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Veja 5 variações do Ford Mondeo que nunca tivemos no Brasil

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O Ford Mondeo foi apresentado em 1992. O modelo que competia na Europa com carros como o Opel Vectra e o Volkswagen Passat, recebeu este nome pelo fato de ser considerado um automóvel mundial pela marca, com o seu projeto básico servindo para outros modelos da empresa na América do Norte e Ásia.


Disponível inicialmente nas carrocerias sedã, perua e hatch, o modelo chegou ao Brasil em 1995, nas versões CLX e GLX e com os motores 1.8 e 2.0 da família Zetec. Importado da Bélgica, o Ford Mondeo tinha como objetivo tirar do Versailles e da perua Royale, ambos variações do Volkswagen Santana, o papel de modelos mais prestigiosos da fabricante americana no Brasil.

No mercado brasileiro, o Mondeo durou até 2006, quando já era oferecido apenas como um sedã de porte grande. O modelo nunca foi um sucesso de vendas por aqui e acabou substituído pelo mexicano Fusion, que acabou sendo melhor aceito pelo público local. Confira a seguir as variações do Mondeo que nunca tivemos no Brasil.

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1 – Contour

Ford Contour: voltado para o mercado norte-americano, foi fabricado no México  entre meados dos anos 90 e 2000
Divulgação

Ford Contour: voltado para o mercado norte-americano, foi fabricado no México entre meados dos anos 90 e 2000


O projeto do europeu Mondeo foi utilizado também no modelo Telstar (voltado para a Ásia e Oceania) e também no americano Ford Contour , que foi fabricado entre 1995 e 2000 nos Estados Unidos e no México.

Disponível apenas na variação sedã, o Contour mantinha a porção central da carroceria e o interior do Mondeo, assim como os motores 2.0 de quatro cilindros e 2.5 V6. A diferença ficava por conta do visual da dianteira e da traseira.

2 – Ford Mondeo ST200

Ford Mondeo ST200: versão esportiva da geração que chegou ao Brasil importada da Bélgica, mas em outras configurações
Divulgação

Ford Mondeo ST200: versão esportiva da geração que chegou ao Brasil importada da Bélgica, mas em outras configurações


Lançada em 1999, já com a reestilização da 1ª geração, a versão limitada ST200 era a mais potente do Mondeo no mercado europeu, trazendo um visual esportivo com bancos Recaro, rodas de 17″ e suspensão com acerto esportivo.

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O motor era o mesmo 2.5 V6 de 24V do Mondeo Ghia V6 que chegou a ser oferecido no mercado brasileiro. Mas a preparação exclusiva, que incluía a troca de diversos componentes internos, fazia a potência do propulsor passar de 170 para 205 cv.

3 – Mondeo Metrostar

Ford Mondeo Metrostar: feito em parceria com uma empresa de Taiwan era feito com o mercado asiático como principal alvo
Divulgação

Ford Mondeo Metrostar: feito em parceria com uma empresa de Taiwan era feito com o mercado asiático como principal alvo


Entre 2001 e 2007, a Ford produziu em Taiwan uma variação específica do Mondeo para o pais asiático. Chamado de Mondeo Metrostar , era feito por uma joint-venture entre a marca americana e a empresa local Lio Ho Automotive.

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Com o mesmo interior do carro europeu de segunda geração, que cresceu e passou a ser um modelo de grande porte, tinha uma frente redesenhada com um visual mais conservador, assim como a lanterna traseira com novo arranjo de luzes. Já os motores eram o 2.0 16V e o 2.5 V6.

4 – Mondeo (3ª geração)

Ford Mondeo Hatchback: não chegou ao Brasil, onde a marca preferiu apostar no Fusion feito no México
Divulgação

Ford Mondeo Hatchback: não chegou ao Brasil, onde a marca preferiu apostar no Fusion feito no México


Enquanto no mercado brasileiro a Ford optou por substituir o Mondeo pelo mexicano Fusion, o modelo europeu seguiu ganhando atualizações. Em 2007, foi lançada a terceira geração, que na época compartilhava a plataforma com carros como o Volvo S60 e o Land Rover Freelander 2.

Além da carroceria sedã, esta geração ainda contava um uma variação fastback (conhecida em alguns mercados como Hatchback), com visual externo que iria inspirar vários outros modelos da Ford nos anos seguintes, como o New Fiesta Sedan e o Focus Fastback de terceira geração. Este Mondeo foi o primeiro a trocar os motor V6 pelos quatro cilindros turbo da família EcoBoost.

5 – Mondeo SW (4ª geração)

Ford Mondeo SW:  bela perua híbrida também não veio ao Brasil.  Além de espaçosa tinha versão de até 190 cv
Divulgação

Ford Mondeo SW: bela perua híbrida também não veio ao Brasil. Além de espaçosa tinha versão de até 190 cv


Revelada em 2014, a 4ª geração do Mondeo trocou a base europeia EUCD pela global CD, o que fez com o modelo grande europeu se tornasse um clone do Ford Fusion de 2ª geração. Os dois carros passaram a ser visualmente idênticos, inclusive compartilhando alguns motores, como o conjunto motriz híbrido de 190 cv.

Apesar dessa semelhança ter feito com que, de certa forma, o Ford Mondeo tenha voltado ao Brasil, uma variação de carroceria que nunca chegou por aqui foi a perua, que ainda segue em produção na Europa.

Fonte: IG CARROS

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Veja cinco versões do Volkswagen Up! que nunca tivemos no Brasil

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A Volkswagen anuncia o fim da produção do hatch subcompacto Up! no Brasil. Apresentado em 2011 na Europa, onde segue em produção, o modelo estreou por aqui em 2014, com produção em Taubaté (SP) e a proposta de unir um visual descolado a um conjunto mecânico atualizado.


Elogiado pela crítica, o Volkswagen Up! não se tornou sucesso de público. Mesmo maior do que o carro europeu e com a opção da motorização 1.0 TSI (que fez o modelo ganhar uma pequena legião de fãs), o subcompacto nunca atingiu grandes volumes de venda. Situação que complicou ainda mais com o lançamento do Polo, em 2017.

No mercado brasileiro, o Up! teve variações de apelo esportivo e aventureiro, equipadas com câmbio manual ou automatizado de cinco marchas, além do motor 1.0 MPI de 75/82 cv (gasolina/etanol) e o 1.0 TSI de 101/105 cv. Mas na linha 2021, tinha somente a versão Extreme, com espaço limitado a quatro pessoas por conta da legislação e apenas o motor turbo. Confira abaixo algumas configurações que nunca chegaram ao nosso mercado.

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1 – e-up!

Volkswagen e-Up!: versão elétrica do subcompacto disponível na Europa, mas que nunca veio do Brasil
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Volkswagen e-Up!: versão elétrica do subcompacto disponível na Europa, mas que nunca veio do Brasil


O Volkswagen Up! europeu também não atingiu o sucesso esperado pelo fabricante. Uma exceção é a versão elétrica e-up! , que segue garantindo a sobrevida do modelo por lá.

Voltado para uso urbano, traz um motor com potência equivalente a 83 cv e autonomia de até 260 km. Custa na Alemanha a partir de 21.421 euros (cerca de R$ 141.700). Valor pouco maior do que o cobrado por um SUV compacto T-Cross por lá.

2 – e-load Up!

Volkswagen e-load Up: versão feita para levar cargas leves também nunca apareceu no mercado brasileiro
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Volkswagen e-load Up: versão feita para levar cargas leves também nunca apareceu no mercado brasileiro


A variação elétrica do Up! chegou a ser oferecida no mercado europeu numa configuração de cinco portas adaptada para uso como furgão.

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Com o nome de e-load Up! , o modelo perdia o banco traseiro e ganhava um compartimento de carga separado dos assentos dianteiros por uma tela.

3 – Up! GTI

Volkswagen Up! GTI: versão esportiva, de 115 cv, bem que poderia ter chegado ao Brasil, para deleite dos fãs do modelo
Divulgação/Volkswagen

Volkswagen Up! GTI: versão esportiva, de 115 cv, bem que poderia ter chegado ao Brasil, para deleite dos fãs do modelo


A versão esportiva GTI, que ainda é oferecida para o Up! europeu, traz tudo o que se espera de um Volkswagen GTI : carroceria de três portas, kit aerodinâmico esportivo com rodas de 17″ e os bancos forrados em tecido xadrez.

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Já o motor é o mesmo 1.0 TSI usado no finado Up brasileiro. Porém em com uma calibração mais esportiva, que garante 10 cv adicionais (115 cv) em relação ao “nosso” Up!, e um câmbio manual de seis marchas.

4 – up! beats

Volkswagen Up! Beats vem com sistema de som de 300 watts de potência, algo sofisticado para um subcompacto no Brasil
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Volkswagen Up! Beats vem com sistema de som de 300 watts de potência, algo sofisticado para um subcompacto no Brasil


No Brasil, apenas o Polo chegou a ser oferecido com um sistema de som especial desenvolvido pela fabricante Beats. Já na Europa, o subcompacto Up também conta com o projeto de áudio assinado pela empresa.

O Up Beats  traz seis alto-falantes, amplificador digital de oito canais, subwoofer instalado no lugar do estepe e um aparelho de som de 300W. Tudo isso combinado a um painel com revestimento exclusivo e vários detalhes externos na cor vermelha.

5 – Special up!

Volkswagen Special Up: série limitada vem com belas rodas de aro 17 e pintura exclusiva. Nada mau, hein?
Divulgação

Volkswagen Special Up: série limitada vem com belas rodas de aro 17 e pintura exclusiva. Nada mau, hein?


Numa homenagem a uma série especial do Fusca oferecida em 1982 na Europa, o Up! teve com uma edição limitada com o pouco original nome de Special up!

A carroceria poderia ser dourada, com rodas de 17″ e capas de retrovisores na cor preta, ou preta com rodas douradas. O  Volkswagen Up! especial trazia um motor 1.0 MPI de 68 cv, calibrado para funcionar com gás natural.

Fonte: IG CARROS

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Descubra como são produzidas as cores para a repintura automotiva

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Cada cor tem uma formulação específica, que demanda uma combinação de pigmentos para chegar ao resultado desejado
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Cada cor tem uma formulação específica, que demanda uma combinação de pigmentos para chegar ao resultado desejado


Independente da cor da carroceria do seu carro. O processo de desenvolvimento da tinta na tonalidade correta para o processo de repintura é um trabalho complexo, que envolve profissionais com treinamento específico. É o que explica o gerente técnico da divisão de Repintura da fabricante de tintas PPG, Ricardo Vetorazzi.


“A mistura de concentrados é o procedimento mais adequado para se chegar a qualquer cor. A PPG possui sistemas tintométricos dedicados especialmente para essa etapa, com linhas de produtos de diferentes tonalidades e efeitos, como os metálicos e perolizados. Cada cor tem uma formulação específica, que demanda uma combinação de pigmentos para chegar ao resultado desejado”, destaca.

Segundo ele, além da formulação da tinta , a qualidade do resultado final depende do profissional encarregado do serviço. Diferente do processo automatizado utilizado na fábrica, em um processo de repintura o trabalho é realizado manualmente pelo pintor, que precisa conhecer a técnica correta.

Processo de repintura exige profissional treinado para garantir a tonalidade das peças
Divulgação/BMW

Processo de repintura exige profissional treinado para garantir a tonalidade das peças


Cores especiais, por exemplo, também requerem técnicas de pinturas especiais, como a pintura tricoat , ou tri camada, que vai combinar a camada base, pérola e verniz para obter o resultado esperado para um cor e reduzir as chances de problemas de tonalidade entre a pintura original e a peça repintada.

“Ao longo dos anos, as tonalidades foram modernizadas para agradar ao público em todos os sentidos. Essa evolução também trouxe muitos efeitos visuais e cores cada vez mais translucidas, o que passou a exigir composições específicas que, muitas vezes, são alcançadas com a ajuda de um primer. A coloração do primer pode variar e ajudar na tonalidade dessa cor, tornando-a mais fiel ao resultado ideal”, completa Vetorazzi, da PPG .

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Fonte: IG CARROS

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Honda Accord chega no 2º semestre híbrido e com visual atualizado

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Honda Accord híbrido, em 2021, será o único modelo eletrificado no Brasil e pode fazer até 17,6 km/l, diz a marca
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Honda Accord híbrido, em 2021, será o único modelo eletrificado no Brasil e pode fazer até 17,6 km/l, diz a marca


Modelo mais caro da Honda no mercado brasileiro, o sedã grande Accord será o primeiro híbrido da marca japonesa a desembarcar por aqui. Importado dos Estados Unidos, o modelo chega no segundo semestre trazendo o visual atualizado lançado no ano passado no exterior. O preço da novidade ainda não foi divulgada pela fabricante no Brasil. 


A filial brasileira da Honda adianta algumas informações do Accord híbrido para o Brasil. De acordo com a empresa, este será o primeiro dos três carros eletrificados que a Honda irá vender por aqui até 2023. A nova configuração será a única disponível para o sedã em nosso mercado, substituindo o motor 2.0 turbo, a gasolina, de 256 cv utilizado desde o lançamento da atual geração, em 2018.

O Accord híbrido emprega um conjunto motriz chamado pela Honda de e:HEV , composto por um motor 2.0, a gasolina, de ciclo Atkinson, e 145 cv e dois propulsores elétricos, sendo um para geração de eletricidade e outro para a tração, de 184 cv. No sistema híbrido da marca, nos modos EV Drive e Hybrid Drive, o motor a combustão funciona em conjunto com o gerador para alimentar a bateria do motor elétrico.


Já no modo Engine Drive, o conjunto elétrico é desativado e apenas o propulsor 2.0 a gasolina passa a ser o responsável por mover o veículo. Com isso, o Accord híbrido atinge um rendimento energético de 1,20 MJ/km, com consumo de 17,6 km/l de gasolina na cidade e 17,1 km/l na estrada.

No visual, as mudanças do Accord híbrido em relação ao carro atualmente oferecido no Brasil estão na adoção de novas rodas de 17″, novos para-choque e grade frontal e faróis de neblina em LED redesenhados, enquanto na traseira a novidade é o novo acabamento inferior no para-choque.

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Em termos de equipamentos, o sistema multimídia do Honda Accord passa a contar com espelhamento de celular (via Android Auto e Apple CarPlay) sem fio e alerta de uso do banco traseiro, além do pacote de assistentes eletrônicos Sensing ganhar frenagem autônoma em manobras de baixa velocidade.

Fonte: IG CARROS

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