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Política Nacional

Witzel diz que impeachment é “resposta jurídica” para Bolsonaro

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Rogério Santana

Governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel

O governador Rio de Janeiro , Wilson Witzel (PSC), defendeu nesta quinta-feira (27) o afastamento do presidente Jair Bolsonaro e disse que o impeachment é a “resposta jurídica” que ele merece depois de ter compartilhado pelo WhatsApp um vídeo que faz críticas ao Congresso Nacional.

A declaração foi dada em Washington, nos Estados Unidos, onde o governador participou de um evento na American University. De acordo com Witzel, “apoiar um movimento destrutivo da democracia […] evidentemente afronta à Constituição”.

Os vídeos compartilhados por Bolsonaro fizeram ataques ao Legislativo ao convocarem seus apoiadores a participarem de uma manifestação em defesa do presidente marcada para o dia 15 de março.

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Bolsonaro não negou que enviou os vídeos, mas disse que as trocas de mensagens dele são de “caráter privado”. “Enquanto ele for presidente, todas as manifestações serão consideradas manifestações do presidente da República”, rebateu Witzel.

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Depois da repercussão negativa do caso, Bolsonaro pediu para que seus ministros não endossem a manifestação em seu apoio nem compareçam a ela. O objetivo seria aplacar a crise do Planalto com o Congresso e o Judiciário.

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Eleito governador do Rio de Janeiro em 2018, Wilson Witzel ficou conhecido após se aproximar de Bolsonaro e embarcar na onda do bolsonarismo. Agora, de olhos nas eleições de 2022, ele trabalha para afastar sua imagem da do presidente.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Após conflito com Mandetta, Bolsonaro desmarca compromissos e ignora imprensa

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Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) desmarcou dois compromissos, um seguido do outro, no Palácio do Planalto, na manhã desta terça-feira (7). Após não aparecer nos eventos, os afazeres foram retirados de sua agenda pública. 

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Bolsonaro também não falou com a imprensa, como geralmente costuma fazer, ao sair do Palácio da Alvorada, onde vive, pela manhã. O silêncio do  presidente pode estar associado às tensões e desgastes recentes de seu governo. Nesta segunda-feira, o presidente estava analisando em retirar o ministro da Saúde , Luiz Henrique Mandetta (DEM), do cargo, mas acabou desistindo devido à popularidade do democrata. 

A Presidência não informou o motivo da ausência do presidente. Na agenda de Bolsonaro para está terça apenas permaneceu uma reunião, às 15h, com o ministro-chefe da Casa Civil, Walter de Souza Braga Netto.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Braga Netto nega que reunião foi para falar da demissão de Mandetta

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Ministro Braga Netto, chefe da Casa Civil arrow-options
Isac Nóbrega/PR

Ministro Braga Netto, chefe da Casa Civil

O ministro Braga Netto , chefe da Casa Civil, garantiu que a reunião desta segunda-feira (6) do presidente Jair Bolsonaro com sua equipe ministerial não foi para tratar da demissão do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta . Segundo o titular da Casa Civil, o encontro foi “rotineiro” e o assunto tratado não será revelado.

Mandetta, por sua vez, acrescentou que é normal pessoas terem opiniões divergentes, que ninguém tem apenas um ângulo para olhar. “A gente tem de olhar para frente, andar para frente, usar pouco retrovisor e tocar esse barco nosso chamado Brasil”, completou.

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Apesar de não confirmar que a reunião teve como assunto a saída de Mandetta, foi só depois que ela terminou que houve a confirmação que não haveria mudanças no governo federal.

Devido a essa reunião, a tradicional entrevista coletiva no Planalto sobre a atualização das medidas de combate ao novo coronavírus (Sars-CoV-2) não teve a presença de nenhum ministro.

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Durante todo o dia de ontem houve incerteza acerca da permanência ou não de Mandetta no comando do ministério da saúde. Na parte da tarde, secretários de áreas técnicas e assessores chegaram a esvaziar suas gavetas e a do próprio ministro.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Ministério da Saúde não sabe quantos testes de Covid-19 foram feitos

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Ministério da Saúde distribuiu mais de 500 mil testes, mas não sabe quantos foram realizados arrow-options
Pedro Rafael Vilela/ Agência Brasil

Ministério da Saúde distribuiu mais de 500 mil testes, mas não sabe quantos foram realizados

O Ministério da Saúde afirmou não saber quantos testes do novo coronavírus (Sars-Cov-2) foram feitos no Brasil, segundo informações divulgadas nesta terça-feira (7) pela Folha de S. Paulo . A pasta não está realizando um acompanhamento das testagens, apenas soube informar quantos testes foram disponibilizados pelo Ministério.

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O Ministério da Saúde distribuiu 500 mil testes rápidos, que mostram o resultado em 20 minutos, mas o diagnóstico não é tão preciso, e  58 mil testes de biologia molecular (o PCR), que é mais demorado, mas dá um resultado mais confiável.

No Brasil, onde há 13.717 diagnósticos e 667 mortes, apenas os casos com sintomas de Covid-19 graves estão sendo testados. Isso significa que o número atual de casos está subnotificado, ou seja, como não são todas as pessoas que estão sendo testadas, pode haver mais casos do que o informado.

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Para chegar próximo ao verdadeiro número de casos no país, o Ministério da Saúde irá realizar um teste em massa, onde 100 mil brasileiros serão testados aleatoriamente, em todas as regiões do país. Os testes em massa será realizado a cada duas semanas, em cerca de 33 mil pessoas.

Fonte: IG Política
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