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Esportes

Silvana Lima vai representar Brasil na estréia do surfe em Tóquio 2020

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A cearense Silvana Lima carimbou seu passaporte para a Olimpíada de Tóquio 2020, durante a disputa da etapa de Mauí (Havaí), última do Circuito Mundial de Surfe (WCT), neste domingo (1). Ela é a segunda brasileira já classificada para a Olimpíada ano que vem: em outubro, na etapa de Portugal, a gaúcha Tatiana Weston-Webb, radicada no Havaí, foi a primeira a assegurar presença nos jogos olímpicos.

Neste domingo (1), Silvana Lima conquistou a última vaga olímpica do Circuito Mundial. A brasileira perdeu no último duelo para a heptacampeã mundial Stephanie Gilmore, as oitavas de final de Mauí. No entanto, a cearense, de 35 anos, arrematou a vaga pois sua rival direta no ranking, a neozelandesa Paige Harej, foi eliminada logo na primeira bateria das oitavas.

As outras surfistas já classificadas para a Olimpíada, além das duas brasileiras, são as australianas Sally Fitzgibbons e Sthephanie Gilmore, a francesa Johanne Defay, a costa-riquenha Brisa Hennessy, e as norte-americanas Caroline Marks e Carissa Moore.

Apesar da presença garantida em Tóquio 2020, Silvana Lima terminou a temporada em 12º lugar no ranking, e não vai disputar o Circuito Mundial de Surfe em 2020. A atleta registrou um comentário nas redes sociais deixando claro que está feliz e vive um momento especial.

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“Nunca imaginei que um dia iria representar meu país. Depois de tanta luta, hoje estou aqui graças a Deus, pra dizer que meu grande sonho acaba de ser realizado!”

Já no Circuito Mundial masculino, a briga por vagas em Tóquio 2020 segue acirrada. O Brasil terá dois representantes, entre os homens.  A definição dos classificados depende da última etapa: a da praia de Pipeline (Havai), que começa no próximo domingo (8).  Até o momento, três brasileiros competem pelas duas vagas: o potiguar Ítalo Ferreira lidera o ranking, seguido pelo atual campeão Gabriel Medina, e Filipe Toledo, na quarta posição, também tem chances de conquistar um lugar na Olimpíada do Japão.  

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Esportes

Adolescentes brasileiras vão brigar por vaga na Academia da Ferrari

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A paulistana Júlia Ayoub, de 15 anos, e a catarinense Antonella Bassani, de 14, estão entre as 20 selecionadas – de um total de 70 correntes – para participar da fase final do programa FIA Girls On Track – Rising Stars (em inglês, Meninas da FIA na Pista – Estrelas em Ascensão).  A iniciativa é resultado de um parceria entre a escuderia Ferrrai e a Comissão da Mulher, da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) e já está na terceira edição.

O programa tem como objetivo reunir talentos femininos, entre de 12 a 16 anos. As 20 pilotas escolhidas vão brigar a partir de outubro no circuito francês de Paul Ricard, por apenas uma vaga oferecida pela Academia de Pilotos da Ferrari. Após a formação na escuderia, a pilota poderá participar de campeonatos de Fórmula 4, uma das categorias de acesso à Fórmula 1.

Catarinense Antonella Bassani, de 14, está entre as 20 selecionadas de um grupo de 70 correntes para participar da fase final programa 'FIA Girls On Track - Rising Stars' Catarinense Antonella Bassani, de 14, está entre as 20 selecionadas de um grupo de 70 correntes para participar da fase final programa 'FIA Girls On Track - Rising Stars'

Aos 4 anos Antonella Bassani começou a pilotar Kart; agora aos 14 ela briga por uma vag na Academia da Ferrari Divulgação/Assessoria de Imprensa

 

“Sonho com isso há muito tempo. E receber essa notícia de ter sido selecionada pela Ferrari foi demais”, revela Antonella à Agência Brasil, que começou a pilotar kart com apenas quatro anos de idade.

“Meu pai e meu “dindo” sempre foram muito envolvidos no automobilismo. Foi a minha irmã que começou a correr com seis anos. Mas ela bateu e acabou desistindo. Comigo foi diferente. Eu comecei e não parei mais”, conta a catarinense.

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Júlia Ayoub disse que foi pega de surpresa ao saber da aprovação.”Ser lembrada em um processo mundial desse nível e com a participação da equipe Ferrari é um grande passo para a carreira de qualquer uma. E comigo não é diferente”, afirma a jovem paulistana. “As mulheres estão vivendo uma fase de conquistas em todos os setores, inclusive no automobilismo. Espero que esse concurso seja mais uma etapa para que cada vez mais mulheres estejam correndo pelas pistas mundo afora”.

JULIA AYOUB JULIA AYOUB

Reprodução Instagram/Julia Ayoub

 

A velocidade foi a segunda paixão na vida da Júlia, de 15 anos. A primeira foi o ballet. “Conheci o kart aos 11 anos. Fui algumas vezes com o meu pai ver o meu irmão pilotar. Mas ele desistiu. Só que eu, não. Ainda fazia ballet e meus pais falaram que eu não ia gostar de pilotar. Mas me dei super bem e eles sempre me apoiaram”.

Superação e conquistas

Em 2013, Antonella Bassani sofreu um grave acidente no autódromo gaúcho de Tarumã, que quase encerrou precocemente a carreira dela. “Tinha sete anos. A corrida já tinha acabado e os outros pilotos ‘tiraram o pé’ muito rápido. Não consegui frear e acabei capotando [com] o kart e fiquei presa embaixo dele”. Encaminhada para o hospital, Antonella ficou uma semana na UTI, passou por cirurgia no pulmão e teve que ficar afastada das práticas esportivas por seis meses. “Tentei outros esportes na volta. Mas falei para os meus pais que todos eram chatos. Eu queria mesmo o kart”, admite a pilota, que depois de um acompanhamento psicológico conseguiu voltar às pistas.

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Entre os principais resultados, estão o vice-campeonato no Sul-Americano no Peru em 2016. No ano ano seguinte, Antonella acabou entre os oito melhores na Copa Rotax Micro Max, espécie de Olimpíada do Kart, disputada em Portugal. “Eram 36 pilotos do mundo todo. E eu fui a única menina. Consegui a melhor participação da história de uma brasileira”, comemorou.

Títulos e experiências internacionais

No ano passado, Júlia Ayoub participou do campeonato europeu e mundial de kart. “Venci uma seletiva para mulheres na cidade de Lonato, na Itália. Campeonato de um nível bem alto, com avaliações de entrosamento com o kart, e com os mecânicos. Fui a melhor em todos os quesitos e consegui a vaga para ir para o Mundial. Até hoje sou a única brasileira a ter ido para esse Mundial”, conta com orgulho. 

Em 2020, antes de ser escolhida para o programa da Ferrari, ela foi campeã do Troféu Ayrton Senna. “Foram várias provas. E todas elas com participações exclusivas de mulheres. Iniciativa muito legal que espero que se repita muitas vezes. Consegui vencer todas as etapas e, no final, levantei o troféu”, conclui.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Grande Prêmio do Brasil de F1 pode ser cancelado

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O chefe da Mercedes, o austríaco Toto Wolff, afirmou ser improvável a realização dos Grandes Prêmios de Fórmula 1 do Brasil e dos Estados Unidos por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19). A previsão é que as corridas aconteçam entre outubro e novembro deste ano. O dirigente concedeu entrevista ao site inglês da BBC (empresa pública de comunicação britânica) e falou do teor da conversa que teve com o presidente e diretor-executivo da F1, o americano Chase Carey.

“Com base nas minhas conversas com Chase Carey, ele não quer fechar nenhuma porta, mas não parece que iremos para lá. Eles são muito diligentes e não iriam lá se fosse um risco para nosso pessoal”, disse à BBC.

A empresa pública de comunicação britânica afirma também que o mesmo deve se aplicar ao GP da Cidade do México, na capital mexicana, programado para o mesmo período.

O campeonato mundial devia iniciar em março, mas teve de ser adiado por causa da explosão de casos de covid-19 pelo mundo. Ao todo, 12 provas já foram afetadas pela insegurança sanitária, sendo que 7 delas (Austrália, Mônaco, França, Holanda, Azerbaijão, Singapura e Japão) foram canceladas. Já outras cinco provas acabaram adiadas (Bahrein, Vietnã, China, Espanha e Canadá).

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A Formula One Manegement, empresa responsável pela organização do mundial de Fórmula 1, divulgou somente as oito primeiras provas do calendário de 2020. Na lista aparecem apenas as corridas da fase europeia da temporada, em países nos quais os números da pandemia vêm diminuindo.

Abertura da temporada 2020

A temporada 2020 de F1 está perto do início. No próximo domingo (5) acontece o primeiro GP da temporada, no circuito de Spielberg (Áustria). Na manhã de hoje foram realizados os dois primeiros treinos livres no país europeu. A Mercedes se destacou com a dobradinha do britânico Lewis Hamilton e do filandês Valtteri Bottas nas duas sessões.

Hamilton alcançou o melhor tempo do dia, com 1min04s304, obtendo uma diferença de 0s197 em relação ao seu companheiro, que fez em 1min04s501. Veja um resumo dos treinos no vídeo abaixo:

Edição: Fábio Lisboa

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Adoslecentes brasileiras vão brigar por vaga na Academia da Ferrari

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A paulistana Júlia Ayoub, de 15 anos, e a catarinense Antonella Bassani, de 14, estão entre as 20 selecionadas – de um total de 70 correntes – para participar da fase final do programa FIA Girls On Track – Rising Stars (em inglês, Meninas da FIA na Pista – Estrelas em Ascensão).  A iniciativa é resultado de um parceria entre a escuderia Ferrrai e a Comissão da Mulher, da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) e já está na terceira edição.

O programa tem como objetivo reunir talentos femininos, entre de 12 a 16 anos. As 20 pilotas escolhidas vão brigar a partir de outubro no circuito francês de Paul Ricard, por apenas uma vaga oferecida pela Academia de Pilotos da Ferrari. Após a formação na escuderia, a pilota poderá participar de campeonatos de Fórmula 4, uma das categorias de acesso à Fórmula 1.

Catarinense Antonella Bassani, de 14, está entre as 20 selecionadas de um grupo de 70 correntes para participar da fase final programa 'FIA Girls On Track - Rising Stars' Catarinense Antonella Bassani, de 14, está entre as 20 selecionadas de um grupo de 70 correntes para participar da fase final programa 'FIA Girls On Track - Rising Stars'

Aos 4 anos Antonella Bassani começou a pilotar Kart; agora aos 14 ela briga por uma vag na Academia da Ferrari Divulgação/Assessoria de Imprensa

 

“Sonho com isso há muito tempo. E receber essa notícia de ter sido selecionada pela Ferrari foi demais”, revela Antonella à Agência Brasil, que começou a pilotar kart com apenas quatro anos de idade.

“Meu pai e meu “dindo” sempre foram muito envolvidos no automobilismo. Foi a minha irmã que começou a correr com seis anos. Mas ela bateu e acabou desistindo. Comigo foi diferente. Eu comecei e não parei mais”, conta a catarinense.

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Júlia Ayoub disse que foi pega de surpresa ao saber da aprovação.”Ser lembrada em um processo mundial desse nível e com a participação da equipe Ferrari é um grande passo para a carreira de qualquer uma. E comigo não é diferente”, afirma a jovem paulistana. “As mulheres estão vivendo uma fase de conquistas em todos os setores, inclusive no automobilismo. Espero que esse concurso seja mais uma etapa para que cada vez mais mulheres estejam correndo pelas pistas mundo afora”.

JULIA AYOUB JULIA AYOUB

Reprodução Instagram/Julia Ayoub

 

A velocidade foi a segunda paixão na vida da Júlia, de 15 anos. A primeira foi o ballet. “Conheci o kart aos 11 anos. Fui algumas vezes com o meu pai ver o meu irmão pilotar. Mas ele desistiu. Só que eu, não. Ainda fazia ballet e meus pais falaram que eu não ia gostar de pilotar. Mas me dei super bem e eles sempre me apoiaram”.

Superação e conquistas

Em 2013, Antonella Bassani sofreu um grave acidente no autódromo gaúcho de Tarumã, que quase encerrou precocemente a carreira dela. “Tinha sete anos. A corrida já tinha acabado e os outros pilotos ‘tiraram o pé’ muito rápido. Não consegui frear e acabei capotando [com] o kart e fiquei presa embaixo dele”. Encaminhada para o hospital, Antonella ficou uma semana na UTI, passou por cirurgia no pulmão e teve que ficar afastada das práticas esportivas por seis meses. “Tentei outros esportes na volta. Mas falei para os meus pais que todos eram chatos. Eu queria mesmo o kart”, admite a pilota, que depois de um acompanhamento psicológico conseguiu voltar às pistas.

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Entre os principais resultados, estão o vice-campeonato no Sul-Americano no Peru em 2016. No ano ano seguinte, Antonella acabou entre os oito melhores na Copa Rotax Micro Max, espécie de Olimpíada do Kart, disputada em Portugal. “Eram 36 pilotos do mundo todo. E eu fui a única menina. Consegui a melhor participação da história de uma brasileira”, comemorou.

Títulos e experiências internacionais

No ano passado, Júlia Ayoub participou do campeonato europeu e mundial de kart. “Venci uma seletiva para mulheres na cidade de Lonato, na Itália. Campeonato de um nível bem alto, com avaliações de entrosamento com o kart, e com os mecânicos. Fui a melhor em todos os quesitos e consegui a vaga para ir para o Mundial. Até hoje sou a única brasileira a ter ido para esse Mundial”, conta com orgulho. 

Em 2020, antes de ser escolhida para o programa da Ferrari, ela foi campeã do Troféu Ayrton Senna. “Foram várias provas. E todas elas com participações exclusivas de mulheres. Iniciativa muito legal que espero que se repita muitas vezes. Consegui vencer todas as etapas e, no final, levantei o troféu”, conclui.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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