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Economia

Senadores condenam intenção do governo de reduzir auxílio

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Agência Senado / Divulgação

O Ministério da Economia anunciou que se o pagamento do benefício for prorrogado o valor cairá para R$ 200


Criado para durar três meses, o auxílio emergencial de R$ 600 pago a trabalhadores informais e à população carente pode ser prorrogado, de acordo com previsão do Ministério da Economia anunciada nesta semana. Mas o valor do benefício seria reduzido para R$ 200, montante inicialmente sugerido pela equipe econômica, mas que acabou sendo elevado na votação do PL 1.066/2020. 

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Na quarta-feira (20), o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que não será possível continuar pagando por mais tempo o auxílio no valor de R$ 600, porque “aí ninguém trabalha, ninguém sai de casa e o isolamento vai ser de oito anos porque a vida está boa, está tudo tranquilo”, disse o ministro. Senadores reagiram à afirmação.

“Protocolamos um projeto de lei pedindo a prorrogação da ajuda emergencial pelo valor de R$ 600. Quanto ao ministro Guedes, a imprensa noticiou que não há uma disposição da parte dele de prorrogar e, se prorrogar, será por R$ 200, contrariando todo um debate que foi construído e capitaneado pelo Congresso Nacional”, disse a senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), durante a sessão do Congresso na quinta-feira (21).

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No Twitter, Eliziane defendeu a prorrogação, pois “a crise provocada pela covid-19 não arrefecerá e mais pessoas devem precisar do benefício em breve”.

O senador Fabiano Contarato (Rede-ES) disse que a ajuda governamental para grandes empresas saiu rapidamente e sem embaraços, enquanto a população pobre sofre ameaças de ter os recursos cortados.

“Para as gigantes do setor aéreo, Guedes já garantiu um socorro bilionário . Já para os beneficiários do auxílio emergencial, os pobres e desvalidos, mandou avisar que a assistência financeira logo será encerrada!”, disse no Twitter.

Além da crítica à diminuição do valor do auxílio emergencial ou ao fim do pagamento, senadores lembraram que a população já vem sofrendo com a lentidão e a burocracia na autorização do benefício. Há famílias que ainda não receberam nem a primeira parcela, cujo pagamento estava previsto para abril.

“A vida está boa para você e seus amigos banqueiros Guedes, não para o povo. Antes de negar a ampliação do auxílio, o governo deveria pensar primeiro em pagar aos brasileiros. Estamos indo para terceira parcela e milhares de brasileiros não receberam nem a primeira”, registrou o senador Rogério Carvalho (PT-SE) no Twitter.

Veto

Senadores também se lembraram do veto presidencial à proposta que ampliou as categorias profissionais autorizadas a receber o auxílio (PL 873/2020, convertido na Lei 13.998, de 2020).

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O presidente Jair Bolsonaro vetou o acesso ao auxílio para pescadores, agricultores, extrativistas, assentados, beneficiários de créditos fundiários, técnicos agrícolas, trabalhadores de arte e cultura, catadores, taxistas, motoristas, caminhoneiros, motoristas de transporte escolar, entregadores de aplicativos, diaristas, agentes de turismo, seringueiros, mineiros, garimpeiros, profissionais da educação física, esportistas, técnicos, fisioterapeutas, psicólogos, esportistas, técnicos, fisioterapeutas, psicólogos, árbitros, cuidadores, feirantes, marisqueiras, manicures, babás e catadores, profissionais informais que não estão inscritos no Cadastro Único.

“O presidente inviabiliza , dessa forma, e coloca em curso seu projeto de abrir e de ser contra o isolamento social para a gente reduzir a pandemia. Já são quase 18 mil mortos — infelizmente devemos passar das 18 mil hoje —, e eu queria pedir que fosse pautado esse projeto numa sessão do Congresso para que a gente possa apreciar o veto do Presidente”, defendeu Rogério na sessão de quarta-feira (20).

O senador Paulo Paim (PT-RS) também pediu que os parlamentares derrubem o veto presidencial e permitam que mais trabalhadores tenham acesso à ajuda financeira.

“Com o veto, os profissionais da cultura ficaram sem o auxílio emergencial. A maioria é autônoma e está sem trabalho e renda. O governo despreza a cultura. O setor gera 1 milhão de empregos diretos e movimenta mais de R$ 10 bilhões na economia. Isso representa 2,64% do PIB. #derrubemoveto #PL873”, tuitou Paim.

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Economia

Instituto Êxito lança movimento Empreendedorismo de Sobrevivência

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Janguiê Diniz
Instituto Êxito/Divulgação

Janguiê Diniz é presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo e participará de lives no seu perfil do Instagram

Os impactos sociais, financeiros e, sobretudo, psicológicos causados pela pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2) estão afetando muitas pessoas. Uma das medidas para ajudar os empreendedores parte do Instituto Êxito de Empreendedorismo , que criou o movimento Empreendedorismo de Sobrevivência.

Entre suas ações, acontece uma série de lives no Instagram com experts do seguimento. A primeira aconteceu nesta segunda-feira (2), com a CEO da Atom, Carol Paiffer e o fundador da Ser Educacional e presidente do Grupo Ser Educacional, Janguiê Diniz.

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“Esse movimento foi criado para auxiliar pessoas que estão sem norte nesse momento. A primeira live foi extremamente enriquecedora e produtiva e no nosso bate papo conseguimos levantar questões importantes, falamos da situação atual e de como passar por esse momento com o menor impacto negativo possível”, relata, Janguiê Diniz.

“A participação de quem assistiu, fazendo perguntas e interagindo também foi fundamental para o sucesso do nosso debate”, acrescentou o empresário.

Sobre o movimento, Carol Paiffer afirma que “muitas pessoas estão precisando de orientação para tocar os seus empreendimentos e uma boa dose de estímulo pode fazer total diferença. É por isso que nos unimos e estamos empenhados em auxiliar os empreendedores, afinal, empreender agora é de fato uma questão de sobrevivência”, finaliza a sócia fundadora do Êxito.

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As lives seguem durante as próximas três semanas e contam com nomes como o especialista negócios digitais e fundador da Be Academy, Bruno Pinheiro (03/06); o ex-jogador de futebol, palestrante e empreendededor, Juliano Belletti (04/06); o hipnotista , Pyong Lee (05/06); e a especialista em treinamentos de autoconhecimento e inteligência emocional Heloísa Capelas (07/06), entre outros.

As lives acontecem sempre no perfil dos participantes no Instagram. Confira os horários das próximas:

  • Dia 03/06 – Live Janguiê Diniz (@janguiediniz) e Bruno Pinheiro (@brunopinheiro.me), às 13h09.
  • Dia 04/06 – Live Janguiê Diniz (@janguiediniz) e Juliano Belletti (@julianobelletti), às 12h09.
  • Dia 05/06 – Live Janguiê Diniz (@janguiediniz) e Pyong Lee (@pyonglee), às 13h09.
  • Dia 07/06 – Live Janguiê Diniz (@janguiediniz) e Heloísa Capelas (heloísacapelas), às 21h09.

A programação completa será divulgada nas redes sociais do Instituto Êxito de Empreendedorismo.

A segunda etapa, que acontece entre os dias 8 e 12 de junho terá  entrevistas para o programa Inova 360, da Record News. Empreendedores de peso, que vão falar sobre o presente, o passado e futuro, sem previsões, mas sim com visões de como enfrentar o cenário atual e se preparar para o que virá.

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O objetivo é auxiliar os empreendedores que precisam sobreviver à crise. Seu encerramento acontece com um congresso on-line totalmente gratuito , no próximo dia 28.

Sobre o Empreendedorismo de sobrevivência

Empreender, durante a pandemia da Covid-19, virou questão de sobrevivência. É por isso que o Instituto Êxito de Empreendedorismo lançou o movimento Empreendedorismo de Sobrevivência, uma série de ações que vão ajudar os empreendedores brasileiros a enfrentarem esse período de crise.

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Sobre o Instituto Êxito

O Instituto Êxito de Empreendedorismo é o resultado de um sonho que envolve empreendedores visionários dos mais variados segmentos do Brasil. Hoje, já conta mais com mais de 400 sócios que compactuam de um mesmo propósito: fazer do empreendedorismo a turbina para impulsionar vidas e histórias.

O Êxito tem a filosofia de que, independente da classe social e econômica, qualquer pessoa pode transformar suas ideias em ações que mudem e melhorem a realidade e a comunidade na qual vive.

Por isso, nasceu com o objetivo de estimular o dom empreendedor dos jovens, especialmente os de escolas públicas, onde há muitos talentos escondidos e boas ideias a serem impulsionadas.

Nomeado como uma instituição sem fins lucrativos, seu principal plano de ação está em oferecer uma plataforma de cursos on-line e gratuitos, além de realizar diversas ações voltadas para o fomento ao empreendedorismo.

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Economia

Comércio protocola ações de segurança para reabertura em São Paulo

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Agência Brasil

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Rosavena Rosa/Agência Brasil

Comércio protocolou ações de segurança para reabertura segura em São Paulo

A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) protocolou na prefeitura recomendações para a retomada das atividades comerciais e de prestadores de serviços como medida de prevenção para conter a pandemia da Covid-19.

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No documento, constam oito diretrizes básicas para que os comerciantes possam receber os clientes de forma segura e responsável.

Entre as recomendações, figuram a redução da ocupação nos ambientes de trabalho em até 35%; evitar abrir os estabelecimentos em horários de pico, nos quais os sistemas de transporte estejam mais ocupados ou mais utilizados; uso obrigatório de máscaras por todos os funcionários e clientes; disponibilizar álcool em gel 70% para uso obrigatório para higienização das mãos; deixar em evidência indicação de distanciamento mínimo de 1,50m entre as pessoas; manter todas as áreas comuns arejadas com abertura das portas e janelas; higienizar, com frequência, as áreas comuns e os sanitários; e preservar os grupos de risco em locais adequados e apropriados.

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Segundo o presidente da ACSP, Alfredo Cotait Neto, a expectativa é que o protocolo seja aprovado pela prefeitura para que as empresas que estão nessa fase possam começar a operar o mais rápido possível, mesmo diante de certas limitações. A entidade aguarda a homologação do documento pelo prefeito Bruno Covas (PSDB).

“Junto a esses itens, anexamos ao protocolo uma cartilha elaborada pela ACSP, que contém orientações de adequação, visando cumprir todas as exigências da prefeitura para que os comerciantes possam abrir o seu negócio com o máximo cuidado com a saúde de todos”, finalizou.

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Governo institui medida de acesso a crédito para pequenas e médias empresas

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Agência Brasil

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Marcos Santos/USP Imagens

Governo editou MP que dá acesso a crédito para pequenas e médias empresas

A Medida Provisória (MP) nº 975, publicada nesta terça-feira (2) no Diário Oficial da União , institui o Programa Emergencial de Acesso a Crédito. O objetivo, diz a MP, é facilitar o acesso a crédito por meio da disponibilização de garantias e de preservar empresas de pequeno e de médio portes diante dos impactos econômicos decorrentes da pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2).

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O Programa Emergencial de Acesso a Crédito é destinado a empresas que tenham auferido em 2019 receita bruta superior a R$ 360 mil e inferior ou igual a R$ 300 milhões.

A MP autoriza a União a aumentar em até R$ 20 bilhões a sua participação no Fundo Garantidor para Investimentos (FGI), administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), exclusivamente para a cobertura das operações contratadas no âmbito do Programa Emergencial de Acesso a Crédito .

O aumento da participação será feita por ato do ministro da Economia, Paulo Guedes .

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Os valores não utilizados até 31 de dezembro de 2020 para garantia das operações ativas serão devolvidos à União por meio do resgate de cotas.

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