conecte-se conosco


Saúde

Rússia promete milhares de doses de vacina até o fim de 2020

Publicado


source
Rússia promete ser o primeiro país a ter vacina aprovada e aplicada de forma massiva
Getty Images/BBC

Rússia promete ser o primeiro país a ter vacina aprovada e aplicada de forma massiva

A Rússia anunciou hoje (03) que terá capacidade de produzir centenas de milhares de doses de vacina contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2)  já até o final deste ano e, a partir do início de 2021, “vários milhões”.

De acordo com o ministro do Comércio da Rússia, Denis Maturov, três empresas biomédicas iniciarão em setembro a produção industrial da vacina desenvolvida pelo laboratório de pesquisa em epidemiologia e microbiologia Nikolai Gamaleia.

“De acordo com as primeiras estimativas (…) poderemos fornecer várias centenas de milhares de doses da vacina a cada mês a partir deste ano e depois vários milhões a partir do início do ano que vem”, disse à agência pública de notícias TASS .

O chefe do Fundo Russo para Investimentos Diretos, garantiu, também nesta segunda-feira, que a aprovação oficial da vacina deve acontecer “dentro de dez dias”.

Veja Também:  Como a pandemia de covid-19 pode levar a uma revolução nas vacinas

“Estaremos à frente não apenas dos Estados Unidos, mas também de outros países. Esta será a primeira vacina aprovada contra o coronavírus”, afirmou Kirill Dmitriev.

O ministro russo disse, em comunicado, que os ensaios clínicos em militares “mostraram claramente uma resposta imune” ao novo coronavírus, sem que tenham sido observado “efeitos colaterais ou anormalidades”.

A vacina russa utiliza o adenovírus como vetor viral, isto é, um outro vírus que foi transformado e adaptado para combater a Covid-19. A tecnologia também escolhida pela Universidade de Oxford.

A rapidez, no entanto, traz preocupação a diversos pesquisadores internacionais, que alertam para o negligenciamento de algumas etapas imprescindíveis para o desenvolvimento de um imunizante eficaz e seguro.

Vitali Zverev, professor e chefe de laboratório do instituto de pesquisa Metchnikov, disse à AFP que era muito cedo para homologar uma vacina que não foi testada o suficiente para garantir sua segurança.

“É impossível garantir a segurança de uma vacina durante um período de tempo como este que nos separa do início da pandemia”, afirmou. O professor ainda disse que as empresas biomédicas que irão produzir a vacina não estão acostumadas à tecnologia avançada que será utilizada.

Veja Também:  Pesquisas apontam medicamentos capazes de ajudar pacientes graves da Covid-19

Até o momento, a Rússia não publicou um estudo detalhado dos resultados de seus testes para estabelecer a eficácia dos produtos que afirma ter desenvolvido.

O centro público de pesquisa Vektor, na Sibéria, está trabalhando em outra vacina, cujas primeiras doses devem estar prontas a partir de outubro, segundo as autoridades.

Atrás dos Estados Unidos, Brasil e Índia, a Rússia é o quarto país com mais casos de infecções pelo Sars-Cov-2.

Fonte: IG SAÚDE

publicidade

Saúde

Anvisa vai avaliar proposta de testes da vacina russa no Brasil

Publicado


source
A Sputnik V é vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Rússia
Foto: Divulgação/SputinikV

A Sputnik V é vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Rússia

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) avalia nesta semana as proposta de ensaios clínicos da fase 3 da Sputnik V, a vacina russa na Rússia contra a Covid-19. No Brasil, os governos do Paraná e da Bahia já firmaram um acordo com o governo russo. 

A expectativa é que os testes envolvam 10 mil voluntários que receberão duas doses do medicamento com intervalo de 21 dias entre as aplicações. O grupo que será vacinado deve envolver profissionais da saúde de hospitais universitários e pessoas que integrem grupos de risco, a exemplo de diabéticos e hipertensos.

De acordo com a reportagem da Veja, o governo do Paraná, envolvido em toda a negociação dos estudos brasileiros do fármaco, afirmou que ocorrem reuniões de alinhamento sobre o protocolo oficial, com previsão de entrega para a próxima semana.

Veja Também:  Estudo reforça indícios de que pobres e indígenas são mais vulneráveis à covid-19

Vladimir Putin defenda vacina russa

Em discurso na ONU, na terça-feira (22), o presidente da Rússia, Vladimir Putin, defendeu a importância do conselho de segurança da entidade e reforçou o compromisso do país em contribuir no combate ao novo coronavírus.

O presidente da Rússia ofereceu vacinar, de maneira gratuita, toda a equipe da ONU, com o imunizador desenvolvido no país. De acordo com ele, a vacina russa “provou sua confiabilidade, segurança e eficácia”.

Durante seu discurso, Putin ainda disse que o Conselho de Segurança da ONU deve ser “mais inclusivo” com os interesses da comunidade global, mas disse que o mecanismo exerceu papel importante para garantir a paz no período pós-Segunda Guerra Mundial.

Testes realizados com a Sputnik V

No início de setembro, a revista científica The Lancet publicou novos resultados dos testes realizados com a Sputnik V. O estudo mostrou que o imunizante foi capaz de produzir resposta imunológico em todos os voluntários e não teve efeitos adversos.

“Os dois testes de 42 dias, que contaram com a participação de 38 adultos saudáveis em cada um, não encontraram nenhum efeito adverso grave e confirmaram que a candidata a vacina gerou reposta de anticorpos. Testes mais amplos e de longo prazo, incluindo uma comparação com placebo, são necessários para estabelecer a segurança na prevenção da infecção pela Covid-19 “, aponta a conclusão do estudo na The Lancet, divulgado pela agência Reuters.

Veja Também:  Maioria dos norte-americanos deve ser vacinada contra Covid-19 até julho

Ainda de acordo com a publicação, os resultados dos testes, que foram conduzidos entre os meses de junho e julho com 76 participantes, apontaram para uma eficácia de 100% da vacina na produção de anticorpos contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2).

Vale lembrar que a Sputnik V foi a primeira candidata a vacina contra a Covid-19 registrada em todo o planeta, o que fez a comunidade internacional criticar a decisão acelerada da Rússia.

Fonte: IG SAÚDE

Continue lendo

Saúde

Doações de órgãos no Brasil caíram 40% com pandemia

Publicado


source
Doação
Agência Saúde

Campanha de doação de órgãos do Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde divulgou, nesta quinta-feira (24), o balanço sobre a a doação de órgãos, tecidos e células e transplantas realizados no país no primeiro semestre de 2020. O documendo chamou atenção para o impacto da pandemia e a carência de doações durante o período de distanciamento social.

Para incentivar as doações, a pasta lançou a campanha nacional de incentivo à doação, que traz o slogan “Doe órgãos.A vida precisa continuar”. “O Ministério da Saúde, junto aos estados e municípios, está empenhado em encontrar soluções para superar os obstáculos impostos ao programa de transplante na pandemia. A retomada dos procedimentos será subsidiada por protocolos rigorosos para garantir a segurança de todos”, disse o ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, à Agência Saúde.

Entre janeiro a julho de 2019 foram realizados 15.827 transplantes. No mesmo período em 2020, o número de procedimentos foi de 9.952. Alguns centros de transplantes, no entanto, conseguiram manter suas unidades ativas e livres da Covid-19 e hospitais de grande porte de transplantes, como o Hospital do Rim, em São Paulo, receberam pacientes de centros menores para realização do procedimento com maior segurança.

Veja Também:  Pesquisas apontam medicamentos capazes de ajudar pacientes graves da Covid-19

No país, até 31 de julho, existiam 46.181 pacientes aguardando por transplante. Os transplantes de medula óssea, pelo alto impacto imunológico, tiveram redução em 25,82%, passando de 2.130 em 2019 para 1.580, em 2020. Os transplantes de coração caíram 25,10%, passando de 231, em 2019, para 173 neste ano, impactado pela dificuldade de logística, redução no número de doadores e estrutura de UTI livre de Covid-19.

Fonte: IG SAÚDE

Continue lendo

Saúde

Maioria dos norte-americanos deve ser vacinada contra Covid-19 até julho

Publicado


source
Ainda não existe vacina contra a doença, mas há várias em testes de estágio avançado no país, como as da Pfizer, da Moderna e da Johnson & Johnson
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Ainda não existe vacina contra a doença, mas há várias em testes de estágio avançado no país, como as da Pfizer, da Moderna e da Johnson & Johnson

O chefe do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, Robert Redfield, disse ao comitê do Senado do país que a maioria dos norte-americanos devem ser vacinados contra a Covid-1 9 até julho de 2021. A doença já matou mais de 200 mil pessoas nos EUA.

Redfield afirmou que acredita que haverá cerca de 700 milhões de doses de vacinas até o fim de março ou abril, o suficiente para 350 milhões de pessoas.

“Acho que vamos precisar de abril, maio, junho, vocês entendem, possivelmente julho, para que o público americano inteiro seja completamente vacinado”, disse ele ao Comitê de Saúde, Educação, Trabalho e Pensões do Senado.

Veja Também:  O que falta para a vacina CoronaVac ser distribuída à população em São Paulo

Apesar de ainda não existir uma vacina oficial no país, há várias em testes de estágio avançado, como as da Pfizer, da Moderna e da Johnson & Johnson. As empresas começaram a fabricar as vacinas contando com uma autorização regulatória rápida assim que for provado que funcionam.

Redfield disse que a Operação Warp Speed, grupo governamental que conta com autoridades dos departamentos da Saúde, dos Serviços Humanos e da Defesa, decidirá como alocar as vacinas nos EUA.

Fonte: IG SAÚDE

Continue lendo

Links Úteis

Rondonópolis

Policial

Política MT

Entretenimento

Mais Lidas da Semana