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Que tal um Lamborgini feito com 400 mil peças de Lego?

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Lamborghini Sián FKP 37: luzes de LED para seguir o significado do nome do supercarro da marca italiana
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Lamborghini Sián FKP 37: luzes de LED para seguir o significado do nome do supercarro da marca italiana

A Lamborghini e a Lego mostram o resultado de um belo trabalho. Trata-se da réplica do supercarro Sián FKP 37 feita com 400 mil peças de brinquedo que levaram nada menos que 8.660 horas para serem montadas com perfeição com ajuda de profissionais altamente capacitados e até computação gráfica.

O modelo tem 4,9 metros de comprimento por 2,1 m de largura e 1,13 m de altura, ou seja, as mesmas dimensões do raro Lamborghini Sián FKP 37 . Para atingir a perfeição, a Lego projetou as peças, assim como chegou a fazer com outros supercarros que chamam atenção.

O superesportivo original, da marca italiana de Sant´Ágata Bolognese vem com sistema de propulsão híbrido, o primeiro da história da fabricante. Conta com um V12 6.5 aspirado que funciona com outro motor elétrico. Obviamente, o conjunto não foi incluído na réplica , mas há uma serie de outros itens, como volante, painel, bancos e todos os detalhes possíveis, inclusive os logos.

O Lamborgini feito de Lego tem 154 tipos de peças diferentes e apenas 20 delas foram fabricadas especialmente para este projeto, cujo estilo foi baseado na miniatura de 1: 18 que foi lançada pela marca de brinquedos em junho de 2020. E teve pintura com tinta com proteção contra raios UV que contou com a colaboração da linha de montagem marca italiana para ser aplicada.


Como o próprio nome do Lamborghini diz, Sián significa luz, flash. Portanto, não poderia faltar um efeito iluminado seguindo o mesmo desenho do Sián FKP 37 original, que vem com luzes diurnas de LED no para-choque dianteiro. Além disso, também fizeram as lanternas traseiras se acenderem, o que torna o projeto ainda mais especial.

Fonte: IG CARROS

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Veja 5 clássicos esportivos batizados com nomes de pistas de corrida famosas

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Em 1969, durante o Salão de Genebra, na Suíça, a Maserati lançava oficialmente o Indy
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Em 1969, durante o Salão de Genebra, na Suíça, a Maserati lançava oficialmente o Indy

É fato que muitas das tecnologias dos automóveis de hoje vem dos carros de Fórmula 1. São exemplos disso o sistema de freios ABS, controle de tração, suspensão ativa, entre outros itens. O esporte além de arrecadar muito dinheiro, funciona como uma espécie de “laboratório a céu aberto” cuja aprovação acaba indo parar nos modelos de rua, sobretudo nos superesportivos.

Por conta disso, seja por estratégia de marketing ou por puro sentido emocional, a verdade é que algumas marcas premium acabam homenageando seus esportivos com o nome dos circuitos automobilísticos como uma forma de intimidade entre o motorista e o piloto.

Confira a seguir alguns dos cinco principais exemplos dessa “homenagem ao pódio”.

1 – MASERATI INDY

O Indy foi uma homenagem ao modelo 8CTF, pilotado por Wilbur Shaw
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O Indy foi uma homenagem ao modelo 8CTF, pilotado por Wilbur Shaw

A primeira aparição do esportivo italiano ocorreu em 1968 – sobre a forma de conceito – durante o Salão do Automóvel de Turim cujo desenho era assinado por Alfredo Vignale, autor de obras como o 3500 GT, México e Sebring. Já no ano seguinte, durante o Salão de Genebra, na Suíça, a Maserati lançava oficialmente o Indy.

O Indy foi uma homenagem ao modelo 8CTF, pilotado por Wilbur Shaw, até então o único a obter vitória ao lado da equipe Dallara, na lendária 500 Milhas de Indianápolis em 1939 e 1940.

2 – DODGE CHARGER DAYTONA

Dodge Daytona  é o clone do Plymouth Superbird, com aerofólio de mais de 1 metro de altura
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Dodge Daytona é o clone do Plymouth Superbird, com aerofólio de mais de 1 metro de altura

O Daytona surgiu em 1969, cujo nome homenageava o primeiro circuito onde um carro com motor Hemi , um V8 426 de 7,0 litros e 425 cv competiu. Em 1974, o Charger Daytona vencia pela quinta vez consecutiva as 500 Milhas de Daytona (EUA) , pilotado por Richard Petty.

Apesar de não oficial, a Ferrari 365 GTB/4 também era conhecida como Daytona , após a vitória na tradicional prova 24 Horas de Daytona , ocupando os três primeiros lugares, em 1963.

3 – PONTIAC LE MANS

Você viu?

O nome pegou tão bem que em toda a trajetória da Pontiac, surgiram outras versões com a nomenclatura
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O nome pegou tão bem que em toda a trajetória da Pontiac, surgiram outras versões com a nomenclatura “Le Mans”

A Pontiac tem tradição em batizar seus carros com nomes alusivos às corridas. O Tempest Le Mans de 1961 é um exemplo. O nome pegou tão bem que em toda a trajetória da Pontiac, surgiram versões, como a esportiva GTO na década de 70, e até em carrocerias hatch (o nosso Kadett ) fabricado na Coréia do Sul pela Daewoo Motors de 1986 e 1994.

Porém para o mercado norte-americano o modelo foi importado até 1993. A Audi aproveitaria o mesmo nome para apresentar o conceito Le Mans Quatro , em 2003, depois de três sucessivas vitórias com um R8 na prova de longa duração das 24 horas de Le Mans, em 2000, 2001 e 2002.

4 – DE TOMASO VALLELUNGA

O primeiro carro de rua da De Tomaso, o Vallelunga surgiu em 1963, no Salão de Turim, na Itália
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O primeiro carro de rua da De Tomaso, o Vallelunga surgiu em 1963, no Salão de Turim, na Itália

O primeiro carro de rua da De Tomaso , o Vallelunga surgiu em 1963, no Salão de Turim , na Itália, ainda como carro-conceito, mas em 1965, ganhou a versão definitiva. Era equipado com motor de 1,5 litro emprestado do Ford Cortina que desempenhava 105 cv e torque máximo de 17,7 kgfm que o levava a 200 km/h de velocidade final.

O nome do esportivo vem do circuito romano, onde seu fundador, Alejandro DeTomaso , obtivera grande sucesso em corridas e, como era de se esperar testaria os próximos protótipos no mesmo traçado.

5- MASERATI 3500 GTiS SEBRING

O 3200 GTiS “Sebring”, lançado em 1962, cujo nome era uma homenagem à vitória da marca nas 12 Horas de Sebring
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O 3200 GTiS “Sebring”, lançado em 1962, cujo nome era uma homenagem à vitória da marca nas 12 Horas de Sebring

Com uma tacada certeira de marketing cujo alvo principal e importante era o mercado norte-americano, a Maserati apresentou durante o Salão de Genebra , em 1962, o 3200 GTiS “Sebring” , em homenagem à vitória da marca nas 12 Horas de Sebring , na Flórida (EUA), em 1957.

Em 1968, o Sebring seria exibido em um evento, na cidade de Turim, na Itália repetindo o mesmo sucesso de público. Quem também adotaria o nome, em 1971, seria a divisão da Chrysler com o Plymouth Satellite e mais tarde, 1995, com o Chrysler Sebring em versões coupé e no ano seguinte um conversível.

Fonte: IG CARROS

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Nissan confirma que terá novo Sentra no Brasil e prepara Kicks híbrido

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Novo Nissan Sentra: enfim, virá ao Brasil, mas ainda sem definições de data nem da versão que será importada
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Novo Nissan Sentra: enfim, virá ao Brasil, mas ainda sem definições de data nem da versão que será importada

O novo presidente da Nissan Mercosul e diretor geral no Brasil, Airton Cousseau, se apresenta à imprensa automotiva e atualiza alguns assuntos sobre como a marca vai se posicionar no pais.

Entre os principais pontos sobre os quais o executivo comentou, destaca-se o desenvolvimento de um veículo movido a célula a combustível que gera energia elétrica a partir do uso do etanol e funciona conforme o sistema e-Power cujo funcionamento pode ser visto no vídeo abaixo.

Não disseram nada sobre qual modelo que deverá adotar essa tecnologia, mas sabe-se que a ideia é lançar uma versão eletrificada do SUV compacto Kicks . Segundo dados divulgados pela fabricante, a utilização desse tipo de sistema combinado com a alta eficiência dos motores elétricos e o sistema de bateria garantem uma autonomia superior a 600 km com somente 30 litros de etanol.

Nissan Kicks ePower: vem com motor elétrico alimentado por outro a combustão que funciona apenas como gerador
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Nissan Kicks ePower: vem com motor elétrico alimentado por outro a combustão que funciona apenas como gerador

Segundo Cousseau, “ainda estamos em fase de pesquisa, mas já vi que podemos trazer isso para o Brasil”, referindo-se ao veículo movido a célula a combustível. Ainda sobre o tema eletrificação, o executivo disse que a marca trabalha para que t oda a rede de 180 distribuidores do país passe a vender o elétrico Leaf e não apenas oito, como acontece atualmente.

Além disso, Cosseau comentou que a Nissan está engajada a firmar acordo com empresas do ramo de energia para contribuir com o desenvolvimento da eletrificação no Brasil, com a distribuição de carregadores e que, no México, chegou a trabalhar em conjunto com a BMW .

Outro ponto importante que o principal executivo da Nissan do Brasil disse durante sua apresentação virtual foi a confirmação da chegada da nova geração do sedã médio Sentra ao Brasil. Também não quiseram adiantar nada sobre qual versão que deverá ser trazida, o que é um ponto-chave em um segmento que está em queda no Brasil e com o Honda Civic prestes a deixar de ser fabricado em Sumaré (SP) para passar a vir importado .

O novo Sentra ficou mais parecido com o sedã Altima , e agora mede 4,64 metros de comprimento (contra 4,63 m do Corolla), 1,81 m de largura (contra 1,78 m), 1,45 m de altura (1,44 m) e 2,71 m de entre-eixos (2,70 m). O porta-malas tem capacidade para 466 litros, ficando na mesma faixa do Toyota Corolla , que pode levar 470 litros.

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O sedã leva o novo motor 2.0 aspirado de 151 cv e 20,2 kgfm a 4.000 rpm. Segundo a fabricante, o novo modelo ficou 12% mais potente e tem 13% mais “torcudo” que a geração anterior. O câmbio é sempre automático, do tipo CVT.

Por estar fazendo tanto mistério sobre a versão do Sentra que deverá vir ao Brasil, tudo indica que o carro poderá chegar apenas em 2022, na versão híbrida , que ainda não é produzida no México e será lançada primeiramente na China, como a tecnologia e-Power.

Com isso, a marca teria um diferencial importante para ganhar apelo entre os sedãs médios no Brasil, onde o segmento está se transformando em um nicho de mercado , cujo líder de vendas é o Toyota Corolla , que tem versão híbrida.

Nissan Magnite requer uma série de mudanças em relação ao vendido na Índia para chegar ao Brasil
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Nissan Magnite requer uma série de mudanças em relação ao vendido na Índia para chegar ao Brasil

Ainda entre as novidades que a Nissan reserva para o Brasil nos próximos anos, está em pauta voltar a ter mais opções entre os SUVs no país, já que hoje em dia a marca oferece apenas o Kicks. O médio X-Trail está esperando a cotação do dólar ficar mais favorável e sua chegada por aqui é um assunto “um pouco mais complexo”, como chegou a comentar Cosseau.

Mas o pequeno SUV Magnite é um carro “que a gente começa a colocar na nossa pauta”, conforme disse o executivo da Nissan à imprensa. Ainda segundo ele, do jeito que o carro está na Índia não daria para vendê-lo no Brasil, já que precisaria ter uma série de mudanças. É tido como uma oportunidade no mercado brasileiro , onde a marca precisa ter um carro entrada (com a saída do March ), mas ainda vai demorar um pouco.

De qualquer forma, a Nissan vê várias oportunidades no Brasil e espera que em 2021 o país feche com 2,4 milhões de unidades vendidas. Além disso, quer transformar o país em um polo exportador para a América Latina .

Fonte: IG CARROS

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Ford testa vans autônomas com entregas urbanas na Europa

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Van adaptada simula não ter motorista é acompanhada por entregadores que trabalham com ajuda de um aplicativo no celular
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Van adaptada simula não ter motorista é acompanhada por entregadores que trabalham com ajuda de um aplicativo no celular

A Ford em parceria com a Hermes, uma das principais empresas de entregas da Europa, estão usando uma van Transit customizada com sensores que imitam um veículo autônomo novo para o programa de pesquisa de veículos autônomos iniciado na Europa.

Na verdade, ela tem um motorista disfarçado de “banco” e quem olha de fora tem a impressão de que não há ninguém na direção . O objetivo é estudar como essa tecnologia pode beneficiar as empresas de entregas urbanas e, também, como as pessoas interagem com ela nas ruas.

Nessa pesquisa, o motorista só dirige. Entregadores a pé fazem o resto da operação, usando um aplicativo no celular para chamar o veículo e destravar o compartimento de carga quando ele estaciona em um local seguro.

Lá dentro, o mensageiro é orientado por comandos de voz e telas digitais ao armário com os pacotes a serem entregues. O foco é que as empresas do setor comecem a projetar como suas equipes poderão trabalhar com veículos sem motorista.

A Ford planeja investir cerca de US$ 7 bilhões em veículos autônomos até 2025, sendo US$ 5 bilhões a partir de 2021, como parte de suas iniciativas de mobilidade. E também está testando a tecnologia de direção autônoma em seis cidades dos Estados Unidos.

Fonte: IG CARROS

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