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Política Nacional

Ronaldo Caiado rompe com Bolsonaro após pronunciamento sobre coronavírus

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Agência Brasil

Ronaldo Caiado (DEM) criticou duramente o discurso feito pelo presidente.

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), rompeu com o presidente Jair Bolsonaro e criticou o comportamento do mandatário após o pronunciamento sobre o coronavírus realizado na noite da última terça-feira (24). Críticas foram realizadas durante coletiva realizada na manhã desta quarta-feira (25).

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Por conta do pronunciamento, Caiado chamou Bolsonaro de “irresponsável” e criticou o uso de termos como “gripezinha” e “resfriadinhos”, utilizados pelo presidente para descrever os sintomas do coronavírus . Além disso, o governador disse que irá ignorar o apelo feito pelo presidente para que as escolas sejam reabertas. 

“Com tranquilidade, mas com a autoridade de governador e de médico, eu afirmo que as declarações do presidente não alcançam o estado de Goiás. As decisões em Goiás serão tomadas por mim, com base no trabalho de técnicos e especialistas”, afirmou Caiado.

O governador também critiou a fala de Bolsonaro sobre a cloroquina, dizendo que “não é o presidente que tem que prescrever cloroquina na porta do Palácio”. Ainda não existem estudos que comprovem a eficácia do medicamento contra o novo coronavírus. 

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No pronunciamento feito na noite da última terça, Bolsonaro criticou a imprensa e a política de quarentena adotada por governos estaduais e municipais. Segundo o presidente, os fatores contribuiram para a criação de uma histeria no país. Por fim, contrariando as recomendações da OMS, o mandatário também defendeu a reabertura de escolas e do comércio.

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Política Nacional

Sebastião Melo tem 49% no 2º turno em Porto Alegre; Manuela, 42%, diz Ibope

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Sebastião Melo (MDB) e Manuela D'Ávila (PCdoB)
Reprodução/redes sociais

Sebastião Melo (MDB) e Manuela D’Ávila (PCdoB) estão no segundo turno em Porto Alegre

Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (24) mostra que o candidato Sebastião Melo (MDB) tem 49% das intenções de voto no 2º turno das eleições em Porto Alegre , capital do Rio Grande do Sul, enquanto Manuela D’Ávila (PCdoB) tem 42%. Brancos e nulos são 5% e 4% não responderam ou estão indecisos.

Em votos válidos, quando são desconsiderados brancos, nulos e indecisos, Melo fica com 54%. Manuela fica com 46%. Para vencer o 2º turno, um dos candidatos precisa de maioria, ou seja, 50% dos votos válidos mais um voto.

A pesquisa também perguntou aos eleitores sobre a pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2) e as medidas restritivas de prevenção em relação ao dia do 2º turno das eleições, em 29 de novembro.

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Responderam que com certeza comparecerão para votar 91% dos entrevistados, enquanto 7% disseram que ainda estão em dúvida e 2% já confirmaram que não vão votar. Não houve nenhuma resposta de pessoas que não sabiam responder essa pergunta.

A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. Foram ouvidos 805 eleitores da cidade de Porto Alegre entre os dias 22 e 24 de novembro de 2020. O número de registro junto à Justiça Eleitoral é RS-03118/2020 e foi encomendada pela RBS TV.

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Política Nacional

STJ manda Joice pagar 40 mil a ex-senadora xingada por ela de “anta” e “cretina”

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Deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP)
Michel Jesus/ Câmara dos Deputados

Deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP)

​A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) condenou a deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) a pagar R$ 40 mil de indenização à ex-senadora Maria Regina Sousa (PT-PI), atual vice-governadora do Piauí. Joice xingou a então parlamentar de “anta, “cretina”, “gentalha” e “semianalfabeta” durante a sessão de julgamento do processo de  impeachment  da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), em 2016. Na época, Joice trabalhava como jornalista.

Para o colegiado, a atual deputada, ao divulgar um vídeo com imagens da sessão, fez comentários não relacionados ao conteúdo do discurso de Maria Regina Sousa, afastando-se da margem tolerável de crítica e promovendo um ato de zombaria e menosprezo contra a ex-senadora.

“As adjetivações de que se valeu a recorrida, a pretexto de referirem-se a momento histórico de interesse nacional, ao revés, traduzem expressões moralmente ofensivas, superando os limites da crítica e da opinião, notadamente em razão da intensidade dos termos, que acabam por se desvincular, por completo, dos fatos descritos”, avaliou o relator do recurso da atual vice-governadora, ministro Luis Felipe Salomão.

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Segundo os autos, Joice Hasselmann acompanhava as manifestações dos parlamentares em local do Senado reservado aos profissionais de imprensa. Ela gravou o pronunciamento de Maria Regina Sousa e divulgou o vídeo no YouTube e no Facebook.

Em primeira instância, o juiz julgou improcedente o pedido de indenização – sentença mantida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios. Para o tribunal, os comentários emitidos pela jornalista, apenas por serem contrários aos interesses da senadora, não justificariam a condenação por danos morais.

O ministro Luis Felipe Salomão lembrou que a liberdade de informação e expressão, da mesma forma que a liberdade de imprensa, não são direitos absolutos, pois encontram limites na Constituição e na legislação brasileira.

“É certo que a comunicação pela imprensa, que reúne em si a informação e a expressão, goza de liberdade para melhor desenvolver sua atividade essencial, socialmente importante, mas é igualmente certo que essa liberdade esbarra na dignidade da pessoa humana, ligada a valores da personalidade: honra, imagem e direito de professar suas convicções, sejam de que natureza forem”, explicou o ministro.

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Difamação, não info​​rmação

Com base em precedentes do STJ, Salomão ressaltou que os direitos à informação e à manifestação de expressão, por meio da imprensa, devem observar alguns requisitos, como o compromisso ético com a informação verossímil, a preservação da honra e da imagem da pessoa e a vedação à crítica jornalística caluniosa ou difamatória.  

Para o ministro, Joice Hasselmann “extrapolou os limites assegurados para o exercício daqueles direitos, não sendo possível atribuir às críticas dirigidas à senadora caráter informativo e opinativo do ofício jornalístico, acarretando ofensa à honra e à imagem da recorrente”.

Ao fixar a indenização em R$ 40 mil – com base em processos semelhantes e na gravidade das ofensas -, Salomão também destacou que a divulgação do vídeo pela internet acabou por propagar os insultos para um número indeterminado de espectadores, o que eleva o grau de reprovabilidade da conduta.

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Política Nacional

Boulos: filha de empreiteiro, fundão e vaquinha ajudam na campanha de R$ 5,3 mi

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Reprodução/Roda Viva/TV Cultura

Guilherme Boulos (PSOL) em entrevista ao Roda Viva, da TV Cultura


A campanha de Guilherme Boulos (PSOL) à Prefeitura de São Paulo atingiu a marca dos R$ 5,3 milhões arrecadados. A maior parte do dinheiro, R$ 3,7 milhões, vem do fundo eleitoral – dinheiro público a que os partidos têm direito em ano de eleição – e equivale a 70% do total.


Mas a campanha conta com outras fontes de renda : o diretório do partido, uma vaquinha de apoiadores, doações de artistas e outras pessoas, incluindo uma herdeira de empreiteiro.

O PSOL está por trás desse financiamento coletivo, que é 32 vezes maior do que a vaquinha feita para o adversário Bruno Covas (PSDB) – que somou apenas R$ 32 mil. Essas e todas as doações estão registradas na prestação de contas do candidato do PSOL e dentro da lei.

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Por outro lado, a campanha atual prefeito de São Paulo registra o triplo da de Boulos : R$ 18 milhões arrecadados até o momento. Seu principal financiador é o próprio PSDB, com R$ 11,6 milhões.

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