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Vídeo mostra celular dobrável de Pablo Escobar; preço agrada

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Olhar Digital

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Reprodução/Youtube

Plano de fundo padrão é uma foto de Pablo Escobar


Um vídeo no canal Unbox Therapy mostra o unboxing de um smartphone no mínimo curioso: o Escobar Fold 2 , um celular dobrável com a “grife” do traficante Pablo Escobar . O aparelho é produzido por uma empresa administrada por seu irmão, Roberto Escobar , chamada Escobar Inc.

O aparelho é, basicamente, um Galaxy Fold customizado, com uma traseira em metal dourado em vez de vidro. A dobradiça também é dourada, e em vez do logo da Samsung traz o nome do aparelho. O papel de parede padrão é uma foto de um Pablo Escobar sorridente, quando foi preso pela polícia Colombiana em 1982.


O conjunto de acessórios que acompanha o aparelho é para lá de básico: apenas um cabo USB . Nada de fones de ouvido ou carregadores . Mas o que mais chama a atenção é o preço: um Fold 2 com 12 GB de RAM e 512 GB de memória interna sai por US$ 549 (cerca de R$ 2.400), contra US$ 1.980 (cerca de R$ 8.700) por um Galaxy Fold com a mesma configuração no site da Samsung . O modelo mais básico, com 128 GB de memória interna, sai por US$ 399 (cerca de R$ 1.700).

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Segundo a Escobar Inc. o segredo do preço baixo é que a empresa comprou “estoque excedente” de aparelhos em revendas que não conseguiram comercializá-los. Mas talvez este seja um negócio “bom demais para ser verdade”.

Um artigo da Abacus News informa que alguns compradores do primeiro dobrável de Escobar, o Fold 1 , não receberam seus aparelhos mesmo dois meses após o pedido. Alguns receberam um “upgrade” com uma autobiografia de Roberto Escobar e um Fold 2.

Outros, ao tentar receber o dinheiro de volta, receberam a resposta: “venha para a Colômbia se quiser”. Considerando que Roberto Escobar se apresenta no site de sua empresa como “assassino-chefe do Cartel de Medellin”, você iria?

Fonte: IG Tecnologia
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Em casa: veja como usar o Google Maps para encontrar restaurantes que entregam

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Olhar Digital

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Unsplash/henry perks

Veja como encontrar restaurantes no Google Maps


O Google Maps é um dos aplicativos mais utilizados para se obter informações de rotas e trajetos, já vindo até mesmo pré-instalado nos celulares com o sistema Android. Por sua vez, além de oferecer essas informações importantes, o Google Maps também conta com uma lista de restaurantes e de demais lojas das regiões consultadas nele.

Com o surto do novo coronavírus (Sars-Cov-2), agora, o aplicativo ganhou um novo filtro para restaurantes, que pode ser bem útil para as pessoas, podendo mostrar apenas locais que realizam entregas a domicilio, algo que está sendo regra em cidades para que estabelecimentos continuem abertos. A seguir, veja como encontrar restaurantes de sua região que estejam realizando entregas a domicilio.

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Importante

Apesar de o Google Maps já vir pré-instalado apenas no Android, este novo recurso também está disponível para o aplicativo em sua versão para iOS (sistema do iPhone).

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Como encontrar restaurantes delivery com o Google Maps

O processo para achar um restaurante que realize entregas na sua região é bem simples de ser realizado no aplicativo do Google Maps. Confira o passo a passo:

  1. Acesse a Google Play ou a App Store e atualize Google Maps para a sua última versão;
  2. Caso o Google Maps esteja aberto no celular, encerre o seu processo e abra-o;
  3. Com o app já aberto, deslize a parte inferior de sua tela para cima e selecione a opção “Entrega”. Em alguns celulares testados, esta opção também apareceu na parte superior de sua tela, sem precisar deslizar;
  4. Para evitar problemas, também aplique o filtro “Abertos agora” e selecione um dos restaurantes disponíveis;
  5. Agora, veja o cardápio do local, se disponível, e faça uma ligação para ele.

Pronto! Agora, você já sabe como encontrar restaurantes de sua região abertos que realizem entregas a domicilio.

Fonte: IG Tecnologia
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Em meio à pandemia, WhatsApp limita ainda mais encaminhamento de mensagens

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WhatsApp limita encaminhamento de mensagens


Para reduzir a disseminação de fake news , especialmente as relacionadas à pandemia de Covid-19 , o WhatsApp está definindo novos limites para o encaminhamento de mensagens. A partir de hoje, mensagens identificadas como “altamente encaminhadas” (ou seja, que foram enviadas para mais de 5 pessoas) só poderão ser encaminhadas para um contato por vez.

Segundo a empresa, a eficácia da medida é historicamente comprovada: “No ano passado, quando criamos o limite de encaminhamento para conter a disseminação de notícias falsas, ajudamos a diminuir em 25% o número de mensagens encaminhadas em todo o mundo”, diz um comunicado.

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A empresa justifica a medida citando um “aumento significativo na quantidade de mensagens encaminhadas que, de acordo com nossos usuários, podem contribuir para a disseminação de boatos e informações falsas”.

O WhatsApp tem colocado em prática várias medidas para evitar a disseminação de fake news durante a pandemia de Covid-19 . Entre elas, a divulgação de um guia para ajudar os usuários a identificar informações falsas e um bot, desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde , que traz informações precisas e verificadas sobre a doença.

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Fonte: IG Tecnologia
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Torres de 5G são incendiadas devido a teorias da conspiração sobre coronavírus

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Reprodução/Facebook

Vídeos no Facebook mostraram as torres de 5G em chamas


Torres de 5G estão sendo incendiadas no Reino Unido depois que uma teoria da conspiração unindo a tecnologia à pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2) começou a se espalhar pela internet em alguns países. 

De acordo com a BBC, pelo menos três torres de 5G foram incendiadas na última semana. Ao The Verge, a operadora de telefonia Vodafone afirmou que foi ateado fogo em quatro torres em apenas 24 horas. Policiais e bombeiros foram chamados para apagar as chamas, e a polícia já investiga o caso. 

A teoria da conspiração

Vídeos das torres incendiadas foram publicados no Facebook , onde diversos grupos se destinam a discutir sobre o assunto: por lá, se acredita que o 5G faz mal à saúde e está relacionado à pandemia do novo coronavírus. 

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A teoria mais forte sobre o assunto afirma que o vírus começou a ser disseminado em Wuhan , na China, porque a cidade estava testando a tecnologia 5G . Agora, a Covid-19 estaria se espalhando por cidades que também utilizam a tecnologia. 

Além disso, uma entrevista dada por uma mulher identificada como enfermeira a uma rádio comunitária britânica se espalhou pela internet. No vídeo, ela argumenta que o 5G suga o oxigênio dos pulmões das pessoas , associando isso à falta de ar causada pela Covid-19.

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As conspirações, porém, não possuem nenhum embasamento científico. O novo coronavírus já está, inclusive, espalhado por cidades e países que ainda não fazem uso do 5G, como é o caso do Brasil . Além disso, reguladores no Reino Unido registraram, na rede 5G , níveis de radiação eletromagnética bem abaixo dos estipulados pelas diretrizes internacionais. 

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O diretor geral da GSMA , organização que representa as empresas de telefonia no mundo todo, disse que a indústria está trabalhando para manter os serviços no ar. Além disso, ele reiterou que a rede 5G não representa riscos à saúde . “É deplorável que a infra-estrutura crítica de comunicações esteja sendo atacada com base em tamanhas mentiras. Pedimos a todos que confiem nas autoridades de saúde e tenham certeza de que a tecnologia de comunicação é segura. Não há ligação entre 5G e Covid-19”.

A união dos conspiracionistas nas redes sociais, porém, tem dado força para que internautas gerem conteúdo sobre o assunto. No vídeo da publicação abaixo, uma mulher confronta dois trabalhadores que estavam instalando redes de 5G , alegando que o trabalho deles vai “matar todo o mundo”. 


O impacto dos incêndios no combate à pandemia

Quando saem das redes sociais , notícias falsas como essa podem ter grandes impactos na vida real. Ao The Verge, o CEO da Vodafone, Nick Jeffery, afirmou que o caso dos incêndios nas torres de 5G são “uma questão de segurança nacional”, e que “as autoridades policiais e de combate ao terrorismo estão investigando”.

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Os danos causados pelos incêndios afetam não só os serviços de telefonia móvel das regiões, mas também serviços essenciais à população no momento da pandemia da Covid-19 . Em seu boletim diário, o diretor do Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido, Stephen Powis, disse que os hospitais também serão prejudicados. 

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“Estou absolutamente indignado e enojado que as pessoas tomem medidas contra a infraestrutura de que precisamos para enfrentar esta emergência”, afirmou.

O papel das redes sociais

O Departamento de Digital, Cultura, Mídias e Esportes do Reino Unido disse que também é papel das redes sociais controlar informações falsas deste tipo. “Devemos ver as empresas de mídia social agindo com responsabilidade e adotando ações muito mais rápidas para impedir que as bobagens se espalhem em suas plataformas, o que incentiva tais atos”, disse o órgão. 

Depois que a história dos incêndios ganhou as manchetes de jornais no país, um dos principais grupos de Facebook sobre o assunto, que já havia sido denunciado anteriormente, foi excluído pela rede social. 

O YouTube , por sua vez, resolveu agir mais ativamente no caso. Na plataforma, vídeos que conspirarem contra a segurança do 5G , mas não mencionarem o novo coronavírus , serão suprimidos. Isso significa que eles terão seus anúncios suspensos e serão eliminados dos resultados de busca. Já os vídeos que relacionarem e tecnologia à Covid-19 serão removidos por completo.

Fonte: IG Tecnologia
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