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Saúde

Rússia começa vacinação contra Covid e cria site para agendar imunização

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Bandeira da Rússia
Pixabay/Michel van der Vegt

Bandeira da Rússia

A capital da Rússia, Moscou , lançou nesta sexta um serviço online para que moradores da cidade possam agendar a vacinação contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2), que iniciará no próximo sábado (5).

A Sputnik V , vacina desenvolvida no país, apresentou 92% de eficácia em ensaios preliminares. Contudo, segundo a agência de notícia Reuters, funcionários públicos foram pressionados por superiores a participarem dos testes, inclusive tendo que rectrutar mais pessoas.

No início da vacinação, serão atendidos grupos epecíficos . Assistentes sociais, médicos e profesores que tenham entre 18 e 60 anos, terão prioridade, e a injeção será gratuita.

“Para outros residentes de Moscou, a vacinação gratuita estará disponível no futuro”, afirma o site. Segundo a vice-prefeita da cidade, Anastasia Rakova, 200 mil moradores da capital receberam a dose da Sputnik, e apenas 273 pessoas apresentaram alguma reação.

Veja Também:  CoronaVac e vacina de Oxford são aprovadas pela Anvisa para uso emergencial

A Rússia é o 4º país com maior número de casos totais da Covid-19. Mais de 2 milhões e 400 mil russos já foram contaminados, e 42 mil pessoas vieram à óbito. Vivendo a segunda onda da doença, o país aposta em bloqueios e limites regionais para evitar a dispersão do vírus.


Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Em dia de aprovação de vacinas, Brasil registra 551 mortes nas últinas 24 horas

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Luis Barrucho – @luisbarrucho – Da BBC News Brasil em Londres

Em dia de aprovação de vacinas, Brasil registra 551 mortes nas últinas 24 horas

No dia em que a  Anvisa aprovou o uso emergencial de dois imunizantes, a vacina do Butantan e a de Oxford, o Brasil  registrou, neste domingo (17), 551 vidas perdidas pela Covid-19 apenas nas últimas 24 horas.

Ao todo, desde o início da pandemia, a doença já fez 209.847 vítimas em território nacional. Os dados são do Conselho Nacional de Secretários de Saúde  (Conass).

Além disso, o país notificou mais 33.040 casos da doença no último período, o que eleva a média móvel de casos para 54.616 casos por dia durante a semana. O país também aponta 964 mortes por dia durante esta semana, número bastante próximo do pico registrado em julho de 2020.

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O estado mais atingido pela  Covid-19,  em números de mortes e casos, é São Paulo, com 1.652.339 diagnósticos de infecção. Minas Gerais está em segundo lugar, com 643.609 casos positivos desde o início da pandemia. Ao todo, o Brasil já notificou 8.488.099 casos da doença.

Veja Também:  Mais de 1 milhão de doses da Coronavac ficarão em SP, diz Butantan

Amazonas 

O estado do  Amazonas,  que vive uma crise por conta do aumento no número de internações e pela falta de oxigênio, registrou, apenas nas últimas 24 horas, 1.277 casos da doença, com 68 mortes.

No total, o estado já acumula 6.191 óbitos pela doença e 230.644 casos. A taxa de letalidade no estado é maior que a média geral também. Por lá, o número é de 2,7%, enquanto a média nacional é de 2,5%.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Primeira indígena vacinada no Brasil: “Sou defensora da vida”

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Vanuzia%2C primeira indígena vacinada contra Covid-19
Divulgação

Vanuzia, primeira indígena vacinada contra Covid-19

Vanuzia Costa Santos, de 50 anos, moradora da aldeia multiética Filhos dessa Terra, localizada no bairro Cabuçu Guarulhos, é a primeira indígena do Brasil a se vacinar contra a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus (Sars-coV-2) .

“Fiquei muito feliz de participar deste momento. Sou defensora da vida, de outras vacinas, da prevenção, saúde. Devemos valorizar a educação, a ciência, e isso pode ser conciliado com uma crença, com as rezas e a medicina tradicional do meu povo”, disse Vanuzia.

A voluntária teve Covid-19 e sentiu sintomas severos em 10 de maio de 2020. Solteira, com um filho de 24 anos, ele definiu como “sofrimento” o que passou.

“Não fui para o hospital porque ajudava a cuidar de outras seis pessoas, precisava ter força para dar uma palavra de conforto e cuidar deles, sem me abater. Tinha um oxímetro mas não media minha respiração para não me apavorar. Fiz o teste em 15 de junho e já estava curada”, continuou.

Técnica de Enfermagem e Assistente Social, ela também é Presidente do Conselho do Povo Kaimbé. Nascida em Euclides da Cunha, na Bahia, ela veio para o Estado de São Paulo em 1988 para trabalhar e crescer na carreira.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

“Não tenham medo, é a chance que temos de salvar vidas”, diz enfermeira vacinada

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Enfermeira Mônica Calazans%2C do hospital Emílio Ribas
Reprodução/Youtube

Enfermeira Mônica Calazans, do hospital Emílio Ribas

“Não tenham medo. É a grande chance que a gente tem de salvar mais vidas.” Foi assim que a enfermeira Mônica Calazans , do hospital Emílio Ribas , encerrou seu discurso para pedir que a população não deixe tomar vacinas contra a Covid-19 . A profissional da saúde recebeu a primeira dose da CoronaVac neste domingo (17) e se tornou a primeira brasileira a ser imunizada contra a doença.

Peço que a população acredite na vacina. Estou falando como mulher e como negra. Temos que pensar em quantas pessoas nós perdemos, quantos pais, mães, irmãos. Diante disso que eu tomei coragem”, disse Mônica.

A enfermeira falou ainda sobre as brincadeiras que ela ouviu que se voluntariou para fazer parte da fase de testes do imunizante desenvolvido pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac Biotech.

“No início eu fui muito crtiticada. Eu recebia piadinhas, memes. Falaram que eu era cobaia de uma pesquisa de vacina, mas eu aprendi que eu não sou cobaia, mas sim participante de pesquisa. E estou muito orgulhosa de mim por isso. Meu nome agora está aí, no mundo inteiro. Mônica Calazans, 54 anos, negra, participante da pesquisa e fui a primeira a ser vacinada”, afirmou.

“É disso que nós estamos precisando. É isso que a gente estava esperando. Para gente poder voltar à vida normal, com abraço, com aperto de mão. Quanta gente não está fazendo isso hoje? Quantas pessoas tem receio de chegar próximas às outras? Eu sou uma pessoa que toma ônibus todo dia, tomo metrô. E você percebe que as pessoas têm receio de chegar perto de você. Porque ela não sabe, porque a gente está lidando com o invisível. Não tenham medo. Eu sou uma pessoa comum, profissional da saúde e estou na pandemia desde o início. Há dez meses trabalhando incansavelmente em dois hospitais. Por isso falo com segurança e propriedade. Não tenham medo. É a grande chance que a gente tem de salvar mais vidas”, finalizou Mônica.

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Fonte: IG SAÚDE

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