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Mato Grosso

Unidades penais de MT têm novas regras para construções no entorno

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O governador Mauro Mendes sancionou a Lei nº 11.042, que cria a Área de Segurança Penitenciária Estadual (ASPE) no entorno dos estabelecimentos penais de Mato Grosso. O objetivo é evitar fugas, arremessos de objetos, de materiais ilícitos e explosões, além do contato dos presos, por qualquer meio, com o exterior. A publicação consta no Diário Oficial do Estado, que circula nesta quinta-feira (05.12).

Pela nova lei, é considerada área de Área de Segurança Penitenciária Estadual (ASPE) toda área externa ao estabelecimento penal, definida a partir de seu muro, até o limite de cem metros. No entanto, não se aplica aos estabelecimentos penais construídos em áreas urbanas com o entorno ocupado, conforme a legislação vigente.

Ainda de acordo com a lei, estão vedadas construções e qualquer atividade econômica em toda a extensão da ASPE, sendo autorizado o patrulhamento dessas áreas por agentes penitenciários e das forças de segurança do Estado. Em casos de urgência, os agentes poderão bloquear as vias nas proximidades das unidades, realizar abordagens e, em caso de atitude suspeita ou localização de algo ilícito, conduzir o infrator para à autoridade policial competente. 

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Também está vedada a instalação de tomadas de energia elétrica nas celas dos estabelecimentos penais, devendo ser retiradas as já instaladas. Outras restrições poderão ser estabelecidas pelo titular da Secretaria responsável pela gestão das unidades penitenciárias.

Operação de limpeza na PCE

Durante da operação limpeza na Penitenciária Central do Estado (PCE) em agosto deste ano, foram retiradas as tomadas de energia elétrica de todos os raios, assim como todos produtos que estão em desconformidade com o que está definido no Manual de Procedimento Operacional Padrão do Sistema Penitenciário e Lei de Execuções Penais. (Sob supervisão de Hérica Teixeira)

Fonte: GOV MT
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Mato Grosso

Em redes sociais, digital influencer ”Carla Bora” mostra hematomas e acusa namorado em Cuiabá

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Reprodução

A digital influencer Carla Reis, conhecida como “Carla Bora”, conhecida pelo bordão “bora? Bora tomar uma?”, que viralizou o Brasil no ano de 2016, usou sua página no Instagram para denunciar um caso de violência doméstica. Carla é de Várzea Grande.

Na madrugada desta sexta-feira, ela postou stories informando que foi agredida pelo namorado, um empresário do ramo de construção civil. “Carla Bora” relata que já realizou a denúncia para as autoridades policiais. Na sua página, contudo, não relatou como ocorreram as agressões, mas mostrou hematomas no braço.

A digital influencer ainda pede que as mulheres tenha coragem para denunciar, “mesmo quando ama”. Carla faz os relatos nos stories e não aparece de corpo inteiro como de costume. Nos vídeos, mostra apenas parte de seu rosto.

Além das fotos e dos vídeos, “Carla Bora” mostra uma suposta mensagem de seu namorado lhe pedindo desculpa e prometendo um noivado para reatar o relacionamento. “É difícil sair de um relacionamento ainda mais quando AMA, mas precisamos nos AMAR em primeiro lugar”, diz a postagem.

Antes de revelar o ocorrido na rede social, Carla ainda fez uma postagem de um folder que descreve e explica como a mulher pode identificar os sinais de um relacionamento abusivo.

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Na manhã desta sexta-feira (24), Carla postou um foto desejando “bom dia” a seus seguidores.

Recentemente, no mundo das celebridades e famosos, muitas mulheres tem tomado coragem para denunciar namorados e maridos que também tem status e fama. Essas ações tem dado um apoio para casos que ocorrem corriqueiramente.

Tocador de vídeo

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Mato Grosso

Trabalhador é atacado por abelhas durante limpeza de área em zona rural de Rondonópolis

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Corpo de Bombeiros – MT

Um trabalhador foi atacado por abelhas, enquanto fazia a limpeza de uma área na localidade Marajá, zona rural de Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá. O caso foi registrado no sábado (18). Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) esteve no local para fazer o atendimento.

Um vídeo feito por uma testemunha mostrar o momento em que Juraci Belarmino da Rocha, de 58 anos, é socorrido. Ele foi levado para uma Unidade de Pronto Atendimento, chegou a ficar internado, mas já foi liberado.

Juraci estava acompanhado de outro trabalhador, cujo nome não foi divulgado. Entretanto, ele conseguiu correr e não foi atacado.

Falta de equipamentos

De acordo com o Sargento Reinaldo Souza, do Corpo de Bombeiros, houve dificuldade no resgate, porque o núcleo de Rondonópolis não têm roupas específicas para atendimentos como este.

Os militares usaram capa de chuva, capacetes e lençóis para conseguir fazer o resgate sem que também fossem atacados por abelhas.

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Esportes

Operário de Várzea Grande desiste de contratar goleiro Bruno

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Reprodução

O Clube Esportivo Operário Várzea-Grandense (CEOV) informou, nesta quarta-feira (22), que não irá mais contratar o goleiro Bruno Fernandes, condenado a mais de 20 anos de prisão pelo sequestro, assassinato e ocultação do cadáver de Eliza Samudio, em 2010. Um comunicado foi emitido à imprensa, entretanto, não justifica o motivo da desistência. Sabe-se que nos últimos dias, a Eletromóveis Martinello desautorizou o uso da marca em uniformes do Clube, assim como a cooperativa Sicredi.

Contra a vinda do goleiro o time, na noite de terça-feira (21), manifestantes se reuniram no entorno do estádio Dito Souza, instalado no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande, onde seria realizada uma partida de futebol do tricolor. As mulheres estavam vestidas de preto e, além de cartazes, seguravam um cartão vermelho nas mãos, que indica a expulsão de um jogador em uma partida de futebol.

O ato organizado pelo Bloco das Mulheres contou também com a presença de homens. Diversos cartazes foram expostos com frases do tipo: ‘Feminicida não pode ser exemplo’; ‘Matar mulher é grave sim’; ‘Não compre ingresso, não pague para ver feminicida’; ‘Operário sim, assassino não’.

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Manifestantes repudiam contratação do goleiro Bruno pelo Operário

Também na terça-feira, a Martinello anunciou que desautorizou o uso da marca nos uniformes do time e em painéis utilizados em entrevistas. A empresa alegou não concordar “que condenado por crime tão grave e torpe seja elevado ao patamar de ídolo esportivo, pois o esporte é para cidadãos exemplares que cultivam a vida, o respeito ao próximo e o espírito de equipe”.

Na segunda-feira (20), a cooperativa Sicredi anunciou que irá retirar sua marca dos uniformes, mas alegou que ausência do logo nas camisetas do Operário ocorre em função da estratégia da empresa. Ao Olhar Direto, a assessoria informou que o Sicredi patrocina a Federação Mato-Grossense para o Campeonato Estadual de Futebol 2020 e não o Operário. Acrescentou ainda, por meio de nota, que não comenta as contratações de jogadores feitas pelos clubes.

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