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STJD não homologa resultado de Náutico x Paysandu e julgará impugnação do jogo

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Náutico passou pelo Paysandu após pênalti polêmico arrow-options
Reprodução/Instagram

Náutico passou pelo Paysandu após pênalti polêmico

O STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) confirmou o recebimento do pedido de impugnação da partida entre Náutico e Paysandu, que resultou no acesso do time pernambucano à Série B do Campeonato Brasileiro. Em despacho, o presidente do Tribunal, Paulo César Salomão Filho, determinou que a CBF não homologue a partida.

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Após o jogo, realizada no dia 8 de setembro, o Paysandu entrou com o pedido de impugnação alegando que o time foi prejudicado pelo árbitro Leandro Vuaden , que marcou um pênalti polêmico a favor do Náutico aos 49 minutos do segundo tempo. O pedido de impugnação por parte do Paysandu teve o apoio da Federação Paraense de Futebol.

Vuaden assinalou o pênalti após a bola tocar na mão do jogador Uchôa. O Náutico converteu a penalidade, empatou o jogo em 2 a 2 e levou a decisão para a disputa de pênaltis. Nela, o Timbu saiu vencedor e garantiu o acesso à Série B do Brasileirão.

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A alegação do Paysandu é de que o árbitro cometeu “grave erro de direito ao marcar erroneamente um tiro penal”. Embora tenha acatado o pedido para o julgamento da impugnação, o STJD não irá paralisar a Série C, que está na fase semifinal. Ainda não há data para o julgamento do caso. O Náutico terá dois dias para se manifestar sobre a decisão do STJD.

STJD aceita pedido para julgamento da impugnação do jogo entre Náutico e Paysandu arrow-options
Reprodução/STJD

STJD aceita pedido para julgamento da impugnação do jogo entre Náutico e Paysandu


Após a decisão desta sexta-feira, o presidente do Paysandu, Ricardo Gluck Paul, se mostrou confiante sobre o desfecho do caso: “A gente se sente bastante recompensado por ir pessoalmente após o jogo cuidar disso. O STJD reconhece uma infração válida e a partir do momento que o processo é encaminhado já é uma vitória. Agora terá um julgamento justo com nove auditores e vamos esperar”, declarou o mandatário ao site “Diário Online”.

Fonte: IG Esportes
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Esportes

Caxias do Sul sediará Surdolimpíada no ano que vem

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O Comitê Internacional de Esportes para Surdos (ICSD) confirmou nesta semana que o Brasil será sede da edição de 2021 das Surdolimpíadas. Envolvendo 6 mil atletas de mais de 100 países em 22 modalidades, os jogos ocorrerão entre os dias 5 e 21 de dezembro do ano que vem em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha.    

Em documento divulgado na quarta-feira (26), o comitê parabenizou a Confederação Brasileira de Desportos de Surdos (CBDS) e toda a equipe pelo trabalho feito para garantir que o país tenha condições de receber a competição, que será disputada pela primeira vez na América do Sul.

Em uma reunião realizada em janeiro, representantes da prefeitura local, da Universidade de Caxias do Sul, do ICSD e do Caxias Convention & Visitors Bureau definiram ações para sediar o evento esportivo.

O prefeito Flávio Cassina designou o secretário de Esportes e Lazer, Gabriel Citton, para fazer um projeto de captação de recursos financeiros junto aos governos federal e estadual. “Não podemos perder um evento dessa grandeza e de relevância na área do esporte, da inclusão social, mas que também movimenta o comércio e turismo. Temos tempo para juntos fazermos um belo trabalho”, disse Cassina, lembrando que o investimento para a realização do evento no Brasil deve passar de R$ 10 milhões.

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O plano prevê competições na Vila Olímpica da universidade e em outros locais de Caxias do Sul, como o ginásio e as pistas de atletismo do Serviço Social da Indústria (Sesi), as piscinas Recreio da Juventude e os Estádios Centenário e Alfredo Jaconi. Cidades vizinhas, como Gramado, Bento Gonçalves e a capital, Porto Alegre, também poderão receber disputas esportivas ou auxiliar na acomodação das delegações das Surdolimpíadas.

Até agora, foram realizadas 23 edições dos Jogos Surdolímpicos. A primeira, conhecida na época como Jogos Internacionais em Silêncio, foi em 1924, em Paris.

Disputados de quatro em quatro anos, os jogos foram interrompidas apenas durante a segunda guerra mundial (de 1939 a 1945). A última Surdolimpíada foi realizada em 2017 e teve como sede a Turquia, com provas disputadas na cidade de Samsun.

Edição: Nádia Franco

Fonte: IG Esportes
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Argentino Martín Benítez chega ao Rio para jogar no Vasco

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Martín Benítez é o novo reforço vascaíno. O argentino de 25 anos desembarcou, nesta quinta-feira (25), no Aeroporto Internacional Tom Jobim, e explicou porque aceitou jogar pelo Vasco da Gama.

“Pela história que tem, pelos torcedores, porque sei que é um clube muito grande e a verdade é que estou muito contente de poder chegar ao Vasco. Sei que chego a um grande clube e sei que posso dar muito ao Vasco. Espero que eu possa dar meus 100% e estar em meu melhor nível no Vasco para ajudar a equipe e que o Vasco possa alcançar coisas e que possa estar no lugar que tem que estar”.

O meia-atacante veio emprestado por um ano para o clube carioca. Benítez é jogador do Independiente e fez parte do elenco que derrotou o Flamengo, nas finais da Copa Sul-Americana de 2017. Benítez também falou sobre a cidade que vai viver este ano. “Vim em 2016 e 2017 de férias. É um lugar muito bonito e espero que eu possa aproveitar com a família, mas sempre com responsabilidade sabendo que eu vim para jogar futebol e me entregar 100% ao Vasco”.

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Com passagens pelas seleções de base da Argentina, Benítez não vivia um bom momento do Rei de Copas e espera reencontrar o bom futebol no Gigante da Colina. A previsão, feita pelo próprio jogador, é que ele possa estar disponível para Abel Braga na próxima quinta-feira (2), quando o Vasco enfrenta o ABC pela Copa do Brasil. Benítez e o conterrâneo Germán Cano foram as únicas contratações da gestão Alexandre Campello para a temporada.

Edição: Aline Leal

Fonte: IG Esportes
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Esportes

Coronavírus faz Japão cancelar evento-teste de judô paralímpico

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A Federação Japonesa de Judô para Deficientes Visuais cancelou um torneio marcado para o período de 6 a 17 de março, em Tóquio, que serviria como evento-teste da Paralimpíada, que, assim como a Olimpíada, será na capital japonesa. A razão é o surto do novo coronavírus (Covid-19), que nesta quinta-feira (27), chegou a 186 casos confirmados no país, sem contar os 704 identificados no navio Diamond Princess, atracado no porto de Yokohama. A epidemia já fez sete vítimas no Japão.

O Brasil seria representado por seis atletas da seleção feminina de judô para cegos (Giulia Pereira – na foto -, Karla Cardoso, Lúcia Teixeira, Alana Maldonado, Meg Emmerich e Rebeca Silva), além de dois treinadores e uma médica. “A velocidade de infecção do novo coronavírus no Japão, e em todo o mundo, é muito mais rápida do que o esperado. Gostaríamos de evitar possíveis riscos de infecção para qualquer pessoa que participe de competições”, informou, em nota, o Comitê Organizador do torneio.

Neste ano, o judô paralímpico brasileiro (masculino e feminino), conquistou nove medalhas – cinco de ouro – no Pan-Americano de Judô Paralímpico, disputado no Canadá, e 10 – três de ouro no Aberto da Alemanha. Com o cancelamento do evento-teste japonês, a seleção tem previstas, até a Paralimpíada, participações em duas etapas do Grand Prix, que é o circuito mundial da modalidade: a da Inglaterra, em abril, e a do Azerbaijão, em maio.

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As seleções de futebol de 5 e goalball masculino, outras modalidades para atletas com deficiência visual, também têm compromissos marcados para Tóquio em março. De acordo com a Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais (CBDV), as equipes aguardam pronunciamento das autoridades locais sobre a questão. As atividades (um torneio e um camping de treinos), porém, deverão ser igualmente canceladas.

A decisão de cancelar o torneio de judô foi tomada depois que o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, pediu, no Parlamento, o “cancelamento, adiamento ou redução” de eventos esportivos e culturais previstos para as próximas semanas. Outro evento-teste paralímpico, de bocha, com participação da seleção brasileira da modalidade, também não será mais realizado.

A Paralimpíada de Tóquio está prevista para o período de 25 de agosto a 6 de setembro. Dias antes, ocorrerá a Olimpíada, de 24 de julho a 9 de agosto. O Comitê Organizador dos Jogos informou que, por enquanto, não deu início a nenhuma discussão sobre a suspensão de eventos.

O diretor-geral do comitê, Toshiro Moto, porém, admitiu que o revezamento da tocha olímpica, que deverá começar em 26 de março, pode ser realizado “em menor escala”, com medidas para garantir a passagem da tocha simultaneamente à contenção do vírus.

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Edição: Nádia Franco

Fonte: IG Esportes
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