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Economia

Vendas do comércio varejista crescem 0,6% de outubro para novembro

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Com Black Friday, vendas do comércio crescem 0,6% em novembro e setor avança pelo 7º mês seguido arrow-options
Foto: Paulo Pinto/ Fotos Públicas

Com Black Friday, vendas do comércio crescem 0,6% em novembro e setor avança pelo 7º mês seguido

O volume de v endas do comércio varejista cresceu 0,6% na passagem de outubro para novembro de 2019. Segundo dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada hoje (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esta é a sétima alta consecutiva do indicador, que acumula alta de 3,3% no período.

O comércio também teve altas na média móvel trimestral (0,5%), na comparação com novembro de 2018 (2,9%), no acumulado de janeiro a novembro de 2019 (1,7%) e no acumulado de 12 meses (1,6%).

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A alta de outubro para novembro foi puxada por quatro das oito atividades pesquisadas, com destaque para artigos farmacêuticos, médicos, de perfumaria e cosméticos (4,1%). Também tiveram alta outros artigos de uso pessoal e dom éstico (1%), móveis e eletrodomésticos (0,5%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (2,8%).

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Três atividades tiveram queda no volume de vendas de outubro para novembro: tecidos, vestuário e calçados (-0,2%), combustíveis e lubrificantes (-0,3%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-4,7%). O setor de supermercados, alimentos, bebidas e fumo manteve em novembro o mesmo patamar de vendas do mês anterior.

A receita nominal do varejo também cresceu em todos os tipos de comparação: em relação a outubro (0,9%), na comparação com novembro de 2018 (4,9%), na média móvel trimestral (0,7%), no acumulado de janeiro a novembro (4,7%) e no acumulado de 12 meses (4,6%).

Os resultados ficaram bem abaixo do esperado pelo mercado. Pesquisa da Reuters com analistas estimava avanços de 1,1% na comparação mensal e de 3,8% sobre um ano antes.

Varejo ampliado

O varejo ampliado, que agrega os segmentos de veículos e materiais de construção aos oito segmentos do varejo, teve queda de 0,5% na passagem de outubro para novembro, devido ao recuo de 1% na atividade de veículos, motos, partes e peças. Os materiais de construção tiveram variação positiva de 0,1%.

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Nos demais tipos de comparação, no entanto, o varejo ampliado teve altas: média móvel trimestral (0,4%), comparação com novembro de 2018 (3,8%), acumulado dos onze primeiros meses de 2019 (3,8%) e acumulado de 12 meses (3,6%).

A receita nominal caiu 0,3% na comparação com outubro, mas cresceu 0,5% na média móvel trimestral, 5,5% em relação a novembro de 2018, 6,3% no acumulado de janeiro a novembro de 2019 e 6,1% no acumulado de 12 meses.

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Economia

Bolsonaro detona governadores e diz que auxílio permanente quebraria o país

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Jair Bolsonaro, presidente do Brasil, de máscara
Marcos Corrêa/PR

Jair Bolsonaro, presidente do Brasil, de máscara

O presidente  Jair Bolsonaro voltou a criticar os governadores, neste domingo (02), em razão das medidas adotadas para combate à pandemia do novo coronavírus  (Sars-coV-2), e por defenderem a criação de um ” auxílio emergencial permanente” de R$ 600 a trabalhadores informais.

Em conversa com jornalistas em uma padaria do Lago Norte de Brasília, o presidente , que estava passeando de moto, disse ainda que o isolamento social e o fechamento do comércio prejudicaram a economia . Sem citar nomes, ele disse que o mesmo governador que defende a medida quebrou seu estado.

“Alguns [governadores] estão defendendo o auxílio emergencial indefinido. Esses mesmos governadores que quebraram seus estados. Só que por mês dá R$ 50 bilhões. Vou arrebentar com a economia do Brasil”, disse.

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Bolsonaro também afirmou que autorizou o ministro da Economia , Paulo Guedes, a propor um novo imposto, mas sem aumento de carga tributária. Segundo ele, o novo tributo tem que ser compensado com a extinção de outro imposto ou desoneração. A declaração foi dada em uma padaria do Lago Norte, bairro nobre da capital federal. O presidente saiu de moto do Palácio da Alvorada, parou no comércio e depois retornou à residencia oficial.

— O que eu falei com o Paulo Guedes é que pode ser o imposto que você quiser. Tem que ver do outro lado o que vai deixar de existir, se vai diminuir o IR (Imposto de Renda), desonerar a folha de pagamento, acabar com o IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) — disse o presidente.

Como o jornal Extra informou na semana passada, Bolsonaro deu aval para Guedes testar a aceitação do novo imposto sobre pagamentos, nos moldes da antiga CPMF, embora o presidente não deva fazer nenhum movimento de apoio público ao tributo.

Ainda ontem, Bolsonaro afirmou que o novo presidente do Banco do Brasil (BB), “a princípio”, é André Brandão, ex-presidente do HSBC Brasil. A confirmação deve ser feita após nova conversa com Paulo Guedes .

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Economia

Auxílio emergencial: Caixa fará depósitos na quarta-feira; veja quem recebe

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A Caixa irá realizar o depósito do auxílio emergencial em contas digitais a partir da próxima quarta-feira (5) para os nascidos em maio no Ciclo 1 . Veja o calendário completo de todos os depósitos.

Auxílio emergencial: Caixa depositará pagamentos em contas digitais na quarta; confira o calendário
Agência Senado

Auxílio emergencial: Caixa depositará pagamentos em contas digitais na quarta; confira o calendário



Confira as datas dos ciclos

CICLO 1

  • Quem recebeu o crédito da primeira parcela em abril de 2020 – receberá a quarta parcela
  • Quem recebeu o crédito da primeira parcela em maio de 2020 – receberá a terceira parcela
  • Quem recebeu o crédito da primeira parcela em junho ou até 4 de julho de 2020 – receberá a segunda parcela
  • Quem se cadastrou entre 17 de junho e 2 de julho de 2020 – receberá a primeira parcela


Depósito do dinheiro

  • 5 de agosto – nascidos em maio
  • 7 de agosto – nascidos em junho
  • 12 de agosto – nascidos em julho
  • 14 de agosto – nascidos em agosto
  • 17 de agosto – nascidos em setembro
  • 19 de agosto – nascidos em outubro
  • 21 de agosto – nascidos em novembro
  • 26 de agosto – nascidos em dezembro

Liberação de saque e transferência

  • 8 de agosto – nascidos em abril
  • 13 de agosto – nascidos em maio
  • 22 de agosto – nascidos em junho
  • 27 de agosto – nascidos em julho
  • 1º de setembro – nascidos em agosto
  • 5 de setembro – nascidos em setembro
  • 12 de setembro – nascidos em outubro e novembro
  • 17 de setembro – nascidos em dezembro

CICLO 2

  • Quem recebeu o crédito da primeira parcela em abril de 2020 – receberá a quinta parcela
  • Quem recebeu o crédito da primeira parcela em maio de 2020 – receberá a quarta parcela
  • Quem recebeu o crédito da primeira parcela em junho de 2020 – receberá a terceira parcela
  • Quem recebeu o crédito da primeira parcela em julho de 2020 – receberá a segunda parcela
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Depósito do dinheiro

  • 28 de agosto – nascidos em janeiro
  • 2 de setembro – nascidos em fevereiro
  • 4 de setembro – nascidos em março
  • 9 de setembro – nascidos em abril
  • 11 de setembro – nascidos em maio
  • 16 de setembro – nascidos em junho
  • 18 de setembro – nascidos em julho
  • 23 de setembro – nascidos em agosto
  • 25 de setembro – nascidos em setembro
  • 28 de setembro – nascidos em outubro e novembro
  • 30 de setembro – nascidos em dezembro

Liberação de saque e transferência

  • 19 de setembro – nascidos em janeiro
  • 22 de setembro – nascidos em fevereiro
  • 29 de setembro – nascidos em março
  • 1º de outubro – nascidos em abril
  • 3 de outubro – nascidos em maio
  • 6 de outubro – nascidos em junho
  • 8 de outubro – nascidos em julho
  • 13 de outubro – nascidos em agosto
  • 15 de outubro – nascidos em setembro
  • 20 de outubro – nascidos em outubro
  • 22 de outubro – nascidos em novembro
  • 27 de outubro – nascidos em dezembro

CICLO 3

  • Quem recebeu o crédito da primeira parcela em maio de 2020 – receberá a quinta parcela
  • Quem recebeu o crédito da primeira parcela em junho de 2020 – receberá a quarta parcela
  • Quem recebeu o crédito da primeira parcela em julho de 2020 – receberá a terceira parcela

Depósito do dinheiro

  • 9 de outubro – nascidos em janeiro e fevereiro
  • 16 de outubro – nascidos em março e abril
  • 23 de outubro – nascidos em maio e junho
  • 30 de outubro – nascidos em julho e agosto
  • 6 de novembro – nascidos em setembro e outubro
  • 13 de novembro – nascidos em novembro e dezembro
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Liberação de saque e transferência

  • 29 de outubro – nascidos em janeiro e fevereiro
  • 3 de novembro – nascidos em março e abril
  • 10 de novembro – nascidos em maio e junho
  • 12 de novembro – nascidos em julho e agosto
  • 17 de novembro – nascidos em setembro e outubro
  • 19 de novembro – nascidos em novembro e dezembro

CICLO 4

  • Quem recebeu o crédito da primeira parcela em junho de 2020 – receberá a quinta parcela
  • Quem recebeu o crédito da primeira parcela em julho de 2020 – receberá a quarta e a quinta parcelas

Depósito do dinheiro

  • 16 de novembro – nascidos em janeiro e fevereiro
  • 18 de novembro – nascidos em março e abril
  • 20 de novembro – nascidos em maio e junho
  • 23 de novembro – nascidos em julho e agosto
  • 27 de novembro – nascidos em setembro e outubro
  • 30 de novembro – nascidos em novembro e dezembro

Liberação de saque e transferência

  • 26 de novembro – nascidos em janeiro e fevereiro
  • 1º de dezembro – nascidos em março e abril
  • 3 de dezembro – nascidos em maio e junho
  • 8 de dezembro – nascidos em julho e agosto
  • 10 de dezembro – nascidos em setembro e outubro
  • 15 de dezembro – nascidos em novembro e dezembro

Confira os calendários do auxílio para inscritos no Bolsa Família

4ª parcela  já foi paga para os beneficiários do Bolsa Família durante o mês de julho.

5ª Parcela

  • NIS com final 1 – 18 de agosto;
  • NIS com final 2 – 19 de agosto;
  • NIS com final 3 – 20 de agosto;
  • NIS com final 4 – 21 de agosto;
  • NIS com final 5 – 24 de agosto;
  • NIS com final 6 – 25 de agosto;
  • NIS com final 7 – 26 de agosto;
  • NIS com final 8 – 27 de agosto;
  • NIS com final 9 – 28 de agosto;
  • NIS com final 0 – 31 de agosto.

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Economia

PIB per capita cai em sete anos e Brasil fica 11% mais pobre

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PIB
Agência Brasil/Antônio Cruz

Pobreza piora no Brasil no período atual

De acordo com cálculos da consultoria LCA, em sete anos o brasileiro ficará 11% mais pobre. A recessão observada entre o fim de 2014 e 2016, a retomada lenta da economia nos anos seguintes e a recente  crise provocada pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2) são os fatores que fazem a queda do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil.


O último ano de crescimento mais robusto da economia brasileira foi 2013. De lá para cá (2020) o PIB per capita passará de R$ 8.519 para R$ 7.559 e terá encolhido 11,3% no período.

O PIB per capita é a soma de tudo o que país produz dividido pela população. É um indicador que avalia a riqueza de um país. O PIB sobe quando a atividade econômica avança num ritmo mais rápido do que o crescimento populacional. 

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A pesquisa da LCA leva em conta estimativas para o PIB trimestral e utiliza a média móvel de quatro trimestres, o que faz uma comparação mais justa.

“A realidade é muito mais triste do que apenas esse dado. Nesse período, a média de crescimento do mundo foi de 4% ao ano”, afirma o economista da LCA, Cosmo Donato. “É preciso levar em conta também o que o país deixou de crescer, sobretudo na comparação com os emergentes. O buraco é mais embaixo.”

A economia brasileira teve muitas dificuldades nos últimos anos. Entre o fim de 2014 e 2016, o Brasil observou forte recessão causada por vários desequilíbrios macroeconômicos e pela instabilidade política no governo Dilma Rousseff. 

Nos três anos seguintes, houve uma pequena retomada. Atualmente, a crise da pandemia se tornou mais um fator complicado.

A queda do Brasil também fica evidente quando se analisa o comportamento socioeconômico do país. Depois do “boom” classe C no final da década passada e no início desta, o país tem registrado uma leve piora da mobilidade social nos últimos anos, mostra pesquisa feita pela Kantar.

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No ano de 2014, 27,5% dos lares brasileiros eram das classes A e B . Ao fim de 2020, esse grupo deve recuar para 26,3%. A classe E vai passar de 24,7% para 25,2% dos lares.

O desemprego tem sido uma das mais fortes consequências do desempenho ruim da economia e ajuda a explicar o empobrecimento do país.

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