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Quatro marcas chinesas se interessam em comprar fábrica da Ford na Bahia

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Fábrica da Ford em Camaçari (BA) é mais nova que a de São Bernardo do Campo (SP) e está pronta para produzir automóveis

Logo depois do anúncio do fechamento das fábricas da Ford no Brasil, quatro marcas chinesas se interessaram pela linha de montagem em Camçari (BA), de acordo com o site da CNN Brasil . Ainda conforme a publicação, são elas: Changan, Great Wall, Geelly (que já vendeu carros no Brasil) e GAC. Também disseram que a negociação teria como intermediário o Grupo Caoa, que poderia trazer uma dessas marcas ao País.

Uma das vantagens da fábrica da Ford em Camaçari (BA), onde deixaram de ser produzidos os modelos Ka (hatch e sedã) e EcoSport é que está pronta para produzir automóveis ao contrário da de São Bernardo do Campo (SP), onde eram feitos caminhões. Além disso, a linha de montagem baiana conta com vários sistemistas ao redor para facilitar a operação, sem necessidade de fretes ou logística complexa.

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Os governos das esferas municipal e estadual também fazem parte das negociações para evitar o grande impacto que será causado pela demissão dos 4.059 funcionários da Ford em Camaçari (BA). Vale lembrar que o Grupo Caoa foi um dos interessados em comprar a fábrica da Ford em São Bernardo do Campo (SP), que acabou sendo vendida para a Construtora São José.

O Grupo Caoa prefere não comentar nada sobre o assunto e a Ford diz que apenas que trabalha com “alternativas possíveis e razoáveis para partes interessadas em adquirirem as instalações produtivas disponíveis.” Resta apenas aguardar o desenrolar dos próximos capítulos. 

Fonte: IG CARROS

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Chevrolet completa 96 anos de Brasil com 17 milhões de carros produzidos

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Nova geração do Chevrolet Tracker é um dos modelos montados na fábrica de São Caetano do Sul (SP)
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Nova geração do Chevrolet Tracker é um dos modelos montados na fábrica de São Caetano do Sul (SP)

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A Chevrolet completa 96 anos de presença entre os fabricantes brasileiros de automóveis. Segunda a montar uma fábrica no Brasil — sendo precedida apenas pela Ford — a marca da gravata douradas atingiu em quase um século a marca de 17 milhões de automóveis produzidos por aqui.

O dia 26 de janeiro de 1925 marcou o registro oficial da filial brasileira da General Motors , que no mesmo ano inaugurou a linha de montagem em um galpão na Avenida Presidente Wilson, na capital paulista. Dois anos, após a montagem do primeiro Chevrolet no Brasil, quando já haviam sido montados 50 mil carros, a empresa iniciou a construção da fábrica de São Caetano do Sul (SP), que até hoje é uma das principais plantas industriais da companhia no Brasil.

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Nas primeiras décadas, a fábrica localizada no ABC Paulista montava os carros vindos dos Estados Unidos e também produzia carrocerias para ônibus, que seriam montadas sobre os chassis importados. Ao mesmo tempo, trabalhava na nacionalização de alguns componentes.

Mas o primeiro Chevrolet nacional , um caminhão, foi fabricado apenas em 1957. Modelo que no ano seguinte iria ganhar um motor brasileiro, fundido, forjado e usinado na então nova fábrica de São José dos Campos (SP).

Em 1968, foi a vez de General Motors do Brasil fabricar o seu primeiro carro de passeio no Brasil. O Chevrolet Opala unia a carroceria do alemão Opel Rekord C com os motores usados na linha americana da Chevrolet. No ano seguinte, a filial local atingiu a marca de 500 mil carros produzidos.

Nas décadas seguintes, a General Motors do Brasil seguiu a tendência lançada com o Opala e se inspirou nos modelos da alemã Opel para renovar a linha de produtos Chevrolet de passeio.

Foi assim que surgiram modelos como o Chevette , Kadett e Monza , que seguiram em produção até os anos 1990, sendo sucedidos pelos novos Corsa, Vectra, Astra e Omega, Meriva e Zafira, todos também projetos originalmente da Opel.

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A partir de 2012, com o lançamento do Cobalt, os Chevrolet brasileiros de passeio passaram a serem produtos independentes, desenvolvidos com grande participação da engenharia local e voltados para mercados em desenvolvimento.

A nova filosofia deu origem também aos modelos Spin, Prisma e Onix , hatch que atualmente está em sua 2ª geração e é o modelo mais vendido do Brasil.

A General Motors conta com três fábricas de carro no Brasil: São José dos Campos (SP), São Caetano do Sul (SP) e Gravataí (RS), além de fábricas de componentes em Mogi das Cruzes (SP) e Joinville (SC). Atualmente, são fabricados por aqui os Chevrolet S10, Trailblazer, Joy, Joy Plus, Onix, Onix Plus, Tracker e Spin.

Fonte: IG CARROS

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VW Tiguan Allspace pode perder versão de cinco lugares no Brasil

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VW Tiguan: sucesso de vendas entre os SUVs médios receberá facelift em 2021 para continuar competitivo
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VW Tiguan: sucesso de vendas entre os SUVs médios receberá facelift em 2021 para continuar competitivo

Durante a apresentação do novo SUV médio Taos , a Volkswagen confirma que está avaliando seu portfólio de utilitários para torná-lo cada vez mais enxuto. A versão de cinco lugares do VW Tiguan Allspace , que parte de R$ 146.880, é candidata a sair de linha no Brasil em 2021 para evitar a “canibalização” de produtos.

O termo “canibalização” é utilizado na indústria quando dois produtos de mesma fabricante disputam uma determinada faixa de preço. Como o Taos é aguardado com valores entre R$ 125 mil e R$ 170 mil, a versão básica do Tiguan ficaria sobrando na linha da Volkswagen.

Executivos da Volkswagen chegaram a citar o Nivus – disponível apenas nas versões Comfortline (R$ 89.150)  e Highline (R$ 102.050) – como exemplo de uma linha mais enxuta de produtos. 

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Quando o VW Tiguan for lançado no Brasil em seu novo facelift , poderá abandonar a versão de cinco lugares para focar em um segmento superior. Dessa forma, a fabricante deve manter as versões Comfortline 1.4 (R$ 175.140) e R-Line 2.0 (R$ 217.650) para um público mais abastado, onde o Tiguan passa a concorrer diretamente contra Mitsubishi Outlander (R$ 181.990) e Peugeot 5008 Griffe Pack (R$ 207.490).

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O quinto SUV da Volkswagen

VW Atlas Cross Sport é aguardado no Brasil para bater de frente com o Jeep Grand Cherokee
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VW Atlas Cross Sport é aguardado no Brasil para bater de frente com o Jeep Grand Cherokee

Em 2018, a Volkswagen confirmou que planejava ter 5 SUVs em seu line-up até 2020. Apesar da pandemia causada pelo novo coronavírus, que atrasou os planos da fabricante, três deles já estão no mercado: Nivus , T-Cross e Tiguan . O quarto modelo será o Taos , confirmado para o segundo trimestre de 2021 .

A Volkswagen ainda aguarda melhores condições para importar o Atlas Cross Sport , novo SUV de porte grande que virá ao Brasil para substituir o antigo Touareg . O modelo produzido nos Estados Unidos e China já foi registrado no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) em 2020, sinalizando que está bem próximo de ser lançado no Brasil. 

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Ele é oferecido na China com apenas uma motorização V6 3.6, que pode entregar 239 cv de potência e 35,7 kgfm de torque na versão de entrada, ou 280 cv e 36,8 kgfm no modelo mais caro. Em ambas as versões, o câmbio é automático, de oito marchas.

Fonte: IG CARROS

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Volvo XC60 híbrido ganha opção de interior em tecido sustentável

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Interior em tecido sustentável do Volvo XC60 leva 30% de lã e 70% de poliéster reciclado
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Interior em tecido sustentável do Volvo XC60 leva 30% de lã e 70% de poliéster reciclado

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A Volvo passa a oferecer no mercado brasileiro o XC60 Híbrido com a opção de interior forrado em um tecido sustentável, feito com 30% de lã e 70% de poliéster reciclado.

De acordo com a Volvo , o poliéster reciclado tem como origem garrafas PET, lixo plástico retirado de oceanos e até roupas decartadas. A nova opção está disponível na versão Inscription do SUV e pode ser encontrado nas tonalidades Charcoal Midnight Zink Wool Blend, que traz tons em cinza claro e a Charcoal Slate Wool, em cinza mais escuro.

“Além de estarmos disponibilizando mais duas opções de tecido exclusivas a nossos clientes, o novo interior do XC60 Recharge Inscription traz muito mais conforto, já que o novo material traz conforto térmico e mais respirabilidade, garantindo muito mais comodidade para o dia a dia”, explica Bruno Galli, gerente de Produto e Preço da Volvo Car Brasil.

Chamado oficialmente pela fábrica de XC60 Recharge Inscription T8 , o XC60 híbrido combina um motor 2.0 a gasolina de 320 cv com um propulsor elétrico de 87 cv, para desenvolver a potência máxima de 407 cv. O sistema de tração é integral.

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Além dos novos bancos sustentáveis, que são combinados a itens como os itens de acabamento em metal e cristal Orrefors, a lista de equipamentos do modelo inclui sistema de som com 10 alto-falantes e subwoofer de 255 watts, sistema multimídia com tela de 9″, sete airbags, faróis de LED, bancos dianteiros com ajuste elétricos, memória e aquecimento, direção semiautônoma e chave adicional que limita a velocidade máxima do veículo.

O preço de tabela é de R$ 369.950. O XC60 com o novo interior sustentável ficará exposto até fevereiro na loja Volvo do CJ Shops, em São Paulo (SP). O estoque é limitado e as encomendas podem ser feitas em qualquer concessionário da marca sueca no Brasil.

Fonte: IG CARROS

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