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Saúde

Vai viajar? Não esqueça de organizar os remédios na mala!

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De longa ou curta duração, viagens sempre são passíveis de emergências de saúde que vão desde uma dor de cabeça até um episódio alérgico. Apesar de algumas situações exigirem cuidados médicos, existem casos em que o simples cuidado de ter um medicamento à mão pode ajudar ou, literalmente, salvar sua vida.

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Escolher remédios básicos é fundamental na hora da viagem

Para te ajudar na hora de escolher os  remédios “coringa” para curtir as férias com tranquilidade, fizemos uma lista com ajuda de profissionais de saúde infantil e adulta. 

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Antialérgicos 

O item mais importante da lista são os medicamentos antialérgicos. Como viagens, muitas vezes, significam ambientes e alimentos novos, existe a chance de alguma alergia desconhecida manifestar-se “de surpresa”. Ou seja, mesmo que você não possua nenhuma sensibilidade diagnosticada, é importante tê-los na bolsa.

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Antitérmicos, termômetro e analgésicos

Principalmente se as crianças estiverem na viagem, é fundamental não esquecer dos antitérmicos e termômetro, para casos de febre que podem, inclusive, ter raiz emocional. A médica pediatra Loretta Campos também recomenda alguns analgésicos simples que podem aliviar dor de cabeça ou muscular. 

Corticóides

Estes medicamentos são mais indicados para quem sofre de asma ou alergia severa. Nesse caso, é sempre bom conversar com o médico ou pediatra antes da viagem para que ele aponte as melhores soluções considerando o ambiente de destino. 

Remédios para enjoo

Outro lembrete importante para o “kit de sobrevivência”, segundo a médica Lara Fonseca, são os remédios para enjôo. Além de evitar o desconforto em meios de transporte com muita oscilação, como barcos e ônibus, o remédio pode ajudar em casos extremos daquela ressaca pós-bebedeira.

Antiácidos 

Experimentar todas as delícias de uma cidade ou país novo pode oferecer perigos ao estômago. Para evitar surpresas desagradáveis e desconforto, o indicado é ter consigo um antiácido contra azia ou má digestão. 

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Repelentes, hidratantes, protetor solar

Itens básicos que não podem ser esquecidos, principalmente se o destino escolhido envolve temperaturas extremas – como praia, camping ou neve – ou muitas atividades ao ar livre. No caso de turismo de aventura a atenção à esses itens deve ser redobrada.

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Band-aids e produtos para curativo 

Uma caixinha básica de primeiros socorros é comum na maioria das residências mas, na hora de viajar, muita gente esquece do quanto ela pode ser útil. De acordo com Lara Fonseca, band-aids, gaze, curativo e algodão são o kit mínimo para este caso. Também é importante um frasco pequeno de álcool gel, que pode auxiliar na higiene das mãos. 

Fonte: IG Saúde
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Nacional

Fibromialgia l Projeto de lei facilita aposentadoria para portadores da doença

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Chegou, na última quinta-feira (22), à Comissão de Assuntos Sociais do Senado um projeto de lei com objetivo de facilitar a aposentadoria de pessoas que sofrem com fibromialgia.

A proposta, de iniciativa popular e submetida a votação no site do Senado, pretende alterar a Lei nº 8.213/91 para “para incluir a fibromialgia no rol das doenças que asseguram a seus portadores a dispensa do cumprimento de período de carência para usufruir dos benefícios de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez”.

Fibromialgia: o que já se sabe sobre a doença e como se livrar da dor

Ainda não foi definido qual senador fará a relatoria do projeto na Comissão de Assuntos Sociais. Na etapa anterior, na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, o relator, senador Flávio Arns (Rede-PR), recomendou que a legislação atual passe a vigorar da seguinte forma:

“Até que seja elaborada a lista de doenças mencionada no inciso II do art. 26, independe de carência a concessão de auxílio-doença e de aposentadoria por invalidez ao segurado que, após filiar-se ao RGPS [Regime Geral de Previdência Social], for acometido das seguintes doenças: tuberculose ativa, hanseníase, alienação mental, esclerose múltipla, hepatopatia grave, neoplasia maligna, cegueira, paralisia irreversível e incapacitante, cardiopatia grave, doença de Parkinson, espondiloartrose anquilosante, nefropatia grave, estado avançado da doença de Paget (osteíte deformante), síndrome da deficiência imunológica adquirida (aids), contaminação por radiação, ou fibromialgia, com base em conclusão da medicina especializada.”

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A ideia proposta prevê ainda um acréscimo de 25% no valor da aposentadoria aos portadores de fibromialgia para que tenham condições de arcar com os custos de cuidadores.

Nesse ponto específico, Arns foi contrário.

“Acerca da demanda por acréscimo de 25% no salário de aposentadoria para os doentes com fibromialgia terem cuidador, entendemos que tal previsão não encontra respaldo na legislação vigente, haja vista que esse benefício não é concedido aos portadores das demais doenças listadas no art. 151 da Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, muitas delas mais graves ou incapacitantes que a fibromialgia.”

Após ser votado na Comissão de Assuntos Sociais, o projeto pode seguir para outro colegiado ou ir direto para a Comissão de Constituição e Justiça, última etapa antes de ser levado ao plenário. Se passar no Senado, precisará tramitar na Câmara dos Deputados. Uma vez aprovado, será submetido à sanção presidencial.

A fibromialgia é uma doença crônica em que os pacientes sentem dores permanentes pelo corpo.

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Saúde

Caso de febre hemorrágica é registrado no Brasil após 20 anos

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Na segunda-feira (20), o Ministério da Saúde, confirmou uma morte por febre hemorrágica em Sorocaba, interior de São Paulo. A doença não era registrada no país há mais de 20 anos.

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A febre hemorrágica é considerada extremamente rara e de alta letalidade

A morte do paciente adulto aconteceu no dia 11 de janeiro, mas ainda não foi confirmada a origem da contaminação. Segundo o ministério, o paciente passou por três hospitais diferentes entre o início dos sintomas (30/12/2019) e o óbito (11/01/2020), e não houve histórico de viagem internacional.

“Os funcionários dos hospitais por onde o paciente passou estão sendo monitorados, e avaliados, assim como os familiares do caso confirmado em São Paulo”, afirma o ministério em nota.

Além disso, a nota explica que o caso foi isolado e não apresenta risco. “Nesse momento, não há risco para trânsito de pessoas, bens, mercadorias a nível nacional ou internacional”.

Considerada rara e de alta letalidade, o caso foi notificado à Organização Mundial da Saúde e à Organização Pan-americana de Saúde.

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Sintomas da doença

O período de incubação da doença é longo, em média de 7 a 21 dias, e começa com febre, mal-estar, dores musculares, manchas vermelhas no corpo, dor de garganta, no estômago e atrás dos olhos, dor de cabeça, tonturas, sensibilidade à luz, constipação e sangramento de mucosas, como boca e nariz.

Com a evolução da doença , pode haver comprometimento neurológico (sonolência, confusão mental, alteração de comportamento e convulsão).

Contaminação e transmissão

Segundo o Ministério da Saúde, as pessoas contraem a doença possivelmente pela inalação de partículas formadas a partir da urina, fezes e saliva de roedores infectados.

A transmissão dos arenavírus de pessoa a pessoa pode acontecer quando há contato muito próximo e prolongado ou em ambientes hospitalares, quando não se utilizam equipamentos de proteção, por meio de contato com sangue, urina, fezes, saliva, vômito, sêmen e outras secreções ou excreções.

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Histórico no Brasil

O último registro de febre hemorrágica brasileira foi há mais de 20 anos. Nesse período, foram quatro casos em humanos, sendo três adquiridos em ambiente silvestre no estado de São Paulo e um por infecção em ambiente laboratorial, no Pará.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Ter sempre um remédio na bolsa pode ser prejudicial. Entenda os riscos

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O hábito de sair com uma pequena farmácia na bolsa – para evitar aquela dor de cabeça no trabalho ou um enjoo repentino, se sentir mais seguro ou até mesmo ajudar os colegas que estão doentes – é um hábito comum entre brasileiros.

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Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Automedicação é mais comum contra dores de cabeça e febres

O costume de ter sempre um remédio à mão, porém, indica o risco de automedicação e pode oferecer riscos sérios para a saúde.

De acordo com  Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ), no Brasil, 79% das pessoas com mais de 16 anos admitem tomar medicamentos sem prescrição médica ou farmacêutica. A pesquisa ainda aponta que, destes, 56% são remédios para dor de cabeça e 32% para combater a febre. 

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“Diversos medicamentos podem causar dependência . Se o medicamento “tratar” determinado problema, uma dor de cabeça por exemplo, toda vez que ela aparecer, esse medicamento será lembrado e o uso pode ser abusivo, gerando efeitos colaterais”, explica Alessandra Bongiovani, Mestre em Saúde do Adulto. 

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E o enorme perigo está nos medicamentos considerados “cotidianos”, cuja automedicação parece não oferecer riscos. “Todo medicamento tem efeitos colaterais, um dos mais perigosos, são os anti-inflamatórios , inclusive alguns têm venda proibida em determinados países”, alerta Alessandra. “Eles podem provocar desde uma gastrite, até úlceras gastroduodenais e não incomum, hemorragias digestivas, que são potencialmente graves”. 

Outro hábito comum – e desaconselhado pelos profissionais de saúde – é o costume de acumular muitos remédios em casa “para alguma necessidade”. Em geral, eles são sobras de outros tratamentos ou compras sem prescrição. “Seria ideal que a indústria farmacêutica se preocupasse com isso também, produzindo cartelas menores de determinados medicamentos”, comenta Alessandra.

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“O correto é armazenar os medicamentos de forma organizada, separando os medicamentos para adultos e crianças, e sempre deixar em local de difícil acesso para as crianças e idosos”, orienta a profissional. “Estes últimos são uma preocupação a parte, pois é muito comum a automedicação e seus efeitos nocivos”, diz. 

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Fonte: IG Saúde
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