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Economia

Shopping de área nobre de SP pede para apreender crianças e adolescentes de rua

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Shopping Pátio Higienópolis quer retirar crianças e adolescentes de rua de dentro de suas dependências
Reprodução/Facebook

Shopping Pátio Higienópolis quer retirar crianças e adolescentes de rua de dentro de suas dependências

O Shopping Pátio Higienópolis, localizado no bairro nobre de mesmo nome em São Paulo, entrou com um pedido na Justiça para apreender crianças e adolescentes de rua que estejam dentro de suas dependências. As informações foram reveladas pelo jornal O Globo
nesta sexta-feira (22).

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De acordo com a publicação, o  Pátio Higienópolis
pediu para que seus seguranças sejam autorizados a apreender crianças e adolescentes desacompanhados, principalmente os que estiverem em situação de rua, que são acusados de “”atos de vandalismo, depredação, agressão, furtos e intimidação de frequentadores.” Depois de apreendidos, eles seriam entregues à Polícia Militar.

Além do pedido para apreender os menores em situação de rua
, o shopping também fez um apelo para que o Conselho Tutelar inspecionasse periodicamente o local. Assim, eles poderiam cuidar daquelas crianças e o Pátio Higienópolis ficaria livre do problema.

O shopping também pedia, além da ênfase em crianças de rua
, para que tivesse autorização de prender quaisquer menores que não estivesem na companhia de responsáveis e que praticassem ações que poderiam incomodar os clientes do local, como pedindo esmola ou mesmo caminhando em sentido contrário da escada rolante.

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O pedido foi negado pela juíza Monica Arnoni, da Vara da Infância e Juventude. Segundo ela, ações prévias não são necessárias, já que qualquer atitude que infrinja a lei tomada por crianças e adolescentes pode ser punida seguindo as normas do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

A juíza também afirmou que o shopping deseja “um salvo-conduto para efetivar no estabelecimento uma genuína higiene social”. De acordo com ela, apesar de ser um local privado, o shopping
é aberto ao público e, por isso, deve permitir a circulação de qualquer pessoa “sem qualquer tipo de segregação ou preconceito”.

Arnoni disse, ainda, que a atitude parece querer ocultar o incômodo que essas crianças causam para os clientes do Pátio Higienópolis
e ressaltou que a empresa tem capacidade econômica para criar programas de auxílio aos que “não se enquadram no desejável público de frequentadores do empreendimento”.

Resposta do Pátio Higienópolis


Shopping Pátio Higienópolis diz que vai recorrer de decisão da juíza, que negou pedido para que o local apreenda menores
Thinkstock/Getty Images

Shopping Pátio Higienópolis diz que vai recorrer de decisão da juíza, que negou pedido para que o local apreenda menores

Como resposta, o advogado que representa o local, Daniel Bialski, disse que irá recorrer. “Vamos recorrer a todos os canais competentes, ao Tribunal de Justiça e aos órgãos correicionais. Essas crianças e adolescentes causam um transtorno e insegurança enorme aos frequentadores. Queremos evitar ocorrências. O shopping é frequentado por moradores do bairro, que vem a pé e se sentem intimidados”, afirmou.

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Apesar da declaração, ele reiterou que não há qualquer tipo de preconceito ou segregação por raça, cor, religião ou qualquer outro tipo de discriminação e que a intenção do shopping é apenas alertar o poder público de um problema, além de evitar transtornos para seus frequentadores e seguranças, que podem precisar agir.

“O problema é quando as crianças ficam fazendo arruaça. Infelizmente pegamos um juíz com uma cabeça diferente. O que queremos é evitar problemas. Se tiver ocorrência dentro do shopping o poder público não vai se responsabilizar. O responsável será o shopping. Se infringirem a ordem (os seguranças) vão agir, e com todo o direito”, disse.

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Bialski também declaro que o shopping é aberto ao público, mas que espera que seus frequentadores tenham “civilidade”.

Região tem histórico de polêmicas


Campanha
Reprodução/Facebook

Campanha “Me devolva Higienópolis” tomou as redes sociais; além de situação com Shopping Pátio Higienópolis, bairro tem histórico de polêmicas

Além da polêmica que agora envolve o Shopping Pátio Higienópolis
, o bairro nobre de São Paulo já protagonizou outras situações que viraram escândalos. Em uma delas, moradores se mobilizaram para promover uma “limpeza” no local, com a intenção de remover a população de rua que ficava no local. Na internet, a campanha se chamava “Me devolva Higienópolis”.  Uma segunda polêmica aconteceu quando moradores da área se colocaram contra a instalação de uma estação de metrô no local, já que ela atrairia “gente diferenciada”
para o bairro.

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Latam Brasil entra com pedido de recuperação judicial nos EUA

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avião latam
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Latam Brasil entrou com pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos

A Latam Brasil entrou com pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos na madrugada desta quinta-feira (9). Companhia é a primeira a recorrer ao “Chapter 11”, mecanismo da legislação norte-americana que garante proteção temporária contra credores para possibilitar a reestruturação após os fortes impactos causados pela pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2).

Em maio, o grupo Latam já havia pedido recuperação judicial por proteção em outros países da América Latina , que eram Chile, Colômbia, Peru e Equador, mas o pedido excluía o Brasil.

A empresa brasileira representa 50% das operações e 14% do passivo total do grupo, e a decisão de excluir o Brasil do pedido de recuperação judicial , em maio, tinha como argumento facilitar as negociações de socorro  com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Após as negociações com o BNDES não avançarem, a pandemia se alastrar e ainda mais voos serem cancelados, com o setor sendo um dos mais afetados pela crise, a Latam decidiu incluir sua empresa que atua no Brasil no pedido de proteção à legislação norte-americana.

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Por que recorrer à justiça dos EUA e não pedir recuperação no Brasil?

Além de já ter o pedido de recuperação judicial aberto nos Estados Unidos, pesou a favor da justiça norte-americana o fato de o mecanismo de proteção adotado ser mais completo e vantajoso para a empresa e eventuais novos investidores. O  histórico de falências aéreas no Brasil também contribui para buscar outra solução, que não a Justiça brasileira.

O chapter 11, mecanismo de proteção pedido pela Latam Brasil nos EUA, inclui dívidas com empresas de leasing de avião, o que não acontece no Brasil. Eventuais novos investidores da companhia aérea também são beneficiados, já que quem dá crédito à empresa neste momento tem prioridade no recebimento em caso de falência. A lei norte-americana é, portanto, considerada mais flexível por facilitar a negociação entre a empresa e seus credores.

A Latam Brasil incluiu um pedido para honrar pagamento de rescisões trabalhistas e obrigações passadas e futuras com consumidores ao apresentar sua solicitação para se juntar ao processo de recuperação judicial do grupo. O pedido de proteção ainda terá de ser aprovado pelo juiz da recuperação, que já aprovou requisição parecida para as subsidiárias da empresa em outros países latinos.

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O pedido de recuperação judicial da companhia aérea não deve interferir em voos nem tampouco nas regras de programas de fidelidade ou de remarcação de bilhetes já comprados. A Latam Brasil têm dívida de cerca de R$ 7 bilhões, principalmente com empresas de leasing e com bancos. Considerando o crédito em passagens que já foram pagas, mas não voadas, sobretudo por conta da pandemia, além de outros gastos, a conta sobe para R$ 13 bilhões. Todo o grupo Latam tem dívida de cerca de US$ 10 bilhões, cifra que sobe a US$ 17,9 bilhões com provisões.

O processo de recuperação judicial está previsto para durar cerca de 12 meses. A companhia deve sair 40% menor se o pedido for aprovado e bem-sucedido. A Latam tem a partir desta quinta-feira 120 dias para apresentar seu plano de recuperação à corte de Nova York, mas o prazo pode ser prorrogado. O sucesso depende da aprovação da nova linha de financiamento, atrativa para eventuais novos investidores.

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Mega-Sena valendo R$ 33 milhões: veja os números sorteados nesta quarta-feira

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Prêmio desta semana é de R$ 33 milhões
Agência Brasil

Prêmio desta semana é de R$ 33 milhões

O concurso 2277 da Mega-Sena desta quarta-feira (8), tem um prêmio estimado em R$ 33 milhões. As dezenas sorteadas foram:

10 – 22 – 23 – 37 – 53 – 60 

Segundo a Caixa , ninguém acertou as seis dezenas; prêmio do próximo sorteio está estimado em R$ 40 milhões.

Nesse concurso, 89 apostas acertaram a quina , ou seja, cinco números sorteados, e levaram um prêmio de R$ 31.990,12 cada. Já a quadra teve 5597 apostas ganhadoras, e cada uma levou R$ 726,69.

Como apostar

Para apostar na Mega, o participante deve escolher de seis a 15 números nas lotéricas credenciais pela Caixa , ou no site especial de loterias do banco.

Segundo a Caixa , ninguém acertou as seis dezenas sorteadas no último sábado (4). Os números sorteados foram: 05 – 15 – 18 – 27 – 49 – 57 .

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A aposta mínima na Mega-Sena custa R$ 4,50. Nesse caso, a chance de acerto (probabilidade estatística) é de uma em mais de 50 milhões. Os sorteios da Mega-Sena são realizados, normalmente, duas vezes por semana, às quartas e aos sábados.

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Mulher chefe de família terá prioridade em auxílio-emergencial

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tela do aplicativo do auxílio emergencial
Leonardo Sá/Agência Senado

Projeto de Lei que garante prioridade a mães chefe de família vai a sanção presidencial


Nesta quarta-feira (8), foi aprovado por senadores o Projeto de Lei que permite que mulheres chefe de família tenham prioridade em auxílio emergencial .


Mesmo se pais declararem que são os únicos responsáveis por filhos, a prioridade ainda será de mães.

A relatora do PL é Rose de Freitas, do Podemos. O auxílio emergencial é de direito de mães ou pais que criam sozinhos os filhos. O valor garantido é o dobro da quantia do auxílio regular, de R$ 1.200.

Rose afirma que existem diversos relatos de “mães e filhos que se encontram desamparados” porque “o pai [ou] ex-cônjuge foi quem sacou os recursos”.

O projeto será encaminhado para sanção presidencial.

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