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Polícia prende mulher com rubis e safiras escondidas no corpo em aeroporto no RJ

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Pedras preciosas foram encontradas em pequenos pacotes
Divulgação Polícia Federal

Pedras preciosas foram encontradas em pequenos pacotes

A polícia prendeu em flagrante nesta sexta-feira (5) uma mulher que transportava safiras e rubis escondidas no corpo. Ela foi detida no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro , após desembarcar de um voo que vinha de Miami, nos Estados Unidos.

De acordo a brasileira, que tem 59 anos, ela foi paga para fazer o transporte das pedras preciosas. Elas foram transportadas em pequenos pacotes de plástico e ainda vão passar por um laudo definitivo para que seus valores sejam apurados.

Aos agentes da Delegacia Especial no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (DEAIN/RJ), a passageira afirmou que recebeu o pagamento em dólares. A mulher vai responder pelo crime de contrabando, cuja pena pode chegar até cinco anos de prisão.

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Abaixo-assinado pede criação de Lei Henry Borel; entenda

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Henry Borel, de 4 anos, foi morto
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Henry Borel, de 4 anos, foi morto

Um abaixo-assinado busca a criação da Lei Henry Borel , para que a pena em casos agressão contra crianças seja aumentada. A proposta circula no site Change.org, que permite a criação de petições online, e já conta com mais de 166 mil assinaturas.

De acordo com o site, o objetivo do abaixo-assinado é pressionar o Congresso Federal para a criação da lei. “É urgente e mandatório que seja criada legislação tão eficiente quanto a Lei Maria de Penha, e afaste agressores do convívio de menores, além da duplicação ou triplicação de pena comparado a outros casos, sem possibilidade de progressão de regime”, propõe o texto que está sendo assinado.

O objetivo é que o texto alcance 200 mil assinaturas para demonstrar forte apoio popular. De acordo com a Constituição brasileira, qualquer cidadão pode criar uma petição pública sobre algum assunto e recolher assinaturas (que podem ser digitais) em benefício dessa causa.

As petições são sempre direcionadas a uma instituição superior, que poderá discutir o tema. No caso do pedido da Lei Henry Borel , o abaixo-assinado será encaminhado ao Congresso Nacional.

Henry Borel , de 4 anos, chegou sem vida a um hospital no último dia 8 de março. Atualmente, Jairinho e Monique Medeiros , padrasto e mãe do garoto, estão presos acusados de serem responsáveis pelo assassinato.

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Covid-19: MPF investiga denúncias de aglomeração em base da Marinha no Rio

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Covid-19: MPF investiga denúncias de aglomeração em base da Marinha no Rio
ESTADÃO CONTEÚDO

Covid-19: MPF investiga denúncias de aglomeração em base da Marinha no Rio

Após receber denúncias de possíveis aglomerações em uma base da Marinha do Brasil no Rio de Janeiro, o Ministério Público Federal (MPF) iniciou uma investigação para apurar os fatos. De acordo com o “G1”, militares do Centro de Instrução Almirante Alexandrino (CIAA), na Zona Norte da capital fluminense, relataram que o quartel tem descumprido as medidas protetivas e as normas de segurança durante a pandemia da Covid-19.

Imagens obtidas pelo site, que foram captadas no local, mostram alojamentos lotados, alunos e militares sem máscara de proteção, e pouco distanciamento em atividades ao ar livre.

Ainda de acordo com a reportagem, não há aferição de temperatura na entrada, não é oferecido álcool em gel para os alunos e reclamações são contidas com ameaça de punição. Além, disso, há aglomerações em todos os espaços do loca, como banheiros, refeitórios, sala de aula e alojamentos. Só no quarto, são cerca de 25 pessoas em um pequeno espaço trocando de roupa.

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Hoje, o CIAA tem aproximadamente 2,7 mil alunos. O curso para cabo, por exemplo, teve início no dia 7 de janeiro e tem duração de aproximadamente um ano. Conforme as denúncias, há muitos casos de Covid na unidade da Marinha.

“Tem muitos casos de Covid lá dentro. Tem campanhas (colega) que perderam pais, estão com filho com Covid e mesmo assim continuam indo pro curso. Quando um praça chega lá com sintomas, eles dão a dispensa, mas quando o militar apresenta uma dispensa de um outro hospital eles dizem que quando entramos em janeiro estávamos bons de saúde. E desconsideram o atestado”, relatou um militar ao “G1”.

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Depois das denúncias, o MPF convocou o comandante da unidade da Marinha, o contra-almirante Alexander Reis Leite, para prestar esclarecimentos dos fatos. Ao procurador da República do Rio de Janeiro, Fábio de Lucca Seghese, o militar afirmou que o CIAA segue o Plano de Atividades para Acompanhamento da Evolução da Pandemia no Brasil e na Família Naval. Segundo o comandante, o planejamento tem o propósito de orientar a progressão das atividades e a manutenção da capacidade operacional da unidade militar.

“No âmbito desta Organização Militar foram elaborados memorandos, onde contêm as informações sobre o retorno das aulas com os protocolos a serem adotados contra a Covid-19. Adicionalmente, houve a implementação de regras a serem cumpridas pelos militares do comando do corpo de alunos e pelo próprio corpo de alunos, em função de medidas de enfrentamento adotadas”, disse o contra-almirante.

O EXTRA entrou em contato com a Marinha do Brasil e com o Ministério Público Federal, mas até o momento não recebeu retorno dos questionamentos feitos.

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Caso Henry Borel: Monique foi recebida na cadeia aos gritos de “vai morrer”

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Monique no momento em que chega ao presídio, em Niterói
Tânia Rêgo/Agência Brasil

Monique no momento em que chega ao presídio, em Niterói

Monique Medeiros , mãe de Henry Borel , morto aos 4 anos, foi recebida no Instituto Penal Ismael Sirieiro, em Niterói (RJ), aos gritos de “uh, vai morrer”, segundo informações da jornalista Juliana Dal Paiva, do UOL .

Presos na quinta-feira (8), Monique e o vereaor Dr. Jairinho são investigados pelo assassinato da criança e foram acusados de estarem atrapalhando as investigações.

Relatos dizem que Monique passa os dias chorando e gritando em sua cela, isolada, porém não solicitou atendimento médico . O advogado o casal, André França Barreto nega que Dr. Jairinho tenha solicitado atendimento no presídio de Bangu 8, onde está preso.

“Ele me disse que não pediu atendimento nenhum. Ele está sem os medicamentos que precisa para dormir e isso causa certa ansiedade. Mas está bem. Disse que nem saiu da cela”, afirmou Barreto. Servidores, porém, contam uma versão contrária.

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A defesa entrou com um pedido de habeas corpus no sábado (11) alegando iegalidades cometidas durante as investigações.

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