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Royal Enfield Himalayan traz novas cores e equipamentos na linha 2020

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Royal Enfield Himalayan terá mais equipamentos que modernizam o projeto clássico, com mais segurança

A Royal Enfield acaba de anunciar a chegada de novas cores e recursos para a linha 2020 da trail Himalayan para a Índia. O primeiro deles é o recurso de desativar o ABS na roda traseira, o que ajuda o condutor durante uso no off-road. A outra novidade é a adição de luzes de perigo, em piscas de quatro direções. Isso ajudará a tornar a motocicleta mais visível em condições climáticas de baixa visibilidade.

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As novas cores da Royal Enfield Himalayan, por sua vez, são vermelho, azul e cinza, que chegam acompanhadas de uma nova coleção de acessórios, que inclui um novo guidão e cestos pretos para equipar a moto. Essas novidades devem ser anunciadas ainda este mês, para chegar às lojas no início do ano que vem, por pouco mais que os R$ 18.990 cobrados atualmente.

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Edição especial Sleet

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Versão Sleet tem por objetivo oferecer mais exclusividade e um visual mais moderno

A Himalayan Sleet é outra que acaba de chegar às lojas, por R$ 22.990, com atributos exclusivos. Entre eles, pintura camuflada e kit completo de acessórios, que inclui malas laterais e protetor de motor. Mesmo sem mudanças no conjunto mecânico, o resultado é um visual ainda mais aventureiro. A trail  é sustentada por um robusto chassi em berço duplo projetado, desenvolvido pela inglesa Harris Performance, feito para ser estável e ágil.

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A motocicleta trail traz suspensão de longo curso, o que reforça a sua proposta off-road. Ela é o primeiro modelo da marca a usar um monoamortecedor. No caso, trata-se de um regulável em pré carga, que oferece um curso de 180mm, com a roda dianteira de 21 polegadas e distância do solo de 220 mm. Seu peso total chega aos 182 kg em ordem de marcha e a altura do assento é de 80 cm.

Seu tanque de combustível de 15 litros oferece autonomia de aproximadamente 450 quilômetros. O painel de instrumentos da Royal Enfield Himalayan, por sua vez, é simples e controla velocidade, direção, temperatura ambiente, tempo de viagem, intervalos de manutenção e as distâncias da viagem.  Enquanto isso, o seu motor é um monocilíndrico de 411 cm³, capaz de gerar até 25 cv e 3,26 kgfm, e o câmbio é de seis marchas.

Fonte: IG Carros
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Mercedes lança sedã esportivo que custa mais de meio milhão de reais

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AMG GT 43
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AMG GT 43: Sedã que surpreendeu a Europa por sua similaridade com os cupês esportivos da AMG

A Mercedes confira a chegada de 20 unidades do sedã esportivo AMG GT43 de quatro portas ao Brasil,  por R$ 575.900. Com isso, vai aumentando a lista dos modelos exclusivos e de alto valor que são confirmado no Brasil no meio da pandemia e durante uma das maiores crises da história. Já chegaram Audi R8 V10 , Ferrari F8 Tributo , Mini JCW GP , entre outros.

O sedã esportivo vem equipado com motor com 3.0 litros de cilindrada, de 6 cilindros em linha, capaz de render com 367 cv e nada desprezíveis 50,1 kgfm de torque. Com câmbio automático de 9 marchas, o carro é capaz de acelerar de  0 a 100 km/h em 5 segundos, de acordo com a marca alemã.

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Em relação à versão mais cara do modelo, o AMG GT 63 S 4Matic+, o AMG GT 43 é quase R$ 1 milhão mais em conta, ante os R$ 1.455.900 do “irmão” mais sofisticado. Por outro lado, não deixa para trás as tecnologias mais recentes da divisão de supercarros da Mercedes-Benz . É equipado com o sistema EQ Boost, que combina o motor de partida e o alternador a um motor elétrico entre o motor e a transmissão. Além de mais suavidade e economia de combustível, adiciona 22 cv e 25,5 kgfm quando acionado.

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Mais tecnologia

AMG
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Na traseira, o caimento do teto propicia uma melhoria aerodinâmica, o que aprimora a sua eficiência

Entre os itens de série, vem com quadro de instrumentos digital, sistema de estacionamento semi autônomo, faróis de LED adaptativos (que ajustam o feixe de luz de acordo com a iluminação do ambiente e o tráfego) e frenagem automática de emergência com aviso traseiro.

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Há também chave presencial para acesso do veículo e partida do motor, seletor de modos de condução (que ajustam motor, suspensão, transmissão e direção), ar-condicionado digital de 4 zonas, sistema de som Burmester de 14 alto-falantes e amplificador de 10 canais com 640 watts e aquecimento nos bancos dianteiros.

Para quem for utilizar o sedã esportivo da Mercedes-Benz nas pistas, o AMG Track Pace, integrado ao sistema multimídia, registra os tempos de volta e aceleração, além de dados de telemetria ao vivo. Veja abaixo o vídeo oficial do novo sedã esportivo.

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Fonte: IG CARROS

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Maio fecha com as piores vendas em 28 anos, diz Anfavea

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Anfavea
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A expectativa da Anfavea gira em torno da retomada gradual das fábricas, mas segue sem grandes previsões para o ano

Mais um mês de pandemia e de números que desabam no setor automotivo. A produção de veículos no Brasil, em maio ainda registra uma queda de 84,4% em relação a maio de 2019. Os números de produção só foram tão maiores por conta do retorno de algumas fábricas. E os emplacamentos contaram com 62.200 unidades, pior mês de maio desde 1992, com quase 75% de queda ante 2019 o respectivo mês de 2019. Os números foram divulgados nesta sexta-feira (5) pela Anfavea.

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No acumulado de 2020, 676 mil unidades emplacadas, ou 38% de queda ante o acumulado de 2019 até o respectivo fechamento de maio. A exportação de 3.900 veículos em maio, por sua vez, representa queda de 91% em relação a maio de 2019, pior número desde 1978. E o acumulado foi o menor desde 2002, com 100 mil unidades.

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Vendas
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Concessionárias têm de obedecer aos decretos de vários Estados, que exige o fechamento dos estabelecimentos até segunda ordem

Segundo Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea: “é difícil prever números de produção, licenciamentos e de exportação. Mas a perspectiva da Anfavea é de um licenciamento de 1600 veículos, sendo 1350 automóveis e 250 comerciais leves para junho, o que representa uma queda de 40% ante maio de 2020”.

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O acumulado do ano também teve resultados negativos. A variação foi de 49,2% para menos, passando de 1.241.155 em 2019, para 630.819 em 2020. “Embora junho sinalize algum retorno mais efetivo à produção de carros , teremos sem dúvida o pior trimestre da história do setor automotivo. Resta esperar por uma reação no segundo semestre capaz de evitar maiores danos às vendas de carros e à toda cadeia automotiva”, disse o presidente da Anfavea .

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Fonte: IG CARROS

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Conheça a CB 350, a mais popular das Honda dos anos 60

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A Honda CB 350 K0 de 1968 era mais confortável que suas rivais com motores 2T
Acervo pessoal/Gabriel Marazzi

A Honda CB 350 K0 de 1968 era mais confortável que suas rivais com motores 2T

Você é um cinquentão? E gosta de motocicletas? Então deve conhecer bem a história da Honda CB 400, modelo nacional que chacoalhou o mercado a partir de 1980 e se manteve como uma das motocicletas mais desejadas por mais de uma década. Mas você precisaria ser um pouco mais velho para ter vivenciado a chegada da linha CB da Honda no Brasil, com a Honda CB 350, ainda nos anos 60.

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Até meados da década, antes da Honda CB 350 , as poucas motocicletas que circulavam por aqui eram de origem européia, como as inglesas Norton, BSA, Ariel ou Triumph. Havia também algumas italianas como Gilera ou Ducati, as alemãs BMW, as enormes norte-americanas Harley-Davidson e outras menos conhecidas, como a checa Jawa. Até que começou a invasão japonesa, com a importação de modelos das marcas Honda, Yamaha, Suzuki e Kawasaki.

Um dos modelos mais bem sucedidos nessa nova fase do nosso mercado motociclístico era a Honda CB 350, média cilindrada de aparência bem moderna e muito mais ágil do que as motocicletas até então conhecidas, e que acabou se tornando a mais popular da família CB.

Tanque de duas cores com protetores de borracha eram suas características
Acervo pessoal/Gabriel Marazzi

Tanque de duas cores com protetores de borracha eram suas características

A Honda CB 350 K0 de 1968 foi, então, a primeira a chegar por aqui, seguida da sua irmã quase gêmea, a CB 250, da menorzinha mas nem tanto CB 125 e da grandona CB 450 DOHC, que ficou conhecida como Black Bomber. Todas bicilíndricas, esta última, que era a mais potente porém pesada e pouco ágil, perderia seu posto de top de linha para a CB 750 Four de quatro cilindros, que chegaria no ano seguinte.

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A Honda CB 350 K0 1968 das fotos foi restaurada em seus mímimos detalhes e, assim como acontece com a quadricilíndrica CB 750 , a primeira versão K0, a mais rara, tem suas particularidades, como a carcaça do farol e as tampas laterais brancas, o banco liso e a lanterna traseira oval. Um gosto pessoal do restaurador desta CB 350 K0 foi trocar o cromo das canecas dos amortecedores traseiros pela pintura na cor do tanque.

Carcaça do farol na cor branca e banco liso eram características da versão K0
Acervo pessoal/Gabriel Marazzi

Carcaça do farol na cor branca e banco liso eram características da versão K0

Uma das características das motocicletas Honda nessa época era o extremo conforto de pilotagem de todos os seus modelos, mesmo que isso custasse uma boa parcela do desempenho, quando comparadas com suas concorrentes, principalmente as que utilizavam motores dois tempos. A confiabilidade era outra de suas virtudes.

A Honda CB 350 tinha tudo isso a seu favor, o que facilitava muito a vida de quem rodava muito com sua motocicleta. Era leve, ágil, fácil de ser pilotada e com mais equipamentos, como, por exemplo, a partida elétrica, inexistente na Yamaha RD 350 e nas Suzuki de mesma cilindrada.

Sem poder ainda mostrar aos leitores novos modelos disponíveis, por conta da interminável quarentena a que fabricantes, veículos de comunicação e jornalistas estão se submetendo, vocês conhecerão, nas próximas semanas, a história de outras motocicletas da linha CB dos anos 60, inclusive uma rara versão Scrambler da CB 350.

Relógios padrão na linha CB, que ficaram inclinados na última versão da CB 350
Acervo pessoal/Gabriel Marazzi

Relógios padrão na linha CB, que ficaram inclinados na última versão da CB 350

Conheça as diferenças entre as várias versões da Honda CB 350
A Honda CB 350 K1, de 1969, é praticamente igual à K0, apenas com uma faixa branca adicional na pintura do tanque, que aumentou sua capacidade mas manteve as joelheiras de borracha, o banco passa a ser plissado e a lanterna traseira ganha a parte superior retangular.

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Já as diferenças para a CB 350 K2, de 1970, são a supressão dos protetores de borracha do tanque, a pintura da carcaça do farol e das tampas laterais na mesma cor principal do tanque e a adição da cor dourada na linha.

A Honda CB 350 K3, de 1971, não tem mais a pintura em duas cores nem a asa da Honda nas laterais do tanque, tornando-se a versão mais popular do modelo, que permaneceu assim até o seu último ano, 1973. A K4, de 1972, ganhou uma maior lanterna traseira e novos emblemas laterais.

Esta é a Honda CB 350 K4 de 1972
Acervo pessoal/Gabriel Marazzi

Esta é a Honda CB 350 K4 de 1972

E a última versão, a CB 350 K5 de 1973, também conhecida por CB 350G, teve ligeira modificação nas faixas do tanque, os amortecedores dianteiros trocaram a cor do tanque por borrachas sanfonadas, os relógios do painel foram inclinados para melhor visualização e, o mais importante, a motocicleta ganhou freio dianteiro a disco com acionamento hidráulico.

As duas últimas versões da Honda CB 350 são as mais conhecidas no Brasil, sendo que a K5 a mais desejada, devido ao freio a disco. Foi o seu último ano de produção (1973), mas, como era comum naquela época, as unidades que não eram vendidas no mesmo ano eram emplacadas como se fossem do ano seguinte, razão de conhecermos algumas CB 350 com o ano 1974 marcado nos documentos. Nesse ano ela foi substituída pela Honda CB 360 , mais moderna, mais bonita, até, mas sem o apelo esportivo nem o sucesso de sua antecessora.

Fonte: IG CARROS

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