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Política Nacional

Skaf vai fazer teste para a Covid-19 e aguardar resultado em quarentena

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Paulo Skaf e Jair Bolsonaro
Alan Santos/PR

Paulo Skaf e Jair Bolsonaro se cumprimentando

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf , disse nesta terça-feira (7) que vai realizar um teste para a Covid-19 , doença causada plo novo coronavírus (Sars-CoV-2), e vai ficar em quarentena até que o resultado saia.

Skaf se encontrou com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na última sexta, em Brasília. Bolsonaro confirmou hoje que testou positivo para a Covid-19 , mas naquele dia ainda não apresentava sintomas de contaminação pelo novo coronavírus.

Os primeiros sinais começaram a aparecer no domingo, quando o presidente teve febre, baixa taxa de oxigenação no sangue, dores musculares e cansaço.

Na ocasião, Skaf esteve com Bolsonaro junto com vários outros empresários. Entre esses executivos estavam Luiz Carlos Trabuco (Bradesco), Rubens Ometto (Cosan), Rubens Menin (MRV), Eugênio Mattar (Localiza) e Francisco Gomes (Embraer).

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De acordo com informações da Fiesp, durante a viagem o grupo também esteve com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli.

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Política Nacional

Celso de Mello já considerou Moro parcial e vai decidir suspeição no caso Lula

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celso
Carlos Moura/SCO/STF

Ministro Celso de Mello durante sessão do STF


O decano do STF (Supremo Tribunal Federal), Celso de Mello, é responsável pelo voto de desempate no julgamento sobre a suspeição do ex-juiz Sérgio Moro na Segunda Turma da corte. O ministro do STf já voltou diversas vezes contra a Lava Jato nas principais deliberações sobre a operação.


Celso de Mello já julgou um caso parecido envolvendo moro, em 2013, um doleiro acusava Moro de ser imparcial em um julgamento do caso Banestado. O ministro julgou que Moro errou ao quebrar o sigilo do doleiro e votou pela suspeição do ex-juiz da Lava Jato, mas foi voto vencido. 

Os ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski votaram pela suspeição de Moro no julgamento do ex-presidente Lula pela Lava Jato no casp do Triplex do Guarujá e criticam a atuação do ex-juiz nos processos. Já o ministra Carmén Lúcia e o relator da Lava Jato no STF, Edson Fachin, votaram contra o pedido de suspeição de Moro. Celso de Mello deve votar até o final de outubro, pois se aposenta em novembro. 

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Celso de Mello pode anular a condenação de Lula no caso do triplex, único em que Moro julgou o ex-presidente. A votação pela suspeição pode significar a anulação de decisões tomadas por Moro em outros processos, como do sítio de Atibaia e do Instituto Lula. O decano historicamente se posicionou contra as decisão da Lava Jato, mesmo em momento de forte apelo popular. 

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Política Nacional

Olavo apoia Wajngarten em perseguição armada contra assaltante: “Não dê moleza”

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Olavo de Carvalho
Reprodução

Olavo de Carvalho apoiou a perseguição armada do secretário de Comunicação de Bolsonaro

O guru do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Olavo de Carvalho , fez elogios à perseguição armada do secretário de Comunicação, Fábio Wajngarten, contra um assaltante . A tentativa de assalto aconteceu nos Jardins, em São Paulo. O homem foi preso após ser rendido no local.

“Boa, amigo Fábio. Não dê moleza mesmo”, escreveu Olavo de Carvalho no Facebook após circularem as notícias sobre o crime contra o secretário de Comunicação do governo Bolsonaro.

Crime

Wajngarten estava com os pais na porta do prédio onde eles residem quando um assaltante os abordou. O suspeito pediu que ele entregasse o relógio e outros pertences.

Para evitar que o assalto ocorresse, Wajngarten sacou a arma e saiu correndo atrás do homem. Uma pessoa conseguiu dar uma rasteira no suspeito, que caiu no local e foi rendido pelo secretário de Comunicação do presidente.

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Política Nacional

Perto de 100 mil mortos, Brasil precisa “tocar a vida”, diz Bolsonaro

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Jair Bolsonaro em transmissão ao vivo no Facebook nesta quinta-feira (6)
Reprodução/Facebook

Jair Bolsonaro em transmissão ao vivo no Facebook nesta quinta-feira (6)

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) lamentou nesta quinta-feira (6) a  aproximação do Brasil da marca de 100 mil mortes pela Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2), mas disse que o Brasil precisa “tocar a vida”.

“A gente lamenta todas as mortes, vamos chegar a 100 mil, mas vamos tocar a vida e se safar desse problema”, afirmou o presidente em sua tradicional live semanal no Facebook ao lado do ministro interino da Saúde, o general Eduardo Pazuello.

Antes do comentário de Bolsonato, o chefe da pasta disse que a população terá que se acostumar a mudar certos hábitos. Isso porque, segundo ele, o novo coronavírus continuará perigoso até a “vacina chegar e medicamentos tiverem comprovação científica”.

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Nesta quinta, o  governo federal assinou uma MP que liberou R$ 1,9 bilhão para a produção da vacina de Oxford. O valor será suficiente para produzir mais de 100 milhões de doses do imunizante.

Pazuello ainda fez um comparativo da Covid-19 com a Aids, que causada pelo vírus do HIV, na década de 1980.

“Essa historia do HIV é interessante fazer comparativo. Nós vivemos essa pandemia e os hábitos mudaram. As pessoas usam preservativo, diminuem convivência social em alguns casos, trocam gilete no barbeiro. Isso tudo não existia. O HIV continua existindo, o maior se trata e vida que segue. Vai ser assim com o coronavírus”, avaliou o ministro.

Durante a live, Bolsonaro voltou a fazer propaganda sobre o uso da hidroxicloroquina para o tratamento da Covid-19. O medicamento não tem sua eficácia comprovada e especialistas e autoridades sanitárias não fazem a sua recomendação.

“Quem não quer tomar cloroquina, não tente proibir, impedir quem queira tomar, afinal de contas, ainda não temos uma vacina e não temos um remédio comprovado cientificamente”, disse o presidente.

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