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Política Nacional

“Se eu fosse irresponsável, ia ficar quieto”, diz Bolsonaro sobre coronavírus

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Isac Nóbrega/PR

Presidente Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou na tarde desta quarta-feira (26) que não são autoridades políticas que irão salvar a vida dos cidadãos e que, segundo ele, o povo brasileiro precisa entender isso. Ele também defendeu que “já fez sua parte” e que se “fosse irresponsável, ia ficar quieto”.

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“O brasileiro tem que entender que quem vai salvar a vida dele é ele, pô. Não tem que ficar esperando o vereador, deputado, senador e presidente da República cuidar da vida dele. Se ele não tem capacidade, paciência”, afirmou Bolsonaro a jornalistas em Brasília.

“Se eu fosse irresponsável, eu ia ficar quieto, mas já fiz a minha parte, alertei a nação. Com palavras duras ou toscas, entendam como bem entender, mas palavras verdadeiras. Quem não está preocupado em perder o emprego?”, defendeu o presidente.

Bolsonaro também criticou mais uma vez a forma como governadores estão administrando a crise gerada pela pandemia. “Alguns governadores e prefeitos erraram na dose”. O presidente critica a medida de isolamento social decretada pelos políticos. Segundo ele, isso trará um dano pior ao Brasil, devido à questão economica, do que o coronavírus

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“Eu falei e fui massacrado pela mídia”, afirmou Bolsonaro, defendendo sua preocupação com a economia. “O vírus todo mundo vai ter até que haja aquela imunização natural, que dizem os infectologistas . Dá para entender que essa onda [o impacto na economia] é muito pior do que o vírus?”.

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Bolsonaro também argumentou que haverá mortes, mas que serão pessoas de 80 anos. “Infelizmente, a nossa vida um dia se esvai”.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

“Paciente pode trocar de médico”, diz Bolsonaro em recado a Mandetta

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Luiz Henrique Mandetta e Jair Bolsonaro arrow-options
Brasil 247

Relação entre Bolsonaro e Mandetta ficou tensa durante toda a semana

O presidente Jair Bolsonaro voltou a falar sobre a possibilidade de demissão do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta , durante transmissão ao vivo nesta quinta-feira (9) e disse que o “paciente pode trocar de médico”. A declaração é uma resposta a um discurso que Mandetta fez na segunda (6), quando disse que permanceria no comando do Ministério da Saúde. Na ocasião, o chefe da pasta disse que “médico não abandona paciente”, sendo que o paciente, nesse caso, seria o Brasil.

Desde o início da semana, a incerteza tomou conta do governo federal em meio à possibilidade de demissão de Mandetta durante a pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2). Na segunda, Bolsonaro teria decidido tirar o ministro de sua equipe, mas foi convencido do contrário pela ala militar do governo, principalmente pelos ministro Braga Netto (Casa Civil) e Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo).

Nesta quinta-feira, quando a situação a situação já parecia ter se acalmado, um aúdio de uma conversa entre o ministro Onyx Lorenzoni (Cidadania) com o deputado Osmar Terra gravada pela CNN Brasil mostrou os dos conversando sobre a possibilidade de demissão de Mandetta .

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Em um trecho do diálogo, Onyx diz que “teria cortado a cabeça dele [Mandetta]”. “Ali para mim foi a pá de cal. Eu já não falo com ele [Mandetta] há dois meses. Aí acho que é xadrez. Se ele sai vai acabar indo para a secretaria do Doria”, afirmou o ministro.

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A esse comentário, Terra respondeu que ajudaria a tirar ministro da Saúde do comando da pasta. “E não precisa ser eu o ministro, tem mais gente que pode ser”, disse o deputado.

Ao colunista Gerson Camarotti, Mandetta evitou fazer comentários sobre esses acontecimentos, mas fez um desabafo. “Há uma crise de valores, há uma crise ética. Cada um faça o seu juízo, mas crise ética é o que mais se vê neste momento de epidemia”, lamentou.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Bolsonaro diz que retomada de atividades pode levar quatro meses

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Agência Brasil

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Bolsonaro voltou a defender o fim do isolamento social amplo para pessoas fora dos grupos de risco da Covid-19, como idosos e pessoas com doenças crônicas


O presidente Jair Bolsonaro afirmou, nesta quinta-feira (9), que espera a normalização da atividades do país em menos de ” três ou quatro ” meses, para não haver, segundo ele, uma complicação no cenário econômico. Ao citar os gastos de cerca de R$ 600 bilhões para programas de combate à pandemia do  coronavírus e manutenção de empregos e renda das empresas, o presidente comparou a situação às margens de um rio após a destruição de uma ponte.

“Estamos com esses R$ 600 bilhões mantendo a comunicação com as duas margens do rio, só que temos um limite, acredito que três meses ou quatro meses fica complicado, então a gente espera que as atividades voltem antes disso”, afirmou durante sua live semanal transmitida pelo Facebook.

Bolsonaro voltou a defender o fim do isolamento social amplo para pessoas fora dos grupos de risco da Covid-19, como idosos e pessoas com doenças crônicas. “Por mim, quem tem menos de 40 anos já estaria trabalhando, porque nós deveríamos, no meu entender, partir para o isolamento vertical”, disse.

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O presidente lembrou decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que assegurou a autonomia de governos estaduais e prefeituras para determinar medidas de fechamento de comércio e isolamento social, e disse que quem se sente prejudicado por essas decisões deve cobrar os governadores e prefeitos. Ainda de acordo com presidente, no entanto, alguns estados e cidades já estão retomando as atividades, como ele defende.

“Eu tenho certeza que, brevemente, isso tudo estará resolvido. Tenho notícias que alguns governadores, alguns prefeitos também, [em] cidades que não tem ninguém detectado com o vírus, está sendo liberado [o comércio] pelo respectivo governador”, afirmou.

O número de mortes decorrentes do novo coronavírus totalizou 941 , segundo atualização divulgada pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira (09). Ao todo, o Brasil registrou 141 mortes e 1.930 novos casos confirmados nas últimas 24 horas.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Por telefone, Onyx e Terra especulam que Mandetta pode ir para gestão Doria

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Ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta arrow-options
Isac Nóbrega/PR

Onyx Lorenzoni e Osmar Terra especulam ida de Luiz Henrique Mandetta a gestão Doria


Em conversa divulgada pela CNN Brasil nesta quinta-feira, 9, Onyx Lorenzoni, ministro da Cidadania, e Osmar Terra, deputado federal, especulam sobre ida de Luiz Henrique Mandetta para Secretaria da Saúde de São Paulo, caso fosse demitido de Ministério da Saúde.

Segundo fala de Onyx, caso o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) decida desligar Mandetta, o governador de São Paulo, João Doria , pode incluí-lo em sua gestão.

A rede de televisão teve acesso ao conteúdo ao ligar para Terra na manhã de hoje, por volta das 8h30. Ao atender, o ministro ficou mudo e não desligou. Desta maneira, o diálogo de quase 15 minutos ficou audível.

O que se constatou pelo tom da conversa foi que o futuro de Mandetta no ministério ainda é incerto. Nesta segunda-feira, o presidente esteve em reunião de 2 horas com ministros, e um dos principais assuntos a serem discutidos era a permanência do ministro na pasta . Terra, envolvido no telefonema, era nome mais cotado para substituí-lo por seu alinhamento com o ponto de vista defendido por Bolsonaro: o de afrouxamento da quarentena e o investimento na hidroxicloroquina.

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O possível envolvimento de Doria é citado quando a conversa se volta para Mandetta. “Ele [Mandetta] não tem compromisso com nada que o Bolsonaro tá fazendo”, diz o Ministro da Cidadania. “E ele se acha”, completa Terra. Onyx opina que o correto teria sido demitir o ministro na segunda-feira, já que os discursos e atitudes de ambos são divergentes.

Onyx: “O que aconteceu na reunião eu não teria segurado, eu teria cortado a cabeça dele…”
Terra: “Você viu a fala dele depois?”
Onyx: “Ali para mim foi a pá de cal. Eu já não falo com ele [Mandetta] há dois meses. Aí acho que é xadrez. Se ele sai vai acabar indo para a secretaria do Doria.”
Terra: “Eu ajudo, Onyx. E não precisa ser eu o ministro, tem mais gente que pode ser.”

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Em outros momentos do telefone, ambos fazem diversas constatações sobre a Covid-19 e críticas ao isolamento social. Terra cita que é preciso seguir o exemplo do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, e substituir a política de quarentena.

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Segundo o deputado, as medidas adotadas pelo Ministério da Saúde não protegem grupo de risco, tampouco visa a proteção de municípios que possuem asilos. Terra ainda cita que acredita em 3 a 4 mil vítimas fatais e que, mesmo assim, “vai morrer menos gente de coronavírus do que da gripe sazonal”.

Procurados para esclarecimentos, Onyx não se manifestou e Terra disse que não comentaria uma conversa privada.

Fonte: IG Política
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