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SUÍNOS/CEPEA: Cotações encerram junho em alta

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Cepea, 2/7/2020 – Do animal vivo aos cortes, as cotações dos produtos de origem suinícola tiveram altas consecutivas ao longo de junho, encerrando o mês no positivo. Segundo colaboradores do Cepea, as valorizações se deram principalmente pelo aumento na liquidez doméstica e externa, fator que aqueceu a cadeia produtiva e elevou a demanda das grandes indústrias por animais no mercado independente. No contexto doméstico, a reabertura parcial do comércio em importantes regiões consumidoras favoreceu a procura pela carne suína. No mercado externo, colaboradores do Cepea apontam que a demanda chinesa esteve bastante aquecida, o que pode estar atrelado aos contínuos casos de Peste Suína Africana (PSA) na região asiática e também a recentes casos de febre aftosa. Em maio, China e Hong Kong foram destino de 73,1% dos embarques de produtos suinícolas brasileiros. Apesar da recuperação frente aos meses anteriores, as cotações ainda estão abaixo das registradas no mesmo período de 2019, em termos nominais. A carcaça suína seguiu a mesma tendência do animal vivo, e para os cortes, as valorizações foram ainda mais intensas, fazendo com que as médias de junho superassem as do mesmo mês de 2019. Além da demanda aquecida, a oferta esteve mais limitada. Agentes do setor relatam que alguns frigoríficos têm funcionado com escalas menores, por conta de medidas sanitárias de prevenção ao coronavírus. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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Fonte: CEPEA

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OVOS/CEPEA: Preços recuam pelo 3º mês consecutivo

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Cepea, 03/08/20 – Mesmo com a leve valorização na última semana de julho, os preços dos ovos caíram na média do mês, acumulando três períodos consecutivos de recuos, segundo dados do Cepea. A pandemia de covid-19 e seus impactos no poder de compra da população têm gradativamente reduzido a liquidez do produto nas principais regiões consumidoras, pressionando as cotações. Com a demanda desaquecida, os descartes das poedeiras mais velhas devem ser antecipados, de acordo com colaboradores do Cepea, em uma tentativa de diminuir a oferta de ovos e impulsionar os preços, uma vez que as margens do setor têm estado muito estreitas, devido aos elevados patamares dos preços dos principais insumos consumidos na atividade, milho e farelo de soja. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: CEPEA

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MILHO/CEPEA: Preços voltam a subir, mesmo com avanço da colheita

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Cepea, 03/08/20 – As cotações do milho voltaram a subir na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea, devido à retração vendedora e à demanda aquecida. Segundo pesquisadores, apesar de a colheita avançar, cooperativas e compradores mostram dificuldades em adquirir novos lotes e, quando conseguem, adquirem pequenos volumes para o curto prazo. Entre 24 e 31 de julho, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa registrou alta de 3,1%, fechando a R$ 50,79/saca de 60 kg nessa sexta-feira, 31. No campo, com a colheita ganhando ritmo em todas as regiões, agricultores começam a indicar ajustes negativos na produtividade, especialmente nas lavouras do Paraná, de São Paulo e Mato Grosso do Sul, prejudicadas pela seca durante o desenvolvimento. Esse contexto somado ao fato de que boa parte da produção já está comercializada devem manter limitada a disponibilidade do cereal. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: CEPEA

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FRANGO/CEPEA: Demanda aquecida e oferta limitada elevam preços da carne e do vivo

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Cepea, 31/07/20 – As cotações da carne e do frango vivo subiram ao longo de julho, em movimento de recuperação, de acordo com informações do Cepea. Os valores foram impulsionados pela demanda nacional aquecida e pela oferta controlada de animais para abate – na indústria, agentes também relatam diminuição no ritmo de produção. Além disso, a valorização de importantes insumos da atividade (como milho e farelo de soja) também influenciaram as altas domésticas da carne e do animal vivo. As condições favoráveis de mercado para a carne de frango, com oferta controlada e boa liquidez no mercado doméstico, compensam o enfraquecimento das exportações do setor. Segundo relatório parcial da Secex, nos 18 primeiros dias úteis de julho, foram embarcadas 15,3 mil toneladas/dia de carne de frango, recuo de 4,7% frente à média de junho e ainda 5,5% abaixo do ritmo verificado em julho/19. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: CEPEA

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