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Mato Grosso

Secel finaliza licitação e Grande Hotel será revitalizado

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A empresa TMF Construções e Serviços Eireli venceu a licitação da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) e será a responsável pela reforma do Grande Hotel, patrimônio histórico e cultural de Mato Grosso, localizado na avenida Getúlio Vargas, atrás da Catedral de Cuiabá. O prédio será restaurado para abrigar o Centro de Referência da Economia Criativa de Mato Grosso. Ao todo, serão investidos R$ 4 milhões na obra, com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O resultado final do processo foi publicado nesta quinta-feira (27.02) no Diário Oficial da União e do Estado de Mato Grosso. O critério de escolha foi o de menor preço. Os próximos trâmites agora serão a assinatura de contrato e posterior emissão da ordem de serviço pela Secel. Após esses encaminhamentos, a empresa começa a obra e terá um prazo de 18 meses para entregar o prédio revitalizado.

“Esta é uma ação muito esperada pelo poder público e pela sociedade. Vamos resgatar o Grande Hotel, um importante patrimônio histórico e cultural de Cuiabá, que será fundamental para viabilizarmos as ações voltadas ao desenvolvimento da economia criativa no nosso Estado”, destaca o secretário Allan Kardec Benitez.

A obra será executada no conceito de Retrofit, que tem a proposta de revitalizar edifícios antigos, envolvendo um processo de modernização e readequação dos espaços, mas preservando a arquitetura original. Também prevê a adequação dos prédios às necessidades atuais de uso, possibilitando o uso da tecnologia e a acessibilidade, por exemplo, oferecendo melhores condições de uso e conforto para a população.

De acordo com o coordenador de Patrimônio Cultural da Secel, Robinson Araújo, uma das mudanças visíveis para a população será a cor do prédio, que deixará de ser cinza. “Vamos buscar a cor original, por meio de uma técnica que identifica as camadas de tinta até encontrar o tom da primeira pintura”. 

Além disso, haverá restauração do piso, esquadrias, banheiros, cobertura, construção de elevador, novos sistemas de iluminação, elétrica, telefonia e tecnologia da informação, entre outros. “Todas as intervenções no Grande Hotel deverão buscar atender às novas demandas funcionais, mas garantindo a preservação das características arquitetônicas, estilísticas e ambientais do edifício”, explica Robinson.

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Vale lembrar que, apesar da obra ser feita por uma empresa contratada, a execução será orientada, acompanhada e fiscalizada por técnicos da Superintendência de Patrimônio Histórico e Cultural da Secel.

O projeto

O Centro de Referência de Economia Criativa será um espaço dedicado à inovação, consultorias, capacitação, network, eventos, desenvolvimento e geração de novos empreendimentos, emprego e renda no mundo das artes, negócios digitais e criações funcionais.

O prédio será formado por espaços com ambientes flexíveis e dinâmicos, que atenderão todos os segmentos da economia criativa, definidos no Programa Mato Grosso Criativo. A ideia é que o espaço seja um local de trabalho, capacitação e convivência conectando empreendedores de segmentos distintos.

Os espaços de convivência vão desde loja e café cultural até espaços de multiuso para exposições, performances, shows, saraus, sessões de filmes, palestras e oficinas. Para além de espaços de lazer e interação, o Grande Hotel da Criatividade contará salas de aula, laboratório de informática, salas de reuniões, salas de consultoria, biblioteca, coworking, design de jóias, modelagem e moda, coworking startups, ateliês livres para criação, estúdios de fotografia, de vídeo e de áudio, ilhas de edição, além de programação mensal de incubação de negócios, oficinas, palestras e cursos.

Grande Hotel

Tombado como patrimônio histórico e cultural em 1984, o Grande Hotel, como é conhecido, foi inaugurado em 1941 e integra o conjunto de obras oficiais do governo de Getúlio Vargas. Na época, o então presidente entendia que toda cidade importante deveria ter um Grande Hotel.

De acordo com o coordenador de Patrimônio Cultural da Secel, Robinson Araújo, a edificação foi durante muito tempo  classificada como de estilo arquitetônico Art Déco, mas hoje novas interpretações da arquitetura descrevem o Grande Hotel como estilo neocolonial. O neocolonial foi um movimento do início do século 20 que buscava uma arte genuinamente nacional, oferecendo novas bases para a modernização da arquitetura no Brasil, mas sem desconsiderar as raízes e referências do Brasil colônia.

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O Grande Hotel foi construído com dificuldades de logística, mas chamando a atenção e interesse da população local, dada a dimensão e ineditismo da obra, e especulações se haveria hóspedes suficientes para ocupar aquele grande prédio, com 38 quartos, sendo apenas quatro deles suítes. Durante duas décadas serviu ao propósito inicial, tornando-se ponto de encontro e referência para acomodação com qualidade na época. Empresários, autoridades, políticos – entre eles o presidente Getúlio Vargas – e celebridades estavam entre os hóspedes.

Porém, já na década de 60, o Grande Hotel deixou de funcionar. Passou então a ser sede do extinto Banco do Estado de Mato Grosso (Bemat) à custa de uma série de reformas e ampliações. Inicialmente construído em formato em E, com particularidades como as varandas das fachadas, as obras para abrigar o órgão estadual excluíram os pátios dos fundos, que foram tomadas por salas administrativas com extensos corredores cegos. As intervenções foram menos radicais nas fachadas voltadas para a rua, conservando muito da aparência original.

Foi restaurado em 2001, quando foram descobertas as estruturas ocultadas pelo Bemat, como escadas de serviço e forros de gesso dos salões. Também foram recuperados pisos em tacos de madeira e guarda-corpos metálicos. A partir daí, a Secretaria de Estado de Cultura, na época, instalou-se no local, onde ficou até 2015. Desde então, tem sido utilizado para uso interno da Secel, que desocupará totalmente o espaço para o início da obra. 

Fonte: GOV MT
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Mato Grosso

Ipem-MT orienta consumidores sobre produtos de Páscoa

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A Páscoa é considerada um dia mágico pelas crianças, que podem se deliciar com ovos de chocolates e se divertir com os brindes infantis. No entanto, o Instituto de Pesos e Medidas de Mato Grosso dá algumas orientações para evitar surpresas desagradáveis nessa data.

Um item para ficar atento é o peso líquido do produto, que deve considerar apenas o do chocolate. Muitas vezes, o peso do brinde acaba sendo colocado dentro deste peso, ao invés de ser colocado no peso bruto.

O presidente do Ipem-MT, Bento Bezerra, afirma que para que isto seja evitado é importante o consumidor pesar o ovo de chocolate antes de comprá-lo. “O peso liquido se refere apenas ao chocolate. Se o cliente pegar o ovo e na embalagem estiver escrito 180 gramas no peso líquido e na balança dê 180 gramas, ele já vai saber que algo está errado, já que ali tem a embalagem e às vezes até o brinde”, ressalta.

O mesmo se deve considerar com relação às caixas de bombons. Em cada bombom há escrito na embalagem o peso líquido. O peso bruto – que leva em consideração a embalagem e o brinde – não são obrigatórios, enquanto que o peso líquido, a marca e o CNPJ devem ser informados.

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Caso o consumidor perceba algo diferente é importante que ele ligue para a ouvidoria do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Informando o local da compra, o instituto fará testes com 13 chocolates da mesma marca. “É importante ressaltar que mesmo com a Operação da Páscoa suspensa estamos aqui para defender o consumidor, para isto é importante também que ele fique em casa e higienize os produtos”, finaliza Bezerra. 

Para fazer denúncias no Inmetro, basta ligar no (65) 3624 – 8785

Fonte: GOV MT
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Mato Grosso

Em Confresa, três pessoas são conduzidas por desmatamento ilegal

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Uma operação conjunta realizada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Polícia Judiciária Civil e Polícia Militar flagrou uma área de desmatamento ilegal próxima ao município de Confresa (a 1.013 km de Cuiabá). Três pessoas foram conduzidas para a delegacia pelo crime ambiental e liberadas mediante pagamento de fiança.

A infração ocorreu na área de reserva legal de uma propriedade em uma região conhecida como Pé de Caju, onde a equipe encontrou 87 árvores das espécies jatobá, mirindiba e cedro já derrubadas sendo transformadas em pranchas e lascas. Na operação realizada na última semana, a Diretoria de Unidade Desconcentrada da Sema em Confresa também também lavrou termo de embargo da área e aplicou de multa de R$ 40 mil, sendo R$ 500 por árvore derrubada.

Atividade essencial

As atividades de fiscalização ambiental, que incluem as ações de monitoramento e controle de crimes ambientas como desmatamento e exploração florestal ilegais, pesca predatória, caça illegal, poluição causara por empreendimentos, dentre outros, seguem em pleno funcionamento.

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De acordo com artigo 8o., inciso XXVI, do decreto Estadual 432/2020, a fiscalização ambiental é considerada atividade essencial no estado. Ao se deparar com crimes ambientais, o cidadão pode fazer denúncias pelo 0800 65 3838 ou via aplicativo MT Cidadão (disponível para IOS e Android).

Fonte: GOV MT
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Mato Grosso

Policiais doam alimentos à família após atender ocorrência de desentendimento familiar

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Em Várzea Grande, uma equipe de policiais militares arrecadou e doou alimentos à uma família em situação de vulnerabilidade social, após ser acionada para atender uma ocorrência de desentendimento familiar, no bairro Colinas Verdejantes. Ao verificar a motivação da discussão entre os pais, os policiais perceberam que a situação não era caso de polícia, mas sim, de solidariedade.

A PM foi chamada via 190 pelos vizinhos que denunciaram que o casal estava discutindo alto dentro de casa. Ao verificar a situação na residência, a polícia percebeu que o casal estava apenas em discussão verbal porque haviam furtado o gás da residência e os últimos alimentos que tinham para sustentar as três filhas; um bebê de pouco mais de um ano de vida e duas crianças de 6 e 12 anos de idade.

Diante da triste situação, os policiais tentaram acalmar o casal. Como perceberam que a situação de vulnerabilidade social da família era grave, os militares decidiram ir a um supermercado do bairro e comprar cestas básicas para doar para a família.

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A ação dos quatro policiais sensibilizou o proprietário do supermercado que ao perceber que eles estavam comprando para ajudar a família, também quis contribuir. O policial militar cabo Mauro Sérgio Crispim relata que a situação do casal discutindo desesperado porque o pouco que tinham foi levado era muito comovente.

“Quando vimos eles desesperados porque levaram o gás e os alimentos que eram para as crianças, ficamos muito tristes por vê pessoas sofrendo assim. A gente percebeu que eram pessoas boas e que estão passando por momentos difíceis. Prede-los porque estavam discutindo não iria ajudar em nada. Nem dinheiro para irem à delegacia eles tinham. Eles estavam preocupados com o que dar de almoço para os filhos. Antes de eu ser policial, sofri muito também, sei como doí a fome, não podemos ignorar o sofrimento deles”, conta emocionado o policial.

A equipe da PM lembra da alegria e do alívio da família ao receber as doações. Cabo Crispim conta ainda que uma das filhas do casal disse a eles que o sonho dela era ganhar uma bicicleta.

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“Estivemos esta semana visitando a família e a menininha me disse que o sonho dela era ter uma bicicleta. Estamos buscando dar essa alegria para ela e a família. Agora eles ficam esperando a viatura passar na rua, quando passamos eles sorriem para gente. Isso para nós policiais não têm preço, saber que a população confia na gente e a sociedade saber que somos humanos, pais de família e que não é fácil para ninguém, mas que juntos podemos ajudar uns aos outros”, ressalta o militar.  

Fonte: GOV MT
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