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Mato Grosso

Sesp economiza R$ 720 mil com custos de energia em 13 meses

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Em pouco mais de um ano, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) economizou R$ 720 mil com custos de energia elétrica de sua sede. A economia só foi possível porque o órgão público foi selecionado em um projeto da Energisa, que busca garantir a eficiência energética. A Companhia investiu R$ 525 mil na troca de lâmpadas e ar condicionado, utilizando opções econômicas no gasto de energia. A economia, apontada pela gestão da Sesp, é referente aos meses de novembro e dezembro de 2017 e de janeiro a novembro de 2018.

No sistema de iluminação foram trocadas 100% das lâmpadas, totalizando mais de duas mil unidades e dos 129 ares condicionados, 76 foram substituídos. As trocas garantiram a melhoria no sistema de iluminação, com substituição de lâmpadas e reatores por lâmpadas, luminárias e refletores de LED, melhoria no sistema de climatização, com substituição de equipamentos de ar-condicionado, com baixo índice de eficiência energética, por equipamentos com selo A, e a conscientização dos servidores da Sesp, com realização de palestra sobre o uso consciente de energia elétrica.

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Com tais mudanças, os resultados alcançados foram a redução do Consumo de Energia Elétrica em cerca de 227,86MWh/ano, redução na despesa com energia elétrica em cerca de 39% (cerca de R$28 mil por mês), no comparativo da fatura de março/2016 em relação a fatura de março/2018, redução do Impacto Ambiental indireto, com a utilização de equipamentos maior eficiência energética, maior vida útil e sem a adição de metais pesados em sua composição.

O secretário de segurança pública, Gustavo Garcia, ressaltou a parceria e disse que o trabalho da Companhia foi muito importante para gerar economia. “Estou satisfeito com este resultado. Quem ganha é a segurança pública, pois mais investimentos poderão ser feitos com esta economia gerada. São notórios os resultados e a eficácia deste projeto de eficiência energética”, avaliou.

Na última quarta-feira (28.11), estiveram presentes na Sesp, representantes da Energisa, da empresa que executa o projeto, Deode Inovação e Eficiência, e servidores da superintendência administrativa. Na oportunidade, foi entregue ao secretário uma placa como reconhecimento da economia.

“Esse encontro foi para formalizar a entrega de um projeto que realizamos dentro da unidade da Sesp. Realizamos melhorias energética do sistema de iluminação e do condicionamento ambiental. Esse projeto foi apresentado na chamada pública da Energisa em 2016 e sua contratação e execução foi em 2017. Fizemos hoje a entrega simbólica do projeto que é uma placa para deixar registrado todo o investimento que foi realizado”, destacou o gerente de projetos da Energisa, Alex Fabiano Souza Silva.

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Todo projeto executado pelo programa de eficiência energética leva-se em consideração indicadores de eficiência, como por exemplo, economia de energia, redução de demanda no horário de ponta e a relação custo benefício.

O coordenador da Deode, empresa executora do projeto, Henrique Pereira Rodrigues, disse que o objetivo de economia de energia foi alcançado dentro da instituição pública.

“Os resultados obtidos estão dentro da estimativa da empresa. No diagnóstico energético temos um padrão de economia esperada dentro do projeto. A Energisa estipula uma margem de alcance de redução e trabalhamos sempre para alcançar”, assegurou.

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Mato Grosso

Ação integrada entre PM e PF prende suspeito e apreende 800 mil carteiras de cigarros

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Em Barra do Garças, a Polícia Militar em apoio a uma ação integrada entre a Polícia Federal e a Polícia Militar dos Estados de Goiás e Mato Grosso do Sul, apreendeu 800 mil carteiras de cigarros contrabandeados no sábado (10). A grande apreensão gerou um prejuízo de cerca de R$ 5 milhões à organização criminosa.

A ação conjunta batizada de “Operação Hórus” iniciou a partir das investigações da Polícia Federal com o apoio das três instituições militares (PMMT, PMGO e PMMS). Após monitoramento, as equipes identificaram que os cigarros contrabandeados teriam sido adquiridos do Paraguai.  Os policiais conseguiram abordar os dois veículos nas proximidades do município de Ponte Alto, em Goiás.

Um motorista foi preso, o condutor do segundo veículo conseguiu fugir. Foram apreendidas 1.600 caixas de cigarros, contendo 800 mil carteiras do material ilícito contrabandeado. O suspeito detido e os cigarros foram apreendidos e encaminhados para a Delegacia da Polícia Federal de Barra do Garças.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Enfermeira é presa em flagrante por roubar kits para teste de Covid da Santa Casa

Publicado


Uma enfermeira de 44 anos foi presa em flagrante pela Polícia Civil na madrugada deste domingo (11.04) pelo crime de peculato cometido contra uma unidade hospitalar pública, na Capital. Com a profissional foram encontrados diversos kits utilizados para testagem da covid e também materiais de acesso venoso e nasal de uso estritamente médico-hospitalar.

A equipe plantonista da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) recebeu uma denúncia e seguiu na noite de sábado até o Hospital Estadual Santa Casa para checar as informações sobre uma servidora da unidade que estaria furtando testes de covid.

Na presença de uma recepcionista e de outras pessoas que estavam no local, os investigadores revistaram a bolsa da profissional e encontraram dentro de uma sacola plástica preta, diversos instrumentos e medicamentos utilizados para o teste de covid, sendo: 25 cotonetes em um envelope plástico lacrado; um frasco de reagente; 25 frascos para pipetagem; dois equipos macro gotas; dois equipos dupla via; quatro cateteres nasais tipo óculos de oxigênio e vários cateteres intravenosos de marcas diversas.

Os investigadores foram informados de que nenhum servidor do hospital tem autorização para retirar medicamentos ou instrumentos hospitalares da unidade.

A profissional foi encaminhada para a DHPP e alegou desconhecimento sobre a maioria dos objetos encontrados em sua bolsa, somente reconhecendo os cateteres nasais, que disse ter o costume de “manter em sua bolsa” para atender emergência de estabilização. Porém, em depoimento, ela respondeu que eram seus e que os utilizava em plantões particulares.

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Um profissional de enfermagem ouvido na delegacia confirmou que todos os materiais encontrados com a enfermeira são de propriedade do hospital e que os códigos que constam são de controle interno da farmácia da unidade, como forma de saber como está sendo utilizado. Ele informou ainda que a profissional detida tinha a função da triagem dos pacientes, o que não abrangia a realização de testes covid, que é realizada por enfermeiros próprios da unidade hospitalar. Ele destacou que servidor do hospital não tem autorização para sair com medicamentos ou instrumentos de trabalho.

A diretora do hospital compareceu à DHPP e também atestou a propriedade do material encontrado como sendo da unidade e frisou que os equipamentos de acesso venoso e nasal são de aquisição e uso estritamente médico hospitalar.

Outras informações coletadas pelos investigadores foram obtidas em conversa de aplicativo de mensagem do celular da enfermeira, que foi acessado pelos policiais com o consentimento formal dela e de seu advogado. Em um trecho de conversa entre ela e um médico para acertar o valor de uma visita, a enfermeira pergunta se será necessário levar os materiais ou o paciente já tem, pois caso tenha que levar, o valor cobrado será maior. “..vai ter que cobrar R$ 300,00 pois o material é muito caro e não consegue achar”, diz trecho do diálogo, conforme consta no auto da prisão em flagrante.

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Na mesma conversa, a enfermeira avisa ao médico que se ele precisar de qualquer material, “é só ele avisar que ela consegue também, pois quem não tem conhecimento hospitalar, pra comprar é complicado.”

Flagrante por peculato 

O delegado Caio Fernando Albuquerque, que atendeu o flagrante, explica que ainda que mesmo sendo contratada da Santa Casa, por exercer suas funções em unidade pública hospitalar, ela é equiparada a servidora pública, conforme previsto no Artigo 327 do Código Penal.

“Deparamos com a situação de uma servidora pública, por equiparação, que, mesmo vendo, diariamente, toda a terrível situação a que passamos, agindo na contramão, objetivando interesses próprios, e valendo-se das facilidades que seu emprego proporciona, apropriou-se de testes para constatação da covid, e mais, apropriou-se de equipamentos de uso exclusivo médico hospitalar, estes já deveras escassos por conta do incontrolável aumento da pandemia”, pontuou Caio Albuquerque.

Com os elementos coletados, o delegado autuou a enfermeira em flagrante pelo crime de peculato (artigo 312 do CP) e encaminhou representação ao Poder Judiciário pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva.

O auto de flagrante será remetido à 2ª Delegacia de Polícia de Cuiabá, que dará sequência à investigação.

A enfermeira foi encaminhada para audiência de custódia da Justiça.

Fonte: GOV MT

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Enfermeira é presa em flagrante pela por roubar kits para teste de Covid da Santa Casa

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Uma enfermeira de 44 anos foi presa em flagrante pela Polícia Civil na madrugada deste domingo (11.04) pelo crime de peculato cometido contra uma unidade hospitalar pública, na Capital. Com a profissional foram encontrados diversos kits utilizados para testagem da covid e também materiais de acesso venoso e nasal de uso estritamente médico-hospitalar.

A equipe plantonista da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) recebeu uma denúncia e seguiu na noite de sábado até o Hospital Estadual Santa Casa para checar as informações sobre uma servidora da unidade que estaria furtando testes de covid.

Na presença de uma recepcionista e de outras pessoas que estavam no local, os investigadores revistaram a bolsa da profissional e encontraram dentro de uma sacola plástica preta, diversos instrumentos e medicamentos utilizados para o teste de covid, sendo: 25 cotonetes em um envelope plástico lacrado; um frasco de reagente; 25 frascos para pipetagem; dois equipos macro gotas; dois equipos dupla via; quatro cateteres nasais tipo óculos de oxigênio e vários cateteres intravenosos de marcas diversas.

Os investigadores foram informados de que nenhum servidor do hospital tem autorização para retirar medicamentos ou instrumentos hospitalares da unidade.

A profissional foi encaminhada para a DHPP e alegou desconhecimento sobre a maioria dos objetos encontrados em sua bolsa, somente reconhecendo os cateteres nasais, que disse ter o costume de “manter em sua bolsa” para atender emergência de estabilização. Porém, em depoimento, ela respondeu que eram seus e que os utilizava em plantões particulares.

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Um profissional de enfermagem ouvido na delegacia confirmou que todos os materiais encontrados com a enfermeira são de propriedade do hospital e que os códigos que constam são de controle interno da farmácia da unidade, como forma de saber como está sendo utilizado. Ele informou ainda que a profissional detida tinha a função da triagem dos pacientes, o que não abrangia a realização de testes covid, que é realizada por enfermeiros próprios da unidade hospitalar. Ele destacou que servidor do hospital não tem autorização para sair com medicamentos ou instrumentos de trabalho.

A diretora do hospital compareceu à DHPP e também atestou a propriedade do material encontrado como sendo da unidade e frisou que os equipamentos de acesso venoso e nasal são de aquisição e uso estritamente médico hospitalar.

Outras informações coletadas pelos investigadores foram obtidas em conversa de aplicativo de mensagem do celular da enfermeira, que foi acessado pelos policiais com o consentimento formal dela e de seu advogado. Em um trecho de conversa entre ela e um médico para acertar o valor de uma visita, a enfermeira pergunta se será necessário levar os materiais ou o paciente já tem, pois caso tenha que levar, o valor cobrado será maior. “..vai ter que cobrar R$ 300,00 pois o material é muito caro e não consegue achar”, diz trecho do diálogo, conforme consta no auto da prisão em flagrante.

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Na mesma conversa, a enfermeira avisa ao médico que se ele precisar de qualquer material, “é só ele avisar que ela consegue também, pois quem não tem conhecimento hospitalar, pra comprar é complicado.”

Flagrante por peculato 

O delegado Caio Fernando Albuquerque, que atendeu o flagrante, explica que ainda que mesmo sendo contratada da Santa Casa, por exercer suas funções em unidade pública hospitalar, ela é equiparada a servidora pública, conforme previsto no Artigo 327 do Código Penal.

“Deparamos com a situação de uma servidora pública, por equiparação, que, mesmo vendo, diariamente, toda a terrível situação a que passamos, agindo na contramão, objetivando interesses próprios, e valendo-se das facilidades que seu emprego proporciona, apropriou-se de testes para constatação da covid, e mais, apropriou-se de equipamentos de uso exclusivo médico hospitalar, estes já deveras escassos por conta do incontrolável aumento da pandemia”, pontuou Caio Albuquerque.

Com os elementos coletados, o delegado autuou a enfermeira em flagrante pelo crime de peculato (artigo 312 do CP) e encaminhou representação ao Poder Judiciário pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva.

O auto de flagrante será remetido à 2ª Delegacia de Polícia de Cuiabá, que dará sequência à investigação.

A enfermeira foi encaminhada para audiência de custódia da Justiça.

Fonte: GOV MT

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