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Vídeo feito em 2016 mostra farra de detentos em presídio no Rio de Janeiro

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prisão do Rio de Janeiro
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Seap identificou ao menos três presos que aparecem na filmagem em prisão do Rio de Janeiro

Um vídeo feito em 2016 e que circula nas redes sociais mostra uma verdadeira farra dentro do Instituto Penal Plácido de Sá Carvalho, no Complexo de Gericinó, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Na gravação, que dura 44 segundos, um dos presos
filma os outros colegas de cela. Durante a gravação, um deles fuma dentro do cubículo, e outro exibe duas garrafas que afirma serem de uísque e energético. A Corregedoria da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) abriu uma sindicância para apurar o caso.

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Em determinado momento, o preso que está fazendo o vídeo acaba flagrando outro detento com celular na mão, também filmando os colegas. A gravação foi feita no fim de 2016, entre o Natal e o Ano Novo, dentro da cela B-5.

“Olha o Natan, Tavinho, Sidney. Olha o Sidney… chefe da milícia, chefe da milícia fuma, cheira e bebe. Olha o bigode colado com a barba. Tá com o braço só porque ele não bota a cara não, mané. É o bigode colado com a barba. Olha o braço do coroa”, diz o preso que faz a gravação.

A Seap identificou ao menos três presos que aparecem na filmagem: Otávio Lair Velozo Marques, conhecido como Tavinho, Marco Antônio Titoneli e Sidnei Alves da Silva. Os dois primeiros já estão em liberdade desde o fim de 2017. Já Sidnei havia saído para uma Visita Periódica ao Lar, em dezembro de 2017, e não retornou ao presídio. Em maio de 2018, ele foi recapturado e desde então está no Presídio Evaristo de Moraes, na Quinta da Boa Vista.

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Titoneli foi condenado a 25 anos de prisão, em março de 2018, quando já estava em liberdade, pela morte do vereador Lúcio Diniz Araújo, o Lúcio do Nevada. O crime aconteceu em outubro de 2012. Apesar da sentença, Titoneli conseguiu um habeas corpus para recorrer da condenação em liberdade.

Em nota, a assessoria de imprensa da Seap
afirmou que “vídeos antigos estão sendo recorrentemente publicados com o claro objetivo de interromper o trabalho intenso de apreensões de materiais ilícitos que tem sido feito nas unidades prisionais”.

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Veja, abaixo, a íntegra da nota da Seap:

“É importante informar que, mesmo tendo sido feito e gravado em outra gestão, o autor do vídeo já foi identificado e a corregedoria irá iniciar uma sindicância para apurar os fatos.

A Seap lamenta que vídeos antigos estejam sendo, recorrentemente, publicados com o claro objetivo de interromper o trabalho intenso de apreensões de materiais ilícitos que tem sido feito nas unidades prisionais. Informamos, ainda, que as ações de repressão não serão interrompidas e não há prazo para o fim das operações “Asfixia”, “Iscariotes” e “Bloqueio”.

Ressaltamos que a atual gestão não compactua com qualquer tipo de ostentação de poder dos presos e vai intensificar, ainda mais, as ações em andamento, utilizando alta tecnologia, com o uso de três drones, que servem como apoio à fiscalização das unidades prisionais, ajudando na vigilância e segurança do perímetro prisional. Também haverá a compra denovos portais, aparelhos de scanners, câmeras, e bloqueadores de sinal de aparelhos telefônicos.

A operação “Asfixia”, por exemplo, realizada pelos próprios inspetores penitenciários, já apreendeu de Janeiro a Abril, 4.160 celulares. No mesmo período do ano passado, apenas 2.972 aparelhos foram encontrados.

A Seap também implantou, desde o início do ano, duas ações importantes: a operação “Iscariotes”, que já flagrou NOVEinspetores penitenciários tentando entrar com objetos ilícitos nas cadeias. Todos os casos estão sendo apurados pela corregedoria e podem ter a pena máxima de demissão. Já a operação “Bloqueio”, tem como objetivo impedir que visitantes de presos burlem as regras de segurança, prendeu 16 visitas tentando entrar com drogas e celulares em cadeias.

No mesmo período do ano passado, NENHUM servidor foi flagrado tentando entrar com qualquer tipo de material ilícito nas unidades. Isso mostra o empenho da atual gestão em combater este tipo de crime, “cortando na própria carne”, se for preciso.

É importante afirmar que todas as operações são realizadas pelo próprio corpo funcional da Seap.”

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Homem é flagrado com câmera no tênis para filmar mulheres no metrô de São Paulo

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câmera no sapato
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Homem tentava filmar por baixo das saias das mulheres que circulavam no metrô de São Paulo

Um homem de 41 anos foi preso neste sábado (11) após ser flagrado com uma microcâmera no tênis. O equipamento seria utilizado para captar imagens de mulheres usando saia no metrô de São Paulo. O homem foi abordado na estação Carrão, localizada na linha 3-vermelha, na zona leste da capital paulista.

Além da câmera no sapato , a polícia encontrou com o suspeito cabos de vídeo, bateria, cartão de memória e monitor de vídeo.

A abordagem aconteceu durante a tarde e o homem encaminhado para a Delegacia do Metropolitano ( Delpom ). O caso foi registrado como crime contra dignidade sexual .

Os objetos foram encaminhados para a perícia e ficaram sob a responsabilidade do Instituto de Criminalística. 

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Outra empresa entregou respiradores não compatíveis ao combate à Covid-19

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Edmar Santos, ex-secretário de Saúde
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Edmar Santos, ex-secretário de Saúde

Investigação aponta que outra empresa, além da ARC Fontoura, também entregou equipamentos que não eram compatíveis no combate ao Covid-19 . Operação conjunta do Ministério Público Federal e do Ministério Público do Rio, há um mês, apreendeu, no Aeroporto Internacional Tom Jobim, um total de 97 respiradores adquiridos por R$ 176,3 mil a unidade. Os equipametos haviam sido comprados pela MHS Produtos e Serviços LTDA, uma das três empresas suspeitas de participação em aquisições irregulares de 700 aparelhos (400 comprados e 300 alugados) em contratos que ultrapassam R$ 180 milhões.

A informação consta no processo que desencadeou, na semana passada, mais uma etapa da operação Mercadores do Caos, que levou à prisão do ex-secretário estadual de Saúde, Edmar Santos , e apura irregularidades no fonecimento de insumos pela Secretaria estadual de Saúde para enfrentar a pandemia .

Os contratos envolveram o ex-subsecretário Gabriell Neves e outros integrantes do alto escalão da gestão anterior da Secretaria estadual de Saúde. Como R$ 36,9 milhões dos R$ 180 milhões foram pagos de forma antecipada, o MP tenta na Justiça reaver os valores pagos. Além da MHS e da ARC Fontoura, a A2A Comércio e Representações também está sendo investigada na operação.

Estado tem 649 respiradores impróprios para Covid

A Justiça chegou a conceder uma liminar autorizando que os equipamentos da MHS fossem sequestrados pelo Estado, sem qualquer pagamento adicional. O Estado, no entanto, preferiu não recebê-los porque uma avaliação técnica demonstrou que não serviam para tratar os pacientes mais graves. Ao todo, o estado acumula agora pelo menos 649 respiradores impróprios que chegaram para atender a pandemia. Desses, 500 haviam sido adquiridos pela Organização Social Iabas para equipar hospitais de campanha .

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Outros 52 aparelhos considerados incompatíveis, foram comprados pela ARC Fontura, efetivamente recebidos pelo governo do Estado e posteriormente devolvidos. Segundo o MP, os aparelhos foram aceitos tomando como base apenas a conferência das notas fiscais, sem uma avaliação técnica prévia da Secretaria Estadual de Saúde se atenderiam às necessidades dos pacientes. Os demais equipamentos ainda estão retidos no aeroporto. A empresa recebeu R$ 8,8 millhões de pagamentos antecipados. Na fase anterior da operação, o MP chegou a pedir o bloqueio desses recursos nas contas de empresas ligadas a ARC Fontoura e seus sócios. Mas só encontrou cerca de R$ 1,1 mil.

No entanto, os antigos gestores da Secretaria estadual de Saúde sabiam que havia algo de errado com esses aparelhos . O ex-superintendente de Suprimentos, Logística e Patrimônio, Gustavo Borges da Silva, preso em maio na primeira fase da operação Mercadores do Casos, disse em depoimento ao Ministério Público que os 52 aparelhos foram entregues em caixas lacradas. Na hora, identificou-se que a marca entregue não era a que havia sido combinada, como mostrou O GLOBO nesta segunda-feira. Em seguida, ele narra um diálogo que teria mantido com o então subsecretário Gabriell Neves: “Gabriell disse ao depoente de forma clara: determino que receba esses respiradores porque o Dr. Edmar quer distribuir imediatamente para as unidades”.

A confirmação que os aparelhos eram incompatíveis ocorreu quando um representante da secretaria de Saúde de Niterói que deveria receber 15 unidadess do Estado por empréstimo, avaliou que os equipamentos não seriam para Covid. O estado chegou a firmar um acordo com a ARC Fonoutra para substitutir os equipamentos por 68 unidades de um outro modelo. Mas esses aparelhos não chegaram até hoje.

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MP aponta irregularidades

Na nova representação, o MP reitera uma série de problemas identificados nos contratos. Entre os quais o fato de não ter havido um chamamento público para as aquisições, nem fundamentação dos motivos que levaram a contratação das três empresas, apontando direcionamento. Também afirma que não houve pesquisa de mercado, entre fabricantes internacionais e nacionais e que os fornecedores selecionados não tinham histórico de fornecimento desse tipo de aparelho. A exceção era a ARC Fontoura, que, sem tradição de vender respiradores, acabou tendo equipamentos devolvidos.

‘Com efeito, não se verificou nos atos dos processos administrativos a realização de qualquer publicidade mínima por parte da Secretaria Estadual de Saúde para chamamento de sociedades empresárias interessadas em contratar com o Estado do Rio de Janeiro para fornecer respiradores/ventiladores pulmonares. Simplesmente, como num passe de mágica (…) surgiram do nada, ávidas por celebrar contratos milionários com o Estado do Rio de Janeiro, sem qualquer justificativa concreta. Resta nítido, pois, o direcionamento das contratações para tais pessoas jurídicas de direito privado, em claro atentado aos princípios da administração pública da publicidade e da impessoalidade’’, diz um trecho da denúncia.

O documento confirma que a compra dos respiradores não seguiu uma rotina padrão na aquisição de insumos pelo Estado. As compras não eram uma atribuição da subsecretaria executiva de Saúde, comandada por Gabriel Neves. “A abertura do processo administrativo deveria ocorrer por provocação dos Subsecretários das áreas hospitalares, no caso pela Subsecretária Estadual de Gestão da Atenção Integral da Saúde, e o termo de referência deveria ser elaborado pela área respectiva do objeto contratual, e não diretamente pela Subsecretaria Executiva’’, informa o documento.

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Mais um suspeito de divulgar cenas de abuso sexual infantil na internet é preso

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Agência Brasil

computador com conteudo sexual
Polícia do Mato Grosso do Sul

Séries de prisões de pedófilos foram feitas ao longo do ano

Policiais federais prenderam nesta terça-feira (14) em flagrante mais um suspeito de armazenar e distribuir arquivos com cenas de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes pela internet. O homem, de 36 anos, tinha posse de arquivos com imagens de violência sexual contra crianças .

Ele foi preso durante cumprimento de mandado de busca e apreensão na casa dele, no bairro de Campo Grande, na zona oeste do Rio de Janeiro .

Este é o terceiro suspeito de envolvimento com o compartilhamento de imagens de exploração sexual de crianças e adolescentes preso em pouco mais de uma semana.

Todo o material apreendido com o homem preso nesta terça será submetido a perícia, para verificar se ele também produzia as cenas. No dia 6 de julho , um homem de 68 anos foi preso . No dia 9, foi a vez de um homem de 65 anos. Os dois também haviam sido detidos em flagrante durante cumprimento de mandados de busca e apreensão na zona oeste da cidade.

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