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Economia

Reforma administrativa pode virar ‘veneno’ com dosagem errada, diz Bolsonaro

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Isac Nóbrega/PR

Bolsonaro disse que reforma administrativa pode virar ‘veneno’ se tiver dosagem errada

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (2) que é preciso tomar cuidado com a “dosagem” da reforma administrativa para que ela não se transforme em um “veneno”. Em entrevista à Rádio Itatiaia, ele disse que a equipe econômica entendeu sua decisão de adiar o envio da reforma.

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“A questão da administrativa é questão do tempo. Temos que saber a dosagem, porque às vezes um remédio muito forte pode transformar-se em um veneno. E essa preocupação existe, a equipe econômica entendeu”, afirmou Bolsonaro .

O presidente disse estar “perfeitamente alinhado” com o ministro da Economia, Paulo Guedes , e afirmou que, enquanto a equipe econômica pensa em “números”, ele cuida da “parte social e política”.

“Eu sei que lá o pessoal pensa muito em números, mas na parte social e política, fica para o meu encargo. Assim como ouço o Paulo Guedes, 90% do que ele fala, ele me ouve 90% a minha posição política. Estamos perfeitamente alinhados no tocante a isso daí”.

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Com a reforma administrativa , o governo quer reduzir o que considera privilégios de algumas categorias de servidores e cortar as despesas com pessoal, o segundo maior gasto do Executivo, depois da Previdência.

Em entrevista ao GLOBO publicada no domingo, Guedes afirmou que Bolsonaro apoia as reformas, mas está preocupado com o “timing político”.

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“O presidente apoiou o programa até hoje. Apoiou a reforma da Previdência , o pacto federativo, mas diz que é uma questão de timing político. É falso dizer que o presidente não apoia a reforma administrativa, por exemplo. É timing político”, explicou.

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Economia

Havan do Paraná será investigada por cobrar preço abusivo em alimentos

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Havan: unidade no Paraná será investigada por preço abusivo

Uma unidade da rede de lojas de departamento Havan  é suspeita de cobrar preços abusivos de itens da cesta básica. Em Colombo (PR), região metropolitana de Curitiba, o Procon recebeu centenas de denúncias sobre os preços e notificou a Havan.

Na Havan de Colombo, um pacote de cinco quilos de arroz da marca Buriti é vendido a R$ 22,99, preço 60% maior que no comércio da região. Já um litro de leite integral da marca Piracanjuba custa R$ 7,99, mais do que o dobro do valor cobrado em estabelecimentos de Curitiba.

O Ministério Público do Paraná  abriu um procedimento administrativo para investigar o caso.

A rede Havan não se pronunciou sobre o fato.

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Economia

Governo de SP antecipa reabertura de academias no estado; veja regras

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Retorno das academias na capital paulista deve ocorrer ainda este mês

O governo de São Paulo anunciou, nesta sexta-feira (3), a possibilidade de reabertura de novos serviços durante a pandemia de Covid-19 para os municípios inseridos na fase amarela do Plano São Paulo, na qual está inserida a capital do estado. Entre os serviços recém-inclusos na fase, estão as academias esportivas no estado, que devem reabrir com horário e lotação reduzidos. 

De acordo com o documento, o critério para retorno dos estabelecimentos é a estabilidade na fase atual. A decisão final sobre o funcionamento de cada serviço, porém, depende das prefeituras. 

“A partir de hoje, a gente começa uma discussão interna com a Vigilância Sanitária municipal dada essa decisão do Estado de poder reabrir as academias e as atividades culturais . Quando a prefeitura definir, nós comunicaremos isso a vocês”, afirmou o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, que participou da coletiva de imprensa.

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Governo de SP

Governo divulgou protocolo de segurança para funcionamento de academias

A equipe determinou ainda as regras de funcionamento que devem compor o protocolo para esses estabelecimentos, o que inclui ocupação de 30% da capacidade total, funcionamento máximo de 6 horas pr dia, agendamento prévio e somente atividades individuais permitidas. Além disso, as normas de higiene e uso de máscaras devem permanecer. 

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Apesar da possibilidade de retorno, a recomendação é que os que correm mais risco não voltem às atividades. “Pessoas consideradas como grupo de risco, tais como os maiores de 60 anos e portadores de doenças crônicas , devem permanecer em isolamento social, desempenhando apenas atividades essenciais, ainda que outros setores tenham retomado o atendimento presencial ao público na localidade em que habitam”, afirma o Plano São Paulo. 


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Economia

Ministério Público do TCU defende suspensão do auxílio emergencial; entenda

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Ministério Público junto ao TCU defendem suspensão da prorrogação do auxílio emergencial

O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) solicitou a apuração do impacto fiscal do  auxílio emergencial e a suspensão da prorrogação do benefício por dois meses , até que o governo apresente informações fiscais detalhadas sobre as novas parcelas.

“Suspenda, cautelarmente, a prorrogação do auxílio emergencial , até que se aprecie o mérito da questão, ou até que o governo apresente os estudos e fundamentações de que cuida o item anterior”, escreveu o suprocurador-geral Lucas Furtado no pedido de suspensão.

O subprocurador-geral argumenta citando o alto custo do programa emergencial e diz pensar nas gerações futuras de brasileiros. “Preciso iniciar esta representação alertando que o que requeiro aqui, o faço pelos meus filhos! Não literalmente, é claro, mas por todos os filhos dos pais brasileiros, pelas gerações mais novas, pois o que está em jogo é o futuro delas!”, escreveu Furtado.

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Nesta semana, o governo oficializou a prorrogação do auxílio por mais dois meses, com pagamento de mais três parcelas, em decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro . “Nós esperamos que ao final dela [a prorrogação do auxílio prevista no decreto] a economia já esteja reagindo, para que nós voltemos à normalidade o mais rapidamente possível”, disse Bolsonaro. O ministro da Economia, Paulo Guedes, também disse torcer por isso, mas deixou aberta a possibilidade de uma nova ampliação do programa.

Para pagar as novas parcelas já autorizadas, o governo liberou mais R$ 101 bilhões para o auxílio , levando o gasto total com o programa a R$ 254 bilhões, segundo os balanços da própria equipe de Guedes.

O subprocurador-geral que pede a suspensão da ampliação do auxílio admite que sua solicitação é “extremamente impopular e difícil”, mas diz que é essencial para o equilíbrio fiscal.

“Dói-me pedir o que peço neste momento, pois sei que seria muito mais cômodo todos os beneficiários originais receberem a prorrogação do auxílio emergencial. Todavia, no papel de membro do órgão responsável por promover a defesa da ordem jurídica, sinto-me no dever de requerer o objeto da presente representação, o que somente é possível a alguém que – como eu – não tem nenhuma pretensão política”, afirma Furtado, em defesa da suspensão das novas parcelas do auxílio .

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