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Política Nacional

“São bombas nucleares que garantem a paz”, afirma Eduardo Bolsonaro

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Eduardo Bolsonaro
Michel Jesus/ Câmara dos Deputados – 14.5.19

Eduardo Bolsonaro diz que bombas nucleares garantem paz

Em evento da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados, da qual é presidente, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) defendeu a posse de armas nucleares e disse que o “politicamente correto” o impede de falar abertamente sobre a possibilidade de guerra com a Venezuela.

A reunião, na tarde desta terça-feira (14), foi um encontro de Eduardo Bolsonaro com alunos da Escola Superior de Guerra, entidade em que se formam militares do Exército, Marinha e Aeronáutica.

“São bombas nucleares que garantem a paz. Se nós já tivéssemos os submarinos nucleares já finalizados, que têm uma economia muito maior dentro d’água; se nós tivéssemos um efetivo maior, talvez fossemos levados mais a sério pelo (Nicolás) Maduro, ou temidos pela China ou pela Rússia”, afirmou.

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Ele frisou, porém, que não há debate no Congresso sobre o assunto no momento. O Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, assinado por 189 países, foi endossado pelo Brasil no governo de Fernando Henrique Cardoso, em 1998.

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“Esse assunto não é pauta nesse momento, eu sequer vejo debate nesse sentido. A gente sabe que, se o Brasil quiser atropelar essa convenção, tem uma série de sanções, é um tema muito complicado. Mas acredito que possa voltar ao debate aqui”, ponderou.

O deputado citou ainda Índia e Paquistão, dos poucos países que não assinaram o tratado, como um exemplo positivo.

“Paquistão e Índia, como é a relação dos dois? Se só um tivesse bomba nuclear, a relação não seria a mesma. Sou entusiasta dessa visão. Vão dizer que eu sou agressivo ou que quero tocar fogo no mundo, mas enfim. De fato. Por que o mundo inteiro respeita os Estados Unidos?”, questionou. “Explodiram o World Trade Center, o que eles fizeram? Passaram por cima de tudo quanto é veto e invadiram o Iraque”.

Dirigindo-se aos militares presentes no evento, Eduardo ressaltou que, em um eventual conflito com a Venezuela , eles teriam um papel importante e que as pessoas só dão valor às Forças Armadas “quando precisam”, já que há uma crença generalizada de que o Brasil é um país pacifista, que não entra em guerra. O deputado federal ainda chamou Maduro de “maluco associado a terroristas”.

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“Pois bem. Estamos tendo um problema com a Venezuela, e o politicamente correto me impede de falar algumas coisas, então tenho que falar que está tudo muito bem, que nós nunca entraremos em guerra e podem ficar tranquilos. É claro, é uma ironia, o que eu estou falando”, disse.

“Do lado de lá da fronteira tem um maluco associado a terroristas e ao narcotráfico. A gente sabe que, a qualquer momento, se isso daí evoluir para um quadro pior, que é o que ninguém deseja, quem vai entrar em ação são principalmente os senhores”, finalizou Eduardo Bolsonaro .

Fonte: IG Política
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Política Nacional

“Cientistas pedem desculpas por erro”, diz matéria compartilhada por Bolsonaro

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foto jornal
Reprodução/Twitter

Imagem compartilhada pelo presidente no Twitter

O presidente Jair Bolsonaro compartilhou na tarde deste sábado (6) uma publicação sobre a decisão do  periódico científico Lancet de retirar um artigo sobre a eficácia da hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19. A publicação ocorreu depois do presidente confirmar mudanças na divulgação dos números de óbitos e casos da Covid-19 no Brasil

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 “Cientistas pedem desculpas por erro” diz o título da matéria do jornal Tribuna, do Espírito Santo. Veja:


Com cerca de 4 mil retuítes por volta de 18h, a publicação de Jair Bolsonaro dividiu os internautas. Os apoiadores concordavam com o presidente. Um perfil atacava os cientistas e a imprensa.

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Já outros perfis questionavam a intenção do presidente ao compartilhar a imagem sem comentários




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Política Nacional

STF condena Paulinho da Força a dez anos de prisão

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Paulinho da Força
Reprodução Twitter

Paulinho da Força é condenado a dez anos de prisão por esquema envolvendo o BNDES

O Supremo Tribunal Federal condenou o deputado federal e presidente nacional do Solidariedade, Paulinho da Força, a dez anos de prisão. A decisão foi pelos crimes de associação criminosa e lavagem de dinheiro. A decisão ainda cabe recurso.

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O deputado é acusado de desvio de dinheiro do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Social e Econômico). Ele teria atuado favorecendo empresas.

Paulinho é presidente nacional do partido Solidariedade, um dos partidos do centrão, bloco de centro direita aliado à Bolsonaro.

O advogado de Paulinho da Força já se manifestou e disse que não houve crime, já que a execução dos projetos ao BNDES foi lícita.

A defesa ainda afirmou que reuniu prova testemunhal e documental de que o deputado foi vítima do crime de tráfico de influência, pois seu nome foi indevidamente utilizado por terceiros para a execução dos crimes.

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Política Nacional

Sem máscara, Bolsonaro chega ao Comando de Artilharia do Exército

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bolsonaro e policial
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Jair Bolsonaro com policial na base da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Formosa, Goiás

Neste sábado (6), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) visitou o Comando de Artilharia do Exército , em Formosa, Goiás. Ele chegou ao posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF) próximo à base por volta das 9h30 e fez uma transmissão ao vivo no Facebook, onde aparece sem máscara ao lado de policiais. 

Bolsonaro esteve ontem (5) na inauguração do primeiro hospital de campanha (Hospital de Campanha de Águas Lindas) do governo federal, quando convidou o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), para ir ao Comando de Artilharia. 

“Amanhã volto a Goiás de forma informal na região de Formosa pra dar um tiro lá; tá convidado, Caiado. Um abraço a todos. Até a próxima oportunidade”, disse o presidente. 

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