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Política Nacional

Primeiro ato de Lula após ser solto será em frente à PF de Curitiba

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Instituto Lula / Ricardo Stuckert

Após definição do STF, expectativa agora é pela libertação do ex-presidente

O primeiro ato que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva planeja fazer ao ser libertado será em Curitiba, em frente à Polícia Federal. O petista quer cumprimentar e prestar uma homenagem aos simpatizantes que ficaram em vigília no local durante um ano e sete meses. A expectativa é que também ocorra um comício em São Paulo ou São Bernardo do Campo, em seguida.

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A defesa de Lula informou que pedirá nesta sexta-feira à Vara de Execução Penal de Curitiba a “soltura imediata” do líder petista. Antes, o advogado Cristiano Zanin Martins visitará o ex-presidente na sede da Polícia Federal de Curitiba.

Além do pedido de soltura , a defesa informou que também vai reiteirar o pedido para que o Supremo julgue os habeas corpus que pedem a nulidade de todo o processo do caso do tríplex do Guarujá e a suspeição do ex-juis Sergio Moro, hoje ministro da Justiça do governo do presidente Jair Bolsonaro .

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Lula não praticou qualquer ato ilícito e é vítima de “lawfare”, que, no caso do ex-presidente, consiste no uso estratégico do Direito para fins de perseguição política”, informou em nota a defesa.

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Fonte: IG Política
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‘Você não acredita na Justiça?’, diz Bolsonaro sobre denúncia contra Glenn

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Bolsonaro comentou denúncia a Glenn Greenwald arrow-options
Jorge William / Agência O Globo

Bolsonaro comentou denúncia a Glenn Greenwald

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira (21) acreditar na Justiça, ao ser questionado sobre a denúncia contra o jornalista Glenn Greenwald , pela invasão do Telegram de autoridades públicas. Bolsonaro chegou a se equivocar, dizendo que a “Justiça” foi responsável pela denúncia, mas depois corrigiu-se, ao ser avisado de que o responsável pela denúncia era o Ministério Público Federal (MPF).

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“Quem denunciou foi a Justiça. Você não acredita na Justiça?”, disse Bolsonaro , ao sair do Palácio da Alvorada, corrigindo depois: “MP”.

Inicialmente, ao ser questionado sobre o caso, Bolsonaro questionou se Greenwald estava no Brasil. O jornalista é americano, mas mora no Brasil desde 2005. Ele é casado com o deputado federal David Miranda (PSOL-RJ), com quem tem dois filhos adotivos. “O que, o Greenwald, que foi? Não devia nem estar…Onde que está esse cara? Está no Brasil, ele?”

O caso é investigado na Operação Spoofing . Para o procurador Wellington Divino Marques de Oliveira, da Procuradoria da República no Distrito Federal, Glenn Greenwald foi “partícipe” nos crimes de invasão de dispositivos informáticos e monitoramento ilegal de comunicações de dados, além de ter cometido o crime de associação criminosa.

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Em julho, quando o site The Intercept Brasil , fundado por Glenn Grenwald , começou a publicar mensagens de autoridades ligadas à Operação Lava Jato , Bolsonaro chegou a dizer que Bolsonaro poderia “pegar uma cana”. O presidente fez a afirmação enquanto comentava a edição de uma portaria, depois prevista, que permitia deportação sumária de estrangeiros.

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“Eu teria feito um decreto porque quem não presta tem que mandar embora. Tem nada a ver com esse Glenn. Nem se encaixa na portaria o crime que ele está cometendo. Até porque ele é casado com outro homem e tem meninos adotados no Brasil. Malandro para evitar um problema desse, casa com outro malandro ou adota criança no Brasil. O Glenn não vai embora, pode ficar tranquilo. Talvez pegue uma cana aqui no Brasil, não vai pegar lá fora não”.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Viúva de Marielle diz que ficou ‘feliz’ com nova posição de Moro

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Marielle ao lado da viúva Mônica Benício arrow-options
Reprodução

Marielle ao lado da viúva Mônica Benício

A viúva da ex-vereadora do PSOL Marielle Franco , Mônica Benício, disse estar feliz com a nova posição do ministro Sergio Moro , que passou a defender a continuidade das nvestigações do caso com as autoridades do Rio. A declaração foi feita nessa terça-feira (21) por meio de nota.

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“Fico feliz que o ministro tenha revisto sua posição, e que agora está de acordo com aquilo que nós, familiares, pedimos. Caso futuramente surjam evidências que apontem para a necessidade de federalizar, eu também não me incomodarei em mudar de posição, entendendo que a resolução desse caso é fundamental para a democracia brasileira”, disse Mônica , em nota enviada ao Estadão.

“Defendemos, sobretudo, a segurança e a isenção na investigação e esperamos uma resposta para esse crime que completará dois anos sem que se saiba quem mandou matar Marielle . O sentimento de dor e injustiça permanece. Até quando?”.

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O processo de federalização do caso fica a cargo da Terceira Seção do Superior Tribunal de Justiça, que vai avaliar o caso ainda neste semestre.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

AGU diz ser contra federalização de caso Marielle após Moro mudar de posição

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Agência O Globo / Fotoarena

Ministro da Justiça Sérgio Moro

A Advocacia-Geral da União ( AGU ) se manifestou contra o deslocamento da competência da investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes da esfera estadual (Rio de Janeiro) para a federal. No documento enviado ao Superior Tribunal de Justiça na segunda-feira, a AGU usa argumentos enviados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, comandado por Sergio Moro .

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A mudança de competência foi solicitada pela ex-procuradora-geral da República Raquel Dodge, antes de deixar o cargo, em setembro de 2019. O STJ deve julgar este ano o pedido.

O ministro Sergio Moro chegou a se manifestar pela federalização no ano passado, mas mudou de opinião após o posicionamento da família de Marielle. No início deste ano, familiares da vereadora assassinada pediram que o caso seguisse no Rio, pois confiam nas investigações do Ministério Público estadual e temem intereferência do governo federal, como explicado em carta ao STJ.

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Em entrevista ontem no programa Roda Viva, Moro disse que mudou de opinião após saber da posição da família de Marielle e afirmou que o governo federal e o presidente Jair Bolsonaro são um dos maiores interessados na elucidação do crime.

“O governo federal é o maior interessado em elucidar esse crime. O governo federal é cobrado por fóruns internacionais até politicamente por essa apuração. O presidente é um dos grandes interessados, porque tentaram envolver fraudulentamente o nome dele anteriormente”, disse o ministro para concluir: “Se os familiares das vítimas se posicionam contra e ainda levantando uma hipótese, embora infundada, de que o governo federal teria intreresse de obscurecer isso, é melhor que fique lá no estado do Rio com a Polícia Civil e o Ministério Público do Rio. E eventualmente, nós damos o suporte que for possível para auxiliar as investigações. Mas não tenha dúvidas que o governo não tem o menor interesse em proteger os mandates desse assassinato”.

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Se o processo for federalizado, ele sairá da Justiça Estadual e irá para a Justiça Federal. Com isso, a investigação passaria da Polícia Civil e do Ministério Público do estado para a Polícia Federal (PF) e para o Ministério Público Federal (MPF).

Fonte: IG Política
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