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Policiais e bombeiros de São Paulo tem vacina de gripe antecipada para dia 30

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Vacina foi antecipada devido às estratégias de enfrentamento ao coronavírus arrow-options
Rovena Rosa/Agência Brasil

Vacina foi antecipada devido às estratégias de enfrentamento ao coronavírus

Policiais militares, civis e profissionais do Corpo de Bombeiros de São Paulo poderão se vacinar contra a Influenza (gripe) a partir da próxima segunda-feira (30) . Anteriormente prevista para dia 16 de abril, vacina foi adiantada em razão das estratégias de combate ao coronavírus (COVID-19) .

“Por recomendação do Centro de Contingência do Coronavírus, antecipamos a vacinação destes profissionais. Uma decisão amparada em medidas fundamentadas, assim como todas as iniciativas do Estado, com o objetivo de proteger a saúde e proteger vidas”, afirmou Doria , em coletiva nesta quarta-feira (25).

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Nesta primeira etapa da campanha, também serão imunizados idosos com mais de 60 anos de idade e profissionais de saúde, totalizando 6,1 milhões de pessoas. A partir do dia 16 de abril, serão vacinados os professores e pacientes com doenças crônicas, como asma, diabetes, doenças imunossupressoras e outras.

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A terceira etapa começa dia 9 de maio, e incluirá gestantes, puérperas (com até 45 dias após o parto), crianças a partir de seis meses e menores de seis anos, povos indígenas e demais grupos prioritários, inclusive dois novos públicos inseridos a partir deste ano: os adultos de 55 a 59 anos e as pessoas com deficiência (física, auditiva, visual, intelectual e mental ou múltipla). Na data de início dessa última etapa, também está previsto o “Dia D” de Mobilização Nacional, quando os postos deverão funcionar no sábado, das 8h às 17h.

Fonte: IG Nacional
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Postos de Saúde São Paulo são orientados a subnotificar Covid-19, diz emissora

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Reprodução/CNN Brasil

Orientações do Cejam

Um e-mail do último dia 25 de março obtido pela CNN Brasil revela que ao menos 37 postos de saúde da capital de São Paulo receberam ordem para não notificar casos de Covid-19 . As informações passadas pelo Cejam (Centro de Estudos e Pesquisas João Amorim) pedem que apenas casos de profissionais da saúde com queixa respiratória sejam reportados.

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Ainda conforme o e-mail obtido pela CNN, o Cejam pede que as autoridades não abram o SINAN; o Sistema de Informação de Agravos de Notificação, onde são feitas as notificações de doenças de notificação compulsória. A orientação da Secretaria Estadual de Saúde é que sejam notificados casos de pessoas de qualquer idade que apresentem tosse, febre e coriza, os sintomas mais recorrentes da Covid-19. 

O Cejam ainda indica que casos graves de Covid-19 devem ser notificados em hospitais de referência: Unidade de Vigilância em Saúde do M’Boi Mirim; Hospital Municipal do Campo Limpo; Hospital Municipal do M’Boi Mirim; Unidade de Pronto Atendimento do Campo Limpo; e Unidade de Vigilância em Saúde do Campo Limpo e o Hospital Serra Mayor.

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A reportagem do Último Segundo tentou contato com o Cejam e a Secretaria Estadual de Saúde, mas não obteve resposta. Por meio de contratos de gestão ou convênios, a Cejam atua com serviços em São Paulo, Embu das Artes, Mogi das Cruzes, Campinas e na capital do Rio de Janeiro. Na zona sul da capital paulista, a Cejam opera em trinta Unidades Básicas de Saúde com 164 equipes.

Fonte: IG Nacional
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Em época de coronavírus, noivos se casam por videoconferência

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Um casal de noivos está no cartório para oficializar a união. A jornalista Marina Maranhão, 33, e o engenheiro Thiago de Andrade, 31, estão de frente para o magistrado que formaliza o processo. Essa cena seria normal em Recife, capital de Pernambuco, se não fosse por alguns detalhes: a cerimônia aconteceu no “dia da mentira” e por uma chamada de vídeo no Whatsapp. “Quando eu falei para o Thiago que a gente ia casar assim, ele achou que eu estava brincando”, conta Marina. 

Casal arrow-options
Arquivo pessoal

O magistrado celebrou o casamento por meio de uma chamada de vídeo no celular


Apenas nesta quarta-feira (1º), 11 casais já passaram pela mesma experiência, após a suspensão temporária de atendimento presencial do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), em decorrência da Covid-19 . A iniciativa partiu dos juízes. Em seguida, os cartórios entraram em contato com os noivos e sugeriram o novo molde de celebração. 

Semanalmente, são realizados cerca de 30 casamentos de forma presencial, mas, por conta da epidemia do coronavírus, a maioria dos casais pediu para o adiamento. Porém, a juíza Juçara Figueiredo, responsável pelas oficializações, lembra que existem casos especiais que devem ser analisados separadamente.

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“Alguns casais estavam com a aquisição de imóvel já em curso e só queriam fechar o negócio após a legalização do casamento para o bem ser de ambos. Outra situação especial, foi a de uma noiva russa que já estava com viagem programada com o marido para seu país de origem, sendo dispendioso remarcar uma nova data”, afirma a juíza.

No caso de Marina e Thiago, o casamento estava marcado para o último dia 25. “A gente tinha pressa para casar porque queremos mudar para o Canadá em setembro e a legislação de lá exige a certidão de casamento. Ficamos muito preocupados com o cancelamento até então”, diz Thiago.

Marina conta que recebeu a ligação do cartório de última hora e não pensou duas vezes. “Por tudo o que está acontecendo, acho que não ter adiado o casamento foi no sentido de não desistir do nosso sonho , dos nossos planos”, afirma a jornalista. 

De acordo com a juíza Juçara Figueiredo, a presença do Judiciário nesse processo, assim como em tantos outros, acarreta implicações na vida dos envolvidos. “O Estado Juiz precisa estar presente na vida dos cidadãos, o que deve acontecer para atender às diversas demandas que, se forem adiadas podem trazer prejuízo à vida dos jurisdicionados. O casamento, não se trata apenas de um sonho, mas também de um projeto de vida , em que há muitas implicações legais”, pontua. 

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Por fim, mesmo com todas as dificuldades provocadas pela epidemia do coronavírus, a esperança de dias melhores permanecem, garante o casal Marina e Thiago. “Apesar de tudo, essa situação vai passar e os nossos sonhos vão seguir em frente. Não podemos desistir da vida. Ninguém pode ”, conclui a jovem. 

Fonte: IG Nacional
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Em segunda semana, há panelaço em protesto contra Bolsonaro

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Nesta quarta-feira (1), panelaço e gritos de “fora Bolsonaro” foram ouvidos nas capitais do Brasil. É a segunda semana seguida de protestos.


Na terça-feira (31), o presidente Jair Bolsonaro também foi alvo de gritos pedindo sua saída do cargo. No discurso, Bolsonaro tratou das medidas de combate à Covid-19  no país.


No discurso, Bolsonaro citou diversos trabalhos informais e falou da importância do Ministério da Saúde e da Economia. O presidente mudou o tom do discurso e disse que quer proteger vidas, mas nas últimas aparições tratou a Covid-19 como “gripezinha”.

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Fonte: IG Nacional
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