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Xuxa volta à Globo nesta sexta em “Conversa com Bial”

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A nova temporada, que estreou na última segunda-feira (18), do “Conversa com Bial” voltou com tudo para a programação da Globo . Apesar da atração acontecer na dinâmica de lives, com cada um na sua casa por conta da pandemia do novo coronavírus, Xuxa Meneguel será a próxima entrevistada do programa, que irá ao ar na virada deste sexta-feira (22) para sábado (23).

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Pedro Bial e Xuxa
Reprodução/Instagram

Pedro Bial e Xuxa


Fora da Globo desde 2014, Xuxa voltará à emissora para discutir assuntos polêmicos e complicados com Pedro Bial como seu processo de envelhecimento e como lida com isso, a hiperssexualização dos anos 1980 e sua relação com a única filha, Sasha Meneghel.

Além de Xuxa , outros convidados como  Glória MariaLima Duarte fizeram parte da nova temporada da atração da Globo comandada pelo jornalista Pedro Bial.

Fonte: IG GENTE

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A luta antirracista narrada em 5 livros de autores negros

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As recentes manifestações  contra o racismo, principalmente nos Estados Unidos e Brasil, nos convidam a refletir sobre essa questão e a apoiar o movimento antirracista . E algumas das principais formas de fazer isso é estudando e, sobretudo, prestigiando o trabalho de artistas negros. 

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Por isso, o iG Gente reuniu alguns livros que abordam a questão do racismo e, o mais importante: que foram escritos por negros e contam a história de negros.

1. “Úrsula”, de Maria Firmina dos Reis

Livro de Marina Firmina dos Reis
Reprodução/EditoraTaverna

Livro de Marina Firmina dos Reis


O livro é considerado o primeiro romance publicado por uma mulher no Brasil. De 1859, é também o primeiro romance abolicionista da literatura brasileira e o primeiro romance da literatura afro-brasileira. Maranhense, Maria Firmina dos Reis escreveu sobre a história de amor impossível entre Úrsula e Tancredo, denunciando injustiças sociais da época – que ainda são bastante atuais.

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2. “Pequeno manual antirracista”, de Djamila Ribeiro

Livro de Djamila Ribeiro
Reprodução/Companhia das Letras

Livro de Djamila Ribeiro


Muito mais jovem e didático que “Úrsula”, o livro de Djamila Ribeiro reúne várias dicas para combater o racismo – elas são preciosas, sobretudo, para pessoas brancas. “No Brasil, há a ideia de que a escravidão aqui foi mais branda do que em outros lugares, o que nos impede de entender como o sistema escravocrata ainda impacta a forma como a sociedade se organiza”, diz em um dos capítulos. 

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3. “Bucala: A pequena princesa do quilombo do cabula”, de Davi Nunes

Livro de Davi Nunes com ilustrações de Daniel Santana
Reprodução/UNEB

Livro de Davi Nunes com ilustrações de Daniel Santana


Para que a mensagem antirracista chegue também às crianças , várias obras infantis valorizam a cultura negra. Escrita por Davi Nunes, a obra resgata a história de um quilombo de Salvador, o Cabula, através da figura de uma princesa. Com o cabelo crespo em formato de coroa de rainha, ela possui poderes que protegem o quilombo dos escravocratas e capitães do mato.

4. “Na Minha Pele”, de Lázaro Ramos

Reprodução/Instagram/Acervo Literário

“Na Minha Pele” mostra a trajetória de Lázaro Ramos na arte e como lutar contra o preconceito


Já bastante conhecido por atuar em várias novelas e filmes, Lázaro já escreveu alguns livros. Um deles é “Na Minha Pele”, de 2017. Mesmo não sendo propriamente uma autobiografia, o autor narra as memórias de sua vida, propondo muitas reflexões. Ele chega a citar, inclusive, sua esposa, a atriz Taís Araújo , que também é negra e que já passou por cituações parecidas com as suas por causa do racismo.

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5. “Quando me descobri negra”, de Bianca Santana

Bianca Santana
Reprodução/SESI-SP

Bianca Santana


A escritora e professora Bianca Santana reúne uma série de relatos sobre experiências pessoais e ouvidas de outras mulheres e homens negros. “Tenho 30 anos, mas sou negra há dez. Antes, era morena .” começa o livro, que denuncia o racismo velado e narra um processo de descoberta que pode ser doloroso, mas que também é libertador. 

Fonte: IG GENTE

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Youtuber que devolveu filho adotivo autista perde patrocínios

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Nos Estados Unidos, um casal de youtubers anunciou recentemente uma decisão polêmica.  Myka Stauffer e o marido, James, devolveram um filho adotado há três anos por eles após descobrirem que o grau de autismo do garoto chinês, hoje com cinco anos, era maior do que suspeitavam.

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Myka Stauffer e James
Reprodução/Youtube

Myka Stauffer e James


Myka Stauffer e o marido explicam o motivo que levou à decisão em um vídeo no canal do Youtube. O pequeno, chamado Huxley, foi adotado em 2017, quando ele tinha quase dois anos.

“A adoção internacional, às vezes tem o desconhecido, coisas que não estão transparentes na ficha. Quando o Huxley chegou em casa havia muito mais necessidades especiais que não sabíamos. Nos últimos anos ele esteve em uma série de terapias e nós tentamos ajudá-lo como pudemos. Nós nunca quisemos ficar nessa posição, nós tentamos ajudá-lo o máximo possível, nós o amamos de verdade”, disse James.

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Segundo o vídeo, a criança já está com uma nova família. “Após uma série de avaliações, vários profissionais de saúde disseram que ele precisa de mais. Tem sido muito difícil. Eu quero dizer para vocês o que está acontecendo. Eu me sinto um fracasso como mãe? Sim, 500%. Esta jornada foi a coisa mais difícil que eu já passei. Após colocar nosso coração nesse menino”, afirmou a youtuber Myka.

O casal, que tem outros quatro filhos biológicos, fez vários vídeos com o garoto chinês nestes três anos que estiveram juntos. Por isso, muita gente tem acusado Myka e James de terem usado a criança para ganhar visibilidade e likes nas redes sociais.

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A notícia repercutiu negativamente e Myka acabou perdendo muitos patrocinadores. Kate Hudson , atriz e dona de uma marca de roupas, falou nas redes sociais que a parceria com a youtuber acabou. A Mattel  informou que não trabalha mais com a família Stauffer. Outras marcas como, Playtex Baby, Suave, Big Lots e Chili’s também encerraram as parcerias com Myka.

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Fonte: IG GENTE

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Lombardi fala de comentários “equivocados” sobre Nanda Costa em “Salve Jorge”

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Nesta segunda-feira (1), Rodrigo Lombardi bateu um papo numa live com Nanda Costa , com quem contracenou na novela ” Salve Jorge “, em 2012. Os atrores, que deram vida ao casal Theo e Morena, aproveitaram a conversa para relembrar bastidores e dificuldades vividas durante as gravações.

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Novelas brasileiras no exterior


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Eles falam sobre como foi intepretar um casal na telinha. “Imagina, primeira novela protagonista! Nunca tinha nem pensado, nem sonhado, para mim era uma coisa distante. Estava fazendo uma carreira no cinema, mas não tinha pensado que seria uma mocinha de novela”, disse Nanda.

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“Eu via uma preocupação em você de saber ‘não posso errar’, porque às vezes a oportunidade passa uma vez só. Acho que, quando a novela foi para Portugal, o título era melhor, porque ‘A Guerreira’ é a história dessa novela, sobre o seu personagem, que teve uma história incrível, uma trajetória muito difícil de ser realizada. Você tinha a preocupação de não deixar a história cair”, conta Rodrigo.

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Os dois ainda lembraram que a novela recebeu muitas críticas na época em que foi exibida, mas que conseguiram terminar a trama com um saldo positivo. “Você conduziu essa história lindamente, de uma maneira que poucas atrizes carregariam esse movimento nas costas. Sempre conseguia se reinventar”, elogiou Rodrigo. “Você pegou a novela nas costas e carregou um elenco de cento e tantas atores, sem deixar essa história cair. Você aguentou tantos olhares desviados e comentários equivocados a respeito do seu trabalho”, completou o ator, que atribui a volta por cima ao talento de Nanda.

Confira o bate-papo completo entre Nanda Costa e Rodrigo Lombardi

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Episódio 6 @nandacosta

Uma publicação compartilhada por Rodrigo Lombardi (@rodrigolombardi) em 1 de Jun, 2020 às 5:35 PDT



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