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“Véio” da Havan entra no Top 10 dos mais ricos do Brasil

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“Véio” da Havan entra no Top 10 dos mais ricos do Brasil

O dono da Havan, Luciano Hang , também conhecido como o “véio da Havan”, entrou na lista da revista Forbes que aponta os maiores bilionários do Brasil . A nova edição da revista foi lançada nesta sexta-feira (18).

A lista também apontou que o empresário Jorge Paulo Lemann , que era o líder do ranking desde 2013, caiu para o segundo lugar, sendo ultrapassado pelo banqueiro Joseph Safra. Em terceiro lugar, está o confundador do Facebook, Eduardo Saverin.

A loja de Hang, a Havan , começou a vender alimentos durante a pandemia, em uma tentativa de reabrir as portas em meio a crise do novo coronavírus (Sars-Cov-2) .

No estoque, foram inclusos produtos como arroz, feijão, óleo e macarrão. Além disso, a rede entrou com ação judicial para ser considerada atividade essencial durante a pandemia.

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Confira os 10 primeiros nomes do ranking da Forbes :

  1. Joseph Safra: R$ 119,08 bilhões
  2. Jorge Paulo Lemann: R$ 91 bilhões
  3. Eduardo Saverin: R$ 68,12 bilhões
  4. Marcel Herrmann Telles: R$ 54,08 bilhões
  5. Carlos Alberto Sicupira e família: R$ 42,64 bilhões
  6. Alexandre Behring: R$ 34,32 bilhões
  7. André Esteves: R$ 24,96 bilhões
  8. Luiza Trajano: R$ 24 bilhões
  9. Ilson Mateus: R$ 20 bilhões
  10. Luciano Hang (Havan): R$ 18,72 bilhões

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Avianca e Copa Airlines voltam a operar no Rio de Janeiro

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Calebe Murilo

Avianca e Copa Airlines voltam a operar no Rio de Janeiro

O último fim de semana marcou o retorno de duas companhias aéreas internacionais ao Rio de Janeiro (GIG). No sábado, 17, o aeroporto voltou a receber voos regulares da Copa Airlines, vindos do Panamá, e da Avianca, provenientes da Colômbia.

As rotas, que estavam suspensas desde o início da pandemia, reconectam o Rio de Janeiro a pontos importantes nas Américas, com duas operações semanais, crescendo conforme a demanda. Estas ofertas adicionais já estão disponíveis nos canais de venda de ambas as companhias.

Com isso, o Aeroporto do Galeão está retomando sua malha aérea internacional à medida que as restrições de fronteiras pelo mundo vêm sendo reduzidas. Os voos da Copa Airlines e da Avianca se juntam a outros cinco destinos internacionais retomados neste mês de outubro. Atualmente, a cidade recebe voos da AirFrance, KLM, TAP e Sky.

Ademais, a previsão para os próximos meses, é de que o número de voos internacionais no Rio de Janeiro chegue a 36 em novembro e 50 em dezembro, o que representará 22% dos destinos operados pelo aeroporto para o exterior, antes da pandemia.

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CEO da Qatar Airways não espera retorno do Airbus A380 em curto prazo

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Calebe Murilo

CEO da Qatar Airways não espera retorno do Airbus A380 em curto prazo

Os super jumbos acabaram se tornando figuras raras frente ao momento enfrentado atualmente. A pandemia foi capaz de deixar o A380 sem voar por muitas semanas, porém, aos poucos o gigante tem voltado aos céus.

Conforme dito pelo CEO da Qatar Airways, Akbar Al Backer, em evento da FlightGlobal, o executivo afirmou que, até ver um crescimento em níveis semelhantes aos anteriores a pandemia, o Airbus A380 não voltará a voar pela companhia.

Além disso, Al Backer ainda classificou como insensatos os operadores que estão utilizando aeronave antes do momento tratado como oportuno. Para que o quadrijato possa ser considerado voltar a voar pela Qatar, a taxa de crescimento deverá se igualar a do ano passado, algo que deve levar algum tempo.

Por esse motivo, a frota de longo curso da companhia será composta pelos Airbus A330 e A350, além dos Boeings 777 e 787. Atualmente, a Qatar conta com 233 aviões, dos quais 170 estão em serviço ativo, de acordo com dados do PlaneSpotters .

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Não dá para nivelar por baixo, diz Nubank sobre contratações de minorias

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Cristina Junqueira Nubank
Reprodução Roda Viva/TV Cultura

Cristina Junqueira, co-fundadora do banco, disse no Roda Viva desta segunda-feira (19) que Nubank aposta em capacitação para resolver problema

Na noite desta segunda-feira (19), a sócia brasileira do  Nubank, Cristina Junqueira, esteve no programa Roda Viva, da TV Cultura. Ela fundou o banco junto com dois outros empresários em 2013 – o colombiano David Velez e o norte-americano Edward Wible. Perguntada sobre a dificuldade em contratar pessoas de minorias para cargos chave no Nubank, Junqueira disse que “não dá para nivelar por baixo”, mas que o banco aposta em capacitação.

“Estamos procurando uma pessoa para ser nossa líder global de diversidade e inclusão. Já faz algum tempo, já faz algum tempo que a gente está buscando (candidatos para) várias posições. Inclusive, tem uma posição de vice-presidente de marketing para trabalhar comigo que já estou há bastante tempo procurando e é difícil. Eu acho que recrutar Nubank sempre foi difícil. O maior desafio do Nubank é gente. Não dá para nivelar por baixo “, disse Junqueira sobre a dificuldade de contratação de pessoas negras e de minorias raciais no Brasil.

“É por isso que a gente investe em formação. A gente criou um programa gratuito, chamdo ‘Diversidados’ em que a gente ensina ciência de dados para pessoas que querem entrar nisso e a gente vai capacitar essas pessoas. Não adianta a gente colocar alguém para dentro que não vai ter condição de trabalhar com as equipes que a gente tem, de se desenvolver, de avançar na sua carreira, depois não vai ser bem avaliado… Aí a gente não está resolvendo problema, está criando outro”, afirmou a co-fundadora do Nubank.

Junqueira disse que há um movimento de funcionários negros do Nubank, o “Nublacks” e que o banco digital aposta em capacitação e contratação visando a diversidade.

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Sobre o racismo nos algoritmos, a empresária disse que o Nubank não mapeia dados raciais e nem de gênero dos usuários.

Pix e Nubank

Questionada sobre qual será o diferencial do Nubank após a criação do  Pix pelo Banco Central, Junqueira disse que o atendimento ao cliente continuará sendo o forte do banco digital.

“Ainda tem muito espaço para a gente se diferenciar (depois do Pix). Temos uma equipe de 100 pessoas trabalhando só em Pix há mais de um ano, começamos há dois anos. A nossa grande aposta é continuar se diferenciando pela experiência do cliente, não só pelo fato de não cobrar tarifa”, disse Junqueira, explicando que o banco não só não cobra anuidade como também não tem “taxas escondidas”, diferentemente dos bancos tradicionais.

“O  Pix  é um pouco da ‘Nubankarização’ do mercado, porque a gente nasceu com essa cabeça das coisas serem instantâneas, grátis, sem cobrar tarifa, funcionando o tempo todo, sete dias por semana… Agora temos uma regulamentação que obriga as instituições financeiras a funcionarem de maneira instantânea para transação”, afirmou a co-fundadora do Nubank.

A mudança de mentalidade da  poupança também é um diferencial em que o Nubank deve apostar.

“A ideia é oferecer soluções de investimento para os 30 milhões de clientes do Nubank. É um absurdo ter rentabilidade no patamar de juros que a gente tem hoje. A gente não se conforma com R$ 1 trilhão ainda na poupança. É muito dinheiro num instrumento que não te corrige nem a inflação. No poder de compra real, você está perdendo dinheiro “, disse Junqueira.

Mulheres no mercado financeiro

Sobre a presença feminina no ambiente de trabalho, Cristina Junqueira diz que o Nubank tem uma política de trabalho flexível e remoto, e que isso ajuda na igualdade de gênero na empresa. Assim, mulheres mães podem ajustar o horário e homens pais também podem aderir.

A co-fundadora do Nubank lembrou que a extensão da licença maternidade de 4 para 6 meses no Brasil é permitida pela lei, mas que, no país, apenas 40% das mulheres pedem esse direito. “No Nubank, essa taxa é de 93%”, comparou.

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Ela falou também sobre a falta de referências femininas no mercado financeiro e que, para combater isso, mulheres têm de ser melhores profissionais que os homens.

“Em condições iguais, o mundo vai favorecer o homem. E o que eu falo é: ‘não esteja em condições iguais, seja melhor ‘. Eu não tenho tempo para o mundo se tornar igual para minha carreira avançar”, disse Junqueira sobre a desigualdade entre homens e mulheres no mercado.

Vazamento de dados de clientes do Nubank

Perguntada pela influenciadora Nath Finanças sobre o vazamento de dados de clientes do Nubank, Junqueira disse que o fato foi “um grande mal entendido”.

“Esse caso acho que foi um grande mal entendido. O que ficou exposto foi o que qualquer pessoa expõe na internet: ‘olha, meu CPF é tal, minha agência é tal, minha conta é tal…’, foi exatamente o que o buscador pegou”, minimizou Junqueira.

A empresária disse que segurança de dados está diretamente ligada a investimentos em teconologia pelas empresas, e que o Nubank está alinhado com as melhores práticas de tecnologia.

História do Nubank e Cristina Junqueira

O Nubank foi, em só sete anos, de 30 para 2,7 mil funcionários. No ano de 2018, atingiu a categoria de “unicórnio”, nome dado a startups com avaliação de mercado acima de 1 bilhão de dólares.

O foco do Nubank é a otimização de serviços financeiros, como o cartão de crédito internacional sem anuidade e gerenciado por aplicativo.

Cristina Junqueira é engenheira com graduação e mestrado pela Escola Politécnica da USP, Junqueira tem MBA pela Northwestern University (Kellogg School of Management), uma das melhores escolas de negócios dos Estados Unidos.

Antes de criar o Nubank, Junqueira trabalhou em consultorias, como The Boston Consulting Group, e em bancos como Unibanco e Itaú Unibanco. Ela foi a única brasileira a ser reconhecida na edição 2020 da lista Fortune 40 under 40, que aponta jovens líderes que transformam o mundo dos negócios.

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