conecte-se conosco


Mato Grosso

Seduc lamenta a morte da presidente e secretário do Sintep Mato Grosso

Publicado

A Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer (Seduc) e o Governo de Mato Grosso lamentam a morte da presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), Jocilene Barboza, e do secretário de Articulação Sindical e ex-presidente do sindicato, Júlio César Martins Viana.

A presidente e o secretário voltavam de uma agenda em Juara, quando foram vítimas de um acidente automobilístico na BR-163.

Para a secretária de Estado de Educação, Esporte e Lazer, Marioneide Kliemaschewsk, a educação de Mato Grosso perde dois de seus maiores defensores.

“Jocilene e Júlio representavam todos os profissionais da educação do Estado, é uma perda prematura e muito grande para nós, que temos em comum à luta por uma educação pública de qualidade”, disse.

Na última sexta-feira (30.11), Jocilene esteve na Seduc, participando do encontro ‘Novembro Negro, Cidadão’, que debateu os 15 anos da lei 10.639/03, que orienta o ensino da história e cultura afrobrasileira e cultura nas escolas.

Carreiras

Com longo histórico de militância na área da Educação, Jocilene, 42 anos, atuava na rede estadual desde 1995, no cargo de Técnica Administrativa Educacional (TAE).

Veja Também:  Após empresa cumprir com obrigações, Governo autoriza funcionamento de 20 UTIs no Hospital Regional de Rondonópolis

Ela era formada em Ciências Biológicas pela Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e mestre em Educação pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

Conforme o Sintep, em 53 anos de história, ela foi a primeira mulher eleita para assumir o cargo de presidente da categoria. Antes, foi presidente do Conselho Estadual de Direitos da Mulher (CDCM/MT).

Já Júlio César Martins Viana ingressou na rede estadual nos anos de 1980, formado em Pedagogia pela Unemat, completou 65 anos no último sábado (01.12).

Ele foi presidente da subsede do Sintep em Colíder e, por fim, eleito presidente do sindicato no período de 1998 a 2003 – 2003 a 2006.

Após a conclusão do mandato, continuou no sindicato atuando como diretor na Secretaria de Articulação Sindical e foi presidente da Central Única dos Trabalhadores em Mato Grosso (CUT-MT) por dois mandatos.

publicidade

Mato Grosso

Ação integrada entre PM e PF prende suspeito e apreende 800 mil carteiras de cigarros

Publicado


Em Barra do Garças, a Polícia Militar em apoio a uma ação integrada entre a Polícia Federal e a Polícia Militar dos Estados de Goiás e Mato Grosso do Sul, apreendeu 800 mil carteiras de cigarros contrabandeados no sábado (10). A grande apreensão gerou um prejuízo de cerca de R$ 5 milhões à organização criminosa.

A ação conjunta batizada de “Operação Hórus” iniciou a partir das investigações da Polícia Federal com o apoio das três instituições militares (PMMT, PMGO e PMMS). Após monitoramento, as equipes identificaram que os cigarros contrabandeados teriam sido adquiridos do Paraguai.  Os policiais conseguiram abordar os dois veículos nas proximidades do município de Ponte Alto, em Goiás.

Um motorista foi preso, o condutor do segundo veículo conseguiu fugir. Foram apreendidas 1.600 caixas de cigarros, contendo 800 mil carteiras do material ilícito contrabandeado. O suspeito detido e os cigarros foram apreendidos e encaminhados para a Delegacia da Polícia Federal de Barra do Garças.

Fonte: GOV MT

Veja Também:  Polícia Civil localiza mais R$ 150 mil em defensivos agrícolas em região de mata, em Diamantino
Continue lendo

Mato Grosso

Enfermeira é presa em flagrante por roubar kits para teste de Covid da Santa Casa

Publicado


Uma enfermeira de 44 anos foi presa em flagrante pela Polícia Civil na madrugada deste domingo (11.04) pelo crime de peculato cometido contra uma unidade hospitalar pública, na Capital. Com a profissional foram encontrados diversos kits utilizados para testagem da covid e também materiais de acesso venoso e nasal de uso estritamente médico-hospitalar.

A equipe plantonista da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) recebeu uma denúncia e seguiu na noite de sábado até o Hospital Estadual Santa Casa para checar as informações sobre uma servidora da unidade que estaria furtando testes de covid.

Na presença de uma recepcionista e de outras pessoas que estavam no local, os investigadores revistaram a bolsa da profissional e encontraram dentro de uma sacola plástica preta, diversos instrumentos e medicamentos utilizados para o teste de covid, sendo: 25 cotonetes em um envelope plástico lacrado; um frasco de reagente; 25 frascos para pipetagem; dois equipos macro gotas; dois equipos dupla via; quatro cateteres nasais tipo óculos de oxigênio e vários cateteres intravenosos de marcas diversas.

Os investigadores foram informados de que nenhum servidor do hospital tem autorização para retirar medicamentos ou instrumentos hospitalares da unidade.

A profissional foi encaminhada para a DHPP e alegou desconhecimento sobre a maioria dos objetos encontrados em sua bolsa, somente reconhecendo os cateteres nasais, que disse ter o costume de “manter em sua bolsa” para atender emergência de estabilização. Porém, em depoimento, ela respondeu que eram seus e que os utilizava em plantões particulares.

Veja Também:  Evitar aglomerações e manter as medidas de biossegurança são fundamentais para reduzir o contágio da Covid-19, afirma diretora da Santa Casa

Um profissional de enfermagem ouvido na delegacia confirmou que todos os materiais encontrados com a enfermeira são de propriedade do hospital e que os códigos que constam são de controle interno da farmácia da unidade, como forma de saber como está sendo utilizado. Ele informou ainda que a profissional detida tinha a função da triagem dos pacientes, o que não abrangia a realização de testes covid, que é realizada por enfermeiros próprios da unidade hospitalar. Ele destacou que servidor do hospital não tem autorização para sair com medicamentos ou instrumentos de trabalho.

A diretora do hospital compareceu à DHPP e também atestou a propriedade do material encontrado como sendo da unidade e frisou que os equipamentos de acesso venoso e nasal são de aquisição e uso estritamente médico hospitalar.

Outras informações coletadas pelos investigadores foram obtidas em conversa de aplicativo de mensagem do celular da enfermeira, que foi acessado pelos policiais com o consentimento formal dela e de seu advogado. Em um trecho de conversa entre ela e um médico para acertar o valor de uma visita, a enfermeira pergunta se será necessário levar os materiais ou o paciente já tem, pois caso tenha que levar, o valor cobrado será maior. “..vai ter que cobrar R$ 300,00 pois o material é muito caro e não consegue achar”, diz trecho do diálogo, conforme consta no auto da prisão em flagrante.

Veja Também:  Enfermeira é presa em flagrante por roubar kits para teste de Covid da Santa Casa

Na mesma conversa, a enfermeira avisa ao médico que se ele precisar de qualquer material, “é só ele avisar que ela consegue também, pois quem não tem conhecimento hospitalar, pra comprar é complicado.”

Flagrante por peculato 

O delegado Caio Fernando Albuquerque, que atendeu o flagrante, explica que ainda que mesmo sendo contratada da Santa Casa, por exercer suas funções em unidade pública hospitalar, ela é equiparada a servidora pública, conforme previsto no Artigo 327 do Código Penal.

“Deparamos com a situação de uma servidora pública, por equiparação, que, mesmo vendo, diariamente, toda a terrível situação a que passamos, agindo na contramão, objetivando interesses próprios, e valendo-se das facilidades que seu emprego proporciona, apropriou-se de testes para constatação da covid, e mais, apropriou-se de equipamentos de uso exclusivo médico hospitalar, estes já deveras escassos por conta do incontrolável aumento da pandemia”, pontuou Caio Albuquerque.

Com os elementos coletados, o delegado autuou a enfermeira em flagrante pelo crime de peculato (artigo 312 do CP) e encaminhou representação ao Poder Judiciário pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva.

O auto de flagrante será remetido à 2ª Delegacia de Polícia de Cuiabá, que dará sequência à investigação.

A enfermeira foi encaminhada para audiência de custódia da Justiça.

Fonte: GOV MT

Continue lendo

Mato Grosso

Enfermeira é presa em flagrante pela por roubar kits para teste de Covid da Santa Casa

Publicado


Uma enfermeira de 44 anos foi presa em flagrante pela Polícia Civil na madrugada deste domingo (11.04) pelo crime de peculato cometido contra uma unidade hospitalar pública, na Capital. Com a profissional foram encontrados diversos kits utilizados para testagem da covid e também materiais de acesso venoso e nasal de uso estritamente médico-hospitalar.

A equipe plantonista da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) recebeu uma denúncia e seguiu na noite de sábado até o Hospital Estadual Santa Casa para checar as informações sobre uma servidora da unidade que estaria furtando testes de covid.

Na presença de uma recepcionista e de outras pessoas que estavam no local, os investigadores revistaram a bolsa da profissional e encontraram dentro de uma sacola plástica preta, diversos instrumentos e medicamentos utilizados para o teste de covid, sendo: 25 cotonetes em um envelope plástico lacrado; um frasco de reagente; 25 frascos para pipetagem; dois equipos macro gotas; dois equipos dupla via; quatro cateteres nasais tipo óculos de oxigênio e vários cateteres intravenosos de marcas diversas.

Os investigadores foram informados de que nenhum servidor do hospital tem autorização para retirar medicamentos ou instrumentos hospitalares da unidade.

A profissional foi encaminhada para a DHPP e alegou desconhecimento sobre a maioria dos objetos encontrados em sua bolsa, somente reconhecendo os cateteres nasais, que disse ter o costume de “manter em sua bolsa” para atender emergência de estabilização. Porém, em depoimento, ela respondeu que eram seus e que os utilizava em plantões particulares.

Veja Também:  Confira quantas doses de vacina contra Covid-19 cada município recebeu

Um profissional de enfermagem ouvido na delegacia confirmou que todos os materiais encontrados com a enfermeira são de propriedade do hospital e que os códigos que constam são de controle interno da farmácia da unidade, como forma de saber como está sendo utilizado. Ele informou ainda que a profissional detida tinha a função da triagem dos pacientes, o que não abrangia a realização de testes covid, que é realizada por enfermeiros próprios da unidade hospitalar. Ele destacou que servidor do hospital não tem autorização para sair com medicamentos ou instrumentos de trabalho.

A diretora do hospital compareceu à DHPP e também atestou a propriedade do material encontrado como sendo da unidade e frisou que os equipamentos de acesso venoso e nasal são de aquisição e uso estritamente médico hospitalar.

Outras informações coletadas pelos investigadores foram obtidas em conversa de aplicativo de mensagem do celular da enfermeira, que foi acessado pelos policiais com o consentimento formal dela e de seu advogado. Em um trecho de conversa entre ela e um médico para acertar o valor de uma visita, a enfermeira pergunta se será necessário levar os materiais ou o paciente já tem, pois caso tenha que levar, o valor cobrado será maior. “..vai ter que cobrar R$ 300,00 pois o material é muito caro e não consegue achar”, diz trecho do diálogo, conforme consta no auto da prisão em flagrante.

Veja Também:  Homem é preso em flagrante por violência doméstica e posse irregular de arma de fogo

Na mesma conversa, a enfermeira avisa ao médico que se ele precisar de qualquer material, “é só ele avisar que ela consegue também, pois quem não tem conhecimento hospitalar, pra comprar é complicado.”

Flagrante por peculato 

O delegado Caio Fernando Albuquerque, que atendeu o flagrante, explica que ainda que mesmo sendo contratada da Santa Casa, por exercer suas funções em unidade pública hospitalar, ela é equiparada a servidora pública, conforme previsto no Artigo 327 do Código Penal.

“Deparamos com a situação de uma servidora pública, por equiparação, que, mesmo vendo, diariamente, toda a terrível situação a que passamos, agindo na contramão, objetivando interesses próprios, e valendo-se das facilidades que seu emprego proporciona, apropriou-se de testes para constatação da covid, e mais, apropriou-se de equipamentos de uso exclusivo médico hospitalar, estes já deveras escassos por conta do incontrolável aumento da pandemia”, pontuou Caio Albuquerque.

Com os elementos coletados, o delegado autuou a enfermeira em flagrante pelo crime de peculato (artigo 312 do CP) e encaminhou representação ao Poder Judiciário pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva.

O auto de flagrante será remetido à 2ª Delegacia de Polícia de Cuiabá, que dará sequência à investigação.

A enfermeira foi encaminhada para audiência de custódia da Justiça.

Fonte: GOV MT

Continue lendo

Links Úteis

Rondonópolis

Policial

Política MT

Entretenimento

Mais Lidas da Semana