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Esportes

Santo André promove encontro virtual de basquete feminino no domingo

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A equipe feminina do Santo André/APABA, em parceria com a professora chilena Andrea Bilbao, promove neste domingo (7), a partir das 15h (horário de Brasília), o 1º Encontro Internacional de Basquete Feminino Virtual 2020.  O evento acontecerá online, através do aplicativo “Zoom”, e contará com a presença de representantes chilenos, da equipe Universidad Austral, argentinos, do Quimsa, e espanhóis, do Celta Baloncesto e do IDK Euskotren, onde atua a brasileira Érika, da Seleção Brasileira. Além das equipes, a árbitra internacional Andrea Silva também vai participar do encontro.

“A ideia é fazer uma interação entre as jogadoras em cinco ou seis salas dentro do ambiente virtual. Não queremos competir, o propósito é trocar experiências e informações que possam auxiliar no crescimento de todos. A árbitra Andrea Silva vai participar de uma espécie de teste de conhecimentos”, esclarece a preparadora física da equipe do Santo André e uma das organizadoras do evento, Luciane Moscaleski.

Segundo Luciane, a ideia do encontro foi proposta pela assistente técnica Adriana Amado. “Por ter passado uma temporada na Argentina, surgiram esses contatos e foi através disso que conseguimos viabilizar essa iniciativa. A técnica Arilza Coraça tem feito todo o trabalho de gestão junto à Secretaria de Esportes da nossa cidade, para que o encontro aconteça”, celebra.

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Todas as atividades do encontro virtual serão gravadas e disponibilizadas nas redes sociais da equipe para que os interessados possam ter contato com os conteúdos tratados.

Equipe unida mesmo no isolamento social

A Liga de Basquete Feminino desse ano foi paralisada pela pandemia da covid-19 menos de uma semana depois do início dos jogos. Apenas três partidas foram disputadas, ainda na primeira quinzena de março. O Santo André/APABA foi um dos times a entrar em quadra. No dia 8, venceu o Ituano fora de casa por 73 a 71. Depois, tudo parou e não existe uma previsão de retomada das disputas. Só que, mesmo assim, o Santo André seguiu com o grupo de 10 atletas fazendo preparação física e reuniões periódicas. “Nós trabalhamos seis semanas de maneira presencial. Na quinta semana, estreamos vencendo o Ituano. E, depois, a previsão era irmos ao Rio de Janeiro para a segunda partida. Mas veio o isolamento social. Acreditávamos que ficaríamos apenas 15 dias parados, com elas treinando em casa ou em academias. Mas, logo na sequência, tudo fechou. Fizemos questão de manter o grupo focado através de treinos adaptados, orientações sobre o uso das máscaras que salvam vidas e ações como esse encontro virtual”, finaliza a preparadora física.

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Edição: Sergio du Bocage

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Esportes

Coluna – Clubes e paradesporto

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O último edital lançado pelo Comitê Brasileiro de Clubes (CBC), em maio, com aporte total de R$ 130 milhões, previu um acréscimo de 15% – sobre valores já executados nos esportes olímpicos – a clubes cujos projetos abracem o paradesporto. Em entrevista à Agência Brasil, o vice-presidente de Formação de Atletas da entidade, Fernando Cruz, afirmou que o objetivo é “incentivar que clubes sociais e esportivos também passem a contar com o paralímpico”. Os recursos provêm das loterias da Caixa Econômica Federal. O Comitê tem direito a 0,5% dessa arrecadação, com destinação “única e exclusivamente para a formação de atletas olímpicos e paralímpicos”.

A porcentagem, conforme o edital, representa em torno de R$ 25 milhões desse total. Para se ter acesso ao repasse, há algumas exigências. O item 6.1.3 do chamamento, por exemplo, indica que os clubes “poderão valer-se de parcerias técnicas formais com entidades de prática esportiva de esportes paralímpicos” e desenvolver atividades paradesportivas “em espaços de terceiros, desde que expressamente autorizado pelo detentor dos direitos de posse direta ou domínio do espaço objeto de cessão, durante toda a vigência da parceria”.

Ainda segundo o edital, que foi direcionado à contratação e manutenção de profissionais e recursos humanos, o item 6.1.4 versa que “espera-se que todos os clubes adotem um esporte paralímpico até o final do ciclo 2021-2024, para que estejam aptos a participar dos próximos editais”. A projeção do CBC, de acordo com o documento, é que os próximos “atos convocatórios” sejam unificados para esportes olímpicos e paralímpicos. A previsão, adiantada por Cruz à Agência Brasil, é que um novo edital saia em novembro.

O modelo esportivo no Brasil é desenvolvido, principalmente, nos clubes. De lá, vieram 84% dos integrantes da delegação brasileira nos Jogos do Rio de Janeiro. Já a predominância clubística no paradesporto tem suas peculiaridades. Há, de fato, agremiações tradicionais que englobam modalidades paralímpicas. O velocista Petrúcio Ferreira, campeão mundial e paralímpico, por exemplo, é do Pinheiros, de São Paulo. O Grêmio Náutico União, de Porto Alegre, possui atletas importantes da natação adaptada, como Susana Schnardorf e Carol Santiago. Já o Sesi, na região metropolitana da capital paulista, mantém times fortes de goalball e vôlei sentado. Mas, a maior parte dos esportistas é ligada a associações voltadas a pessoas com deficiência.

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Em entrevista à Agência Brasil, em junho, o presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Mizael Conrado, estimou em “quase mil” o número de clubes paralímpicos do país. “Eles têm uma característica diferente dos clubes olímpicos, que são condições já bastantes modestas”, descreveu, à ocasião. “Essa pandemia [do novo coronavírus, a covid-19] é mais um problema, mas os nossos clubes, infelizmente, no dia a dia, enfrentam dificuldade de falta de recurso. Permanece uma prioridade nossa trabalhar para que esses clubes também possam ter financiamento para suas atividades”, completou.

Esse edital de maio do Comitê de Clubes foi antecipado exatamente devido à covid-19. A intenção, segundo a entidade, foi auxiliar as agremiações atingidas pelo impacto econômico da pandemia. O processo foi aberto às instituições filiadas à entidade – ou seja, que tenham certificação da Secretaria Especial do Esporte, certidões regulares e aprovação no processo de analise de capacidade técnica e operacional do CBC.

O chamamento teve questionamento na imprensa justamente por limitar a participação a clubes filiados, devido ao parágrafo primeiro do artigo 16, da Lei 13.576/2018, que diz: “O CBC aplicará no mínimo 15% dos recursos (…) em atividades paradesportivas: diretamente, sem possibilidade de restringir a participação nos editais de chamamento público em função de filiação das entidades de práticas desportivas”.

Em nota à Agência Brasil, o CBC justificou que “por razões de transparência e governança, separa as contas dos recebimentos dos recursos provenientes da arrecadação do produto das loterias, distribuindo os recursos pela sua natureza, bem como em relação à própria legislação que baliza a aplicabilidade deles”. Ainda segundo o Comitê, como os dispositivos da Lei Pelé (9.615/98) “que tratavam da destinação e forma de aplicabilidade dos recursos das loterias” foram revogados e a Lei 13.756/2018 “disciplinou integralmente a sua maneira os recursos das loterias para o esporte, o CBC abriu novas contas, separando os recursos recebidos no contexto normativo da Lei 9.615/1998, daqueles previstos no contexto da Lei 13.756/2018”.

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Na entrevista à Agência Brasil, Fernando Cruz explicou que os R$ 130 milhões do edital de maio “são remanescentes da antiga lei, então, não sofrem essa obrigatoriedade [de não serem restritos a filiados]”. Conforme o dirigente, o Comitê pretende reunir clubes e federações, em especial os voltados ao segmento paralímpico, “para que se faça um diagnóstico e se possa ver a real situação. Só que, nesse momento, esses recursos estão estritamente vinculados à lei anterior”.

A mensalidade dos clubes filiados (R$ 3,9 mil), por sua vez, é considerada elevada por algumas agremiações do paradesporto. Segundo o vice-presidente do CBC, instituições filiadas que participam com apenas uma modalidade, inclusive paralímpicas, têm redução de 50% na contribuição. “Se realmente [o valor] essa mensalidade faz diferença, o clube tem que fazer a reflexão, se realmente tem a condição técnica de receber esses recursos, ou se realmente está em busca de uma contribuição, vamos dizer, que o ajude na sobrevivência. Não é esse o objetivo do CBC. Nossa missão é formar atletas olímpicos e paralímpicos através dos clubes. Temos a obrigação perante os órgãos públicos, de colocar recursos e obter resultados”, concluiu Cruz.

Edição: Verônica Dalcanal

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Esportes

Na reta final, Campeonato Espanhol inicia 34° rodada nesta terça-feira

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A 34° rodada do Campeonato Espanhol tem início nesta terça-feira (7), com duas partidas movimentando a competição. Às 14h30, o Valencia recebe o Valladolid, no estádio Mestalla. Na sequência é a vez do Atlético de Madrid visitar o Celta, às 17h, no Balaídos.

Na quarta-feira (8) seis equipes vão entrar em campo. A bola começa a rolar a partir das 14h30, com a dobradinha Getafe x Villarreal, no Coliseum Alfonso Pérez; e Betis x Osasuna, no Benito Villamarín. Às 17h, o vice-líder da La Liga, o Barcelona encara o Espanyol, em casa, no Camp Nou.

Na quinta-feira (9) teremos Mallorca x Levante, no Iberostar Estadio; e Eibar x Leganés, no Ipurúa. Ambas as partidas às 14h30. Um pouco mais tarde, às 17h, se enfrentam Athletic Bilbao x Sevilla, no San Mamés.

A rodada encerra na sexta-feira (10) com dois confrontos: Real Sociedad x Granada, às 14h30, no Anoeta; e o líder Real Madrid será o mandante contra o Alavés, às 17h, no Alfredo di Stéfano.

Restando apenas cinco rodadas para o encerramento do Campeonato Espanhol, a briga pelo título continua em aberto. A equipe merengue está na liderança com 77 pontos, seguido do Barça com 73.

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Edição: Verônica Dalcanal

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Esportes

Campeonato Brasileiro de Natação é cancelado por causa de pandemia

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A Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) anunciou nesta terça (7) o cancelamento de competições nacionais previstas até 31 de agosto por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19). Entre elas está o Troféu José Finkel, que é o campeonato brasileiro interclubes de natação de inverno. O Troféu Maria Lenk, disputado no verão, também foi cancelado.

O José Finkel, disputado desde 1972, estava marcado para o período de 11 a 15 de agosto no Itaguará Country Clube, em Guaratinguetá, interior paulista. A cidade voltaria a receber o evento após seis anos. No ano passado, o torneio foi realizado no Clube Curitibano, em Curitiba. O Minas Tênis Clube foi o campeão.

“Ainda sem termos a certeza do controle do vírus e vendo os diferentes cenários nos estados brasileiros, não vemos condições de realizar competições nacionais em condições de igualdade para todos os participantes. Aguardaremos até que todos tenham suas piscinas à disposição e que as rotinas sejam retomadas, mesmo que no considerado novo normal”, diz a nota da CBDA.

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Apesar de previsto para outubro, o Troféu Chico Piscina, também não será disputado em 2020, conforme nota assinada pelo presidente da CBDA, Luiz Fernando Coelho, e pelo diretor-executivo da entidade, Renato Cordani. O torneio é o principal da natação brasileira de base e ocorre anualmente em Mococa, no interior paulista.

Edição: Fábio Lisboa

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