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Rondonópolis | Jovem conhece homem em redes sociais sofre estupro e é roubada

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A Polícia Militar registrou na noite desta quinta-feira (23), um roubo seguido de estupro de uma jovem de 25 anos cometido por um homem, que segundo ela, teria conhecido pelo Facebook. Os crimes aconteceram dentro do veículo do suspeito nas proximidades do bairro Sagrada Família, em Rondonópolis (MT).

Consta no boletim de ocorrência que uma viatura da Polícia Militar passava pelo local, quando encontrou a vítima chorando e bastante nervosa. Ao ser questionada sobre o que tinha acontecido, a mesma negou passar informações, alegando que teria sido ameaçada de morte.

Para conseguir mais informações sobre a situação, os policias acompanharam a jovem até a casa da mãe dela. A senhora contou que a filha estava em Rondonópolis há cerca de três dias, e que teria saído naquela noite para encontrar um “paquera” que teria conhecido na internet.

Diante da informação, a jovem confirmou a história e disse que ao se encontrar com o suspeito, o mesmo anunciou o roubo e praticou o abuso sexual.

A vítima foi encaminhada para a Unidade de Pronto Atendimento de Rondonópolis para atendimento médico. Porém, a mesma negou ser examinada pela médica plantonista.

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Ainda de acordo com informações da jovem, o suspeito estava em uma caminhonete Hillux de cor prata. Ele teria usado um revolver para ameaça-la e roubar seus pertences como celular e carteira com cartões bancários.

 

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Policial

Operação integrada resulta em 33 prisões preventivas e desmantela facção criminosa

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Débora Siqueira/Sesp-MT

Forças de segurança pública do Estado cumpriram 87 mandados de prisão, busca e apreensão, dos quais 33 prisões são preventivas e três em flagrante delito nas cidades de Alta Floresta, Carlinda, Nova Monte Verde, Paranaíta, Juína, Juruena, Cotriguaçu, Cuiabá, Sorriso e Sinop.

As investigações apontam que a suspeita de comandar a organização em Alta Floresta e regiões adjacentes é uma presa de 29 anos, que cumpre mais de 100 anos de condenação na Penitenciária Ana Maria do Couto, em Cuiabá.

O delegado Pablo Carneiro, da Delegacia Municipal de Alta Floresta, coordena a investigação e representou pelos pedidos de prisões dos membros da quadrilha que ordenaram execuções e são responsáveis pelos crimes nos municípios das Regiões Integradas de Segurança Pública de Juína e Alta Floresta.

Para chegar aos integrantes do grupo criminoso, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) organizou a Operação Vitae III, reunindo cerca de 150 agentes públicos entre a Polícia Militar, Polícia Civil, Sistema Penitenciário, Politec e o Corpo de Bombeiros. 

 

Investigações

No segundo semestre de 2019, houve uma concentração de esforços por parte da PM e da Polícia Civil no combate ao tráfico de drogas em Alta Floresta. Foi constatado na época que a maior parte dos entorpecentes que chegava à região era proveniente de ações coordenadas por um líder de facção criminosa, que cumpre pena na Penitenciária Central do Estado (PCE), mas que hoje se diz convertido e está na ala evangélica da unidade.

Depois de muitas investidas policiais, o grupo sofreu um abalo financeiro, o que fez com que esta liderança perdesse o controle do tráfico na região, sendo o comando assumido por outro grupo, liderado pela mulher de 29 anos.  Ela escolheu Alta Floresta como “cidade polo” para concentrar as ações da organização criminosa, sobretudo a distribuição de entorpecentes, pela posição geográfica privilegiada da cidade, que possui conexão em diferentes rotas com outros municípios.

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“A privação de liberdade não foi obstáculo para que ela comandasse todo o comércio de entorpecente na cidade e demais municípios que têm Alta Floresta como referência na distribuição de entorpecentes. Pela apuração, pode-se afirmar que ela teve uma rápida ascensão na estrutura da facção por conta de seu perfil cruel, frio e calculista, agindo sem nenhuma piedade diante àqueles que ela vê como um obstáculo na busca do monopólio e domínio do comércio de drogas no extremo norte”, destacou o delegado Pablo Carneiro.

Para o comandante regional de Alta Floresta, tenente-coronel PM Denílson de Arruda, a operação Vitae III tem impacto positivo na região.

“É a demonstração dos órgãos de segurança agindo em prol da sociedade. Foi um impacto extremamente positivo e a criminalidade percebe e sente que os órgãos de segurança atuam de forma integrada para dar segurança a todos. Esperamos que isso se reflita na sensação de segurança e a redução dos crimes na região”.

Juína

O delegado regional de Juína, Carlos Francisco de Moraes, destacou que na região foram cumpridos 18 mandados de buscas, sete mandados de prisão, quatro prisões em flagrante, um boletim de ocorrência circunstanciados para apuração de ato infracional, além de três flagrantes por porte ilegal de arma de fogo.

“Esse grupo migrou de Alta Floresta para a região de Juara e Juruena, inclusive um dos suspeitos que já está sendo investigado como por ter cometido três homicídios na cidade de Juara. Eles queriam impor a facção criminosa, se estabelecendo por meio da violência. Nós apreendemos em operações anteriores armas de fogo, como metralhadora e pistolas. Essas investigações geraram a informação que essas pessoas faziam parte e integravam essa organização criminosa e isso tudo vinculado às pessoas que estavam sendo investigadas em Alta Floresta”.

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Para ele, o resultado da Operação Vitae III é satisfatório por prender integrantes da facção criminosa e também pela expectativa de que esse baque possa diminuir índices de criminalidade e violência na região, sobretudo, os crimes de homicídios, roubo e furto.

Fase 2 da operação

Comandante da Polícia Militar em Juína, tenente-coronel Fábio Luiz Bastos destacou que a operação é desenvolvida em duas fases. A primeira fase foi a repressiva, com cumprimento de mandados de prisão e busca apreensão, resultado das investigações da Polícia Civil que a Polícia Militar, Sistema Penitenciário, Corpo de Bombeiros e a Politec atuaram como apoio no cumprimento.

“Agora nós estamos na segunda fase da operação que é a fase preventiva e, nessa fase, a Polícia Militar fica responsável em planejar e coordenar as ações preventivas por meio de patrulhamento, saturação, bloqueios policiais, abordagens da pessoa, veículos, estabelecimentos, bares, pontos de estacionamento ostensivo em locais estratégicos visando, após a parte repressiva de prisão de infratores, fazer a parte preventiva voltada a população de bem, para melhorar a segurança, a sensação de segurança e inibir  a atuação de criminosos. Esse é o fruto da operação integrada”.

Fonte: PJC MT

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Homem procurado por homicídio é localizado e preso no bairro Osmar Cabral

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Assessoria | Polícia Civil-MT

Um homem foragido da Justiça foi preso pela Polícia Civil na terça-feira (07.07), durante ação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Cuiabá para cumprimento de mandado judicial pelo crime de homicídio. 

O procurado de 42 anos estava com a ordem de prisão decretada pelo juízo da 2ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá. Ele responde processo criminal por homicídio.

Os policiais civis da Derf-Cuiabá realizaram diligências e conseguiram localizar o suspeito no bairro Osmar Cabral, na Capital.

Após a prisão, ele foi conduzido para as providências cabíveis e posteriormente transferido para uma unidade prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

 

Fonte: PJC MT

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Rondonópolis

Novo “LOCKDOWN” em Rondonópolis, TRF determina fechamento de todas atividades não essenciais

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Um novo Lockdown Judicial Foi determinado pelo Tribunal Regional Federal Da Primeira Região através de decisão do Desembargador Federal Souza Prudente.  O pedido é uma ação, ação civil pública movida contra o Município de Rondonópolis/MT.

Que impede o funcionamento de atividades não essenciais, enquanto perdurar o Estado de Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPIN) decorrente da pandemia de COVID-19.

Na decisão o desembargador federal determina:

“ao município de Rondonópolis” a tomar todas as providências necessárias para suspender as atividades não essenciais em seu território, até que prove, inclusive através de pareceres e protocolos de seus órgãos de vigilância em saúde: – que a suspensão das atividades não essenciais no município é desnecessária para assegurar:

 a1) regular funcionamento do SUS no município;

a2) prestação de adequado atendimento médico-hospitalar aos pacientes contaminados pela Covid-19;

a3) prestação de adequado atendimento médico-hospitalar a pacientes com outros agravos, não obstante o bloqueio de recursos médico-hospitalares para atendimento exclusivo à Covid-19;

O atendimento pelo município de Rondonópolis às recomendações, orientações e normas da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde que forem de cumprimento cogente, referentes à retirada de medidas de distanciamento social para enfrentamento à Covid-19…

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DA REDAÇÃO

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