Afinal, o que é um relacionamento abusivo?

Segundo Livia, um  relacionamento abusivo é aquele onde um deseja controlar o outro, desrespeitando o espaço, se aproveitando do amor e da afetividade do outro. “Às vezes, nem percebemos o abuso, porque nem sempre é físico. É o controle, a falta de cuidado, o abandono”.

Rosângela reforça que é toda e qualquer forma de controle sobre o outro e alerta para atitudes como: 

  • Ciúme possessivo e desconfiança 
  • Manipulação 
  • Isolamento da família, amigos e círculo social 
  • Críticas constantes e humilhação
  • Jogos emocionais que fazem com que a vítima acredite que não faz nada direito 
  • Controle sobre roupas, patrimônio, celular e senhas e até mesmo escolhas

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Fonte: IG Mulher

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Adriane Galisteu diz que já viveu relacionamento abusivo

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Em live no Instagram, Adriane Galisteu disse que já viveu um  relacionamento abusivo no passado. “A gente vive relacionamentos abusivos sem saber que são. Por isso, é tão importante que a gente fale mais sobre esse assunto”, falou na transmissão ao vivo. 

adriane galisteu
Reprodução/Instagram

Adriane Galisteu dividiu com seus seguidores do Instagram que já viveu uma relação abusiva no passado

A apresentadora ainda comentou: “Não falo de porrada, violência física… O relacionamento abusivo acontece de diferentes formas . Já tive homem-âncora, aquele que te puxa para baixo, sabe?”. 

Galisteu também falou sobre como as amizades e conversas sobre a situação que se está passando são importantes para conseguir superar a relação abusiva . Segundo ela, foi a atriz Danielle Winits que a ajudou naquela fase. “A Dani me salvou. Somos sobreviventes! Quando a gente vive naquele angu de caroço, é bom ter alguém ao seu lado e que fale: ‘sai dessa’”.

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Fonte: IG Mulher

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